quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Quem é o Pai?


A Bíblia conta quando Saul viu Davi sair a se encontrar com Golias e perguntou a Abner, o chefe do exército: De quem é filho esse jovem, Abner? Respondeu Abner: "Vive a tua alma, ó rei, que não sei". Disse então o rei: Pergunta, pois, de quem ele é filho? (I Sm 17: 55 – 58).

O texto relata que havia uma grande batalha travada entre os israelitas e os filisteus. No meio da peleja Davi se dispõe a decidir a guerra pelo lado de Israel. Era um costume nas guerras na antiguidade dois representantes dos povos beligerantes decidirem a vitória nas guerras desta forma. Davi havia se disposto a lutar com Golias e chegou até a se apresentar ao rei Saul. Este inclusive tentou colocar suas armas sobre Davi porém Davi as rejeitou porque ele era adestrado em outros tipos de armas como o cajado, funda, etc. Mas a grande vitória de Davi foi o fato de ele ter confiado no Senhor que lhe deu a vitória. “Mas eu vou a ti em nome do Senhor Deus dos exércitos”.

Davi vence Golias e todos ficaram admirados com aquele ato heroico e queriam saber, portanto, de onde vinha aquela capacitação. Saul, queria saber quem era o pai de Davi. Era uma pergunta natural naqueles dias, quando a sociedade era formada pelo sistema de família patriarcal. Era a preocupação de se saber a descendência da pessoa, sua genealogia. Sua origem. Abner era general dos exércitos de Saul, portanto autoridade no assunto de guerra, mas não conhecia nada sobre o pai de Davi. A grande preocupação em saber de quem Davi era filho, era porque os filhos naqueles dias recebiam diretamente dos pais toda a instrução que possuíam. Aquilo que Davi manifestara possuir ali, era uma prova de que seu pai era muito mais poderoso do que ele, porque lhe ensinara aquilo.

E Davi responde: “Sou filho de Jessé, o belemita”. Esse era o testemunho que Davi dava de seu conhecimento do pai. Belemita: nascido em Belém. Davi estava dizendo com isso que também era belemita, pois era filho de Jessé. Mas, em resposta a pergunta: quem é o pai? É aquele que dá um nome para a família; uma identidade; deixa uma herança; traz segurança e dá o sustento à família.

No texto há um sentido profético pois aquela pergunta estava se referindo para Deus, o Pai celestial, o Pai de Jesus, o nosso salvador, pois vejam: Jesus nasceu em Belém (casa do pão), por isso só Ele podia dizer: “Eu sou o pão da vida”. Quando nos ensinou a orar, foi assim: “Pai nosso que está nos céus...” Mandou-nos pedir as coisas ao PAI. Desde os 12 anos de idade, quando os seus pais terrenos o deixaram para trás na cidade de Jerusalém, na festa da páscoa: “...negócios de MEU PAI?” Quando ele promete uma salvação eterna para os seus discípulos: “Na casa de MEU PAI há muitas moradas...”; Por fim, sua identidade era exclusivamente com o Pai: “Eu e o PAI somos um”.

Aqueles que conhecem ao Senhor Jesus e fazem parte da sua Igreja Fiel tem a mesma experiência, vejam só: Quando Jesus dirige-se aos seus discípulos, tratando-os como criança, ele diz: “Não vos deixarei órfãos,... mas rogarei ao PAI e Ele vos mandará outro Consolador”. Abner e Saul representavam um grupo de pessoas que não conheciam o Pai de Davi. Há também um grupo de pessoas que não têm conhecimento do Pai, Todo Poderoso, aquele que nos dá a vitória a cada dia. As grandes vitórias da igreja fiel se dão porque ela tem a herança de um Pai, Todo Poderoso, de quem ela tem recebido todos os recursos da vitória, nas suas lutas. Com quem ela está perfeitamente identificada como filha. ”Sou filho de Jessé, o belemita”. Havia alguns irmãos de Davi que pertenciam ao exército, mas nenhum deles despertara o desejo nas pessoas de conhecer o Pai deles. O que fez as pessoas desejarem conhecer o pai de Davi foi a prova que ele tinha nas mãos a grande vitória que alcançara do Pai celestial, pois ele foi lutar em nome do Senhor dos Exércitos.


Assim é a alma do homem. Ela tem sede de um encontro com o Pai celestial. A maior alegria do filho pródigo foi quando ele se encontrou com o pai, porque a partir dali, lhe foi restituída toda a herança e toda a identificação com o pai. 

Mensagem: L.V.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Será que Jesus vai nos seguir?


Pensando, porém, eles que viria de companhia pelo caminho, andaram caminho de um dia, e procuravam-no entre os parentes e conhecidos; Lc 02:44

A narrativa do evangelho de Lucas serve para nos mostrar qual era o sentimento do pais de Jesus. Para eles, Jesus deveria segui-los.

Há alguns hoje que acham que Jesus serve para referendar seus caminhos errantes.

Jesus não tem qualquer compromisso com o caminho que fazemos por nossa própria conta. Isso por duas coisas bem interessantes. Primeiro, não é o homem que tem que ir à frente e sim o Senhor Jesus. Quando passamos na frente Dele, assumimos completamente o risco dos nossos atos e escolhas falhas, ainda que alguns depois tentem jogar isso pra cima do responsável da igreja, do pastor, etc. A segunda é porque Jesus é o caminho. Um caminho pronto. Não é para ser feito por nós. É apenas para andarmos por Ele.

Os pais de Jesus faziam seu próprio caminho. Por certo, muitos outros fizeram aquele caminho antes e eles pensavam que era seguro, confiável. Enfim, caminho “receita de bolo”.

Diz a bíblia que demoraram um dia para dar falta do Senhor. Não podemos ficar um dia sem Ele na nossa vida. O Senhor está nas nossas orações para alimentarmos, para viajarmos, quando levantamos e quando vamos dormir. Andar um dia sem o Senhor é impossível, pois Ele faz parte da nossa vida.

Quando os pais de Jesus perceberam que haviam perdido o menino procuraram entre parentes e amigos.

Um dia isto aconteceu conosco. Percebemos que estávamos descendo na vida. E que Jesus não estava no nosso caminho. Ainda procurávamos entre amigos e parentes. Não teve jeito. Jesus não estava lá. Era hora de mudar de vida, mudar de direção. E é isso que fizemos. Estamos subindo rumo a Jerusalém Celestial. Lá, encontraremos eternamente com Jesus.

As tempestades enfrentadas pelos discípulos - Parte II


E, quando subiram para o barco, acalmou o vento. Mt 14:32.

Na primeira mensagem vemos que Jesus dormiu no barco. Agora, neste caso, Ele nem estava lá.

Novamente a tempestade se levanta e é maior que a experiência dos discípulos.

No meio da tempestade alguém vê algo e grita: “é um fantasma”.

Pode ter certeza. Surgiu a dificuldade, sempre aparece alguém que está com o barco mais afundando do que o seu e vai te dar um “bom” conselho. “Olha, este seu problema é físico” (é mar, é tempestade, é vento). Alguém vai dizer: “olha, é espiritual hein. Você passou debaixo de escada? Viu gato preto? Aconteceu numa sexta-feira 13?” (é fantasma).

No meio daquela situação de dificuldade os discípulos visualizam Jesus andando sobre as águas. Um Jesus perfazendo um caminho que ninguém imaginaria. Na luta, na prova, o Senhor demonstra sua misericórdia e nos permite ver Jesus vindo em nossa direção. De uma situação que só víamos tempestade, agora, vemos o Senhor. Ele vem para o barco. Acalma a tempestade. Faz bonança. Renova a fé e a confiança. O Senhor que até o mar e o vento O obedecem. Que a Palavra afirma que até as estrelas do céu estão contadas e são chamadas ao nome pelo Criador. Um Deus que sabe cada fio de cabelo que temos (para os que ainda tem cabelo...rs). Este é o nosso Deus.

Precisamos de Jesus dentro do barco, porque só Ele é capaz de acalmar as tempestades que se levantam contra nós. 

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

As tempestades enfrentadas pelos discípulos - Parte I


E eis que no mar se levantou uma tempestade, tão grande que o barco era coberto pelas ondas; ele, porém, estava dormindo. E os seus discípulos, aproximando-se, o despertaram, dizendo: Senhor, salva-nos! que perecemos. Mt 08: 24-25.

No evangelho de Mateus estão narradas duas histórias em que os discípulos enfrentaram tempestades durante a navegação.

Talvez pela experiências de alguns como pescadores pensassem que seria apenas mais uma dificuldade que poderia ser vencida, mas aquela tempestade parecia que ia vencê-los. Ás vezes o homem é assim. É auto confiante. Pensa que por seus conhecimentos, recursos, ciência, pode vencer todos os obstáculos da vida. Até o momento em que percebe que tem tempestades que são maiores. Enfermidades sem previsão de curas, desemprego, etc.

Diz a bíblia que em um dos casos Jesus estava dormindo no barco. Jesus era um homem de oração. Certamente, se algum dos discípulos tivesse se disposto a orar junto com o Mestre, Ele estaria acordado quando a tempestade começou. Mas ninguém assim o fez e Jesus dormiu.

Essa primeira navegação nos fala do crente que teve uma experiência, colocou Jesus no seu barco, mas o deixou “dormir”. Veja bem, os discípulos precisavam de Jesus e não o contrário. Se o barco afundasse, Jesus poderia sair andando sobre as águas e estava tudo bem, sendo que essa não seria uma realidade para os discípulos.

A Bíblia diz que Daniel orava três vezes ao dia. Depois que foi lançado na cova dos leões, passou por lutas e perseguições, não vemos registrado que Daniel passou a orar dez vezes ao dia. Daniel era um crente constante. “Sede firmes e constantes”. I Co 15:58.

Acorda Jesus, chama Jesus, Cadê Ele meu Deus? Anda, anda, chama o mestre. Imaginemos nós os discípulos diante do barco que beirava o naufrágio.

Às vezes vemos uns “crentes” desesperados. Uns que nunca víamos orando e agora chamam para orar. Que nunca jejuaram e agora estão a perguntar como faz. Que nunca apareceram numa madrugada e agora emendam semanas. Estão fazendo agora. Estão “acordando” Jesus. Mas pense bem. Se agora estão fazendo isso pois estão no meio da tempestade, quer dizer, que antes, não estavam fazendo o melhor para o Senhor.

Ore. Madrugue. Busque na leitura da Palavra. Jejue. Não deixe Jesus dormir, pois precisamos de um Jesus Vivo e acordado dentro do nosso barco. Na hora que a tempestade começar, Ele fará bonança. Mensagem continua.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Na estalagem...


E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem. Lc 02:07.

  • Amigo, estou com minha esposa grávida e ela está prestes a conceber; tem um lugar aí na sua hospedaria pra nós ficarmos durante a noite?
  • Quem são vocês?
  • Somos simples e desconhecidas pessoas. Mas o importante é a criança que está para nascer. Ele é Emanuel, Deus conosco, será nosso Salvador. Se deixarmo-nos repousar na sua hospedaria te garanto que os anjos de Deus te visitarão.
  • Olha meu amigo, na minha hospedaria tem seis quartos. O primeiro está ocupado pela IDOLATRIA, que por sinal tem uma família bem grande. Já tenho deuses para o trabalho, saúde e até mesmo para no acaso de perder alguma coisa. Não preciso hospedar este seu Salvador porque já tenho muitos no primeiro andar.
  • Um pouco ao lado está hospedado a minha FAMÍLIA, que sempre deixou bem claro que eu NUNCA deveria hospedar nenhum outro que pudesse ser o Salvador, afinal de contas, tradicionalmente a IDOLATRIA tem alugado a estalagem da FAMÍLIA. Eu não posso contrariar meu pai e minha mãe.
  • O segundo andar está alugado para OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO. A TELEVISÃO é uma amiga inseparável. Ela ocupa uma grande parte do meu tempo. Talvez seja um dos meus melhores hóspedes. Ficamos tardes inteiras juntos. Do lado da TELEVISÃO está a INTERNET. Eu fico um bom tempo com ela também. Foi inclusive, através dela, que fiquei sabendo que esse tal SALVADOR é uma mentira. Já tentaram aplicar este golpe em outras hospedarias.
  • Por fim, meu caro, o quinto quarto está alugado para o DINHEIRO. Ali está toda minha vida de trabalho. Nele está minha confiança. Com ele veio a MEDICINA, A CIÊNCIA, A PSICOLOGIA. O DINHEIRO não deixa eu ter falta de nada. No último quarto que sobrou está habitando o PECADO. Rapaz, este é que tem a família grande. Junto com ele vieram a PORNOGRAFIA, que vez ou outra encontro com ela na TELEVISÃO ou na INTERNET. Junto com o PECADO mora a TORPEZA, a MALDADE, o ADULTÉRIO, o PALAVRÃO, a ANSIEDADE, a INGRATIDÃO, a MALEDICÊNCIA, o ORGULHO, a SOBERBA, a VAIDADE e a MENTIRA. E olha hein, essa é só a família principal, tem dia que junta os primos tudo, aí nem cabe de tanta “gente boa”. E é interessante que a família do PECADO é tão bem relacionada na minha hospedaria que ela consegue visitar todos os outros hóspedes. Enfim, não tem lugar para o SALVADOR aqui não.

O restante da história nós conhecemos. Não tendo lugar na estalagem, Jesus vai nascer no campo. Lá, vai receber a visita dos sábios (magos) e dos anjos de Deus.

O convite para o nascimento do Salvador no coração do homem não parece ás vezes tão bom, afinal de contas, a sua estalagem (coração) já está muito ocupada.

Se o dono da estalagem tivesse permitido nascer Jesus na sua hospedaria, certamente teria tido bons conselhos com os sábios, teria visto os anjos de Deus e não passaria a noite sem ver o SALVADOR.


E você? Deixou uma reserva pra Jesus no seu coração?

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Perdão


Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei. Então o Senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida. Mt 18: 26-27

Certa vez ouvi uma mensagem sobre a parábola do credor incompassivo. Confesso que nosso entendimento fica melhor quando sabemos que o credor incompassivo foi perdoado de uma dívida de dez mil talentos. E o que são dez mil talentos? Um talento equivale a 35 kg de ouro. Logo, dez mil talentos equivalem a 350.000 mil kg de ouro.

O salário de um trabalhador naquela época era de um denário por dia. O credor perdoado disse no texto que ele pagaria tudo. Mentira. Ganhando um denário por dia, aquele homem teria que trabalhar 150.000 anos ininterruptamente para pagar sua dívida.

Pois é, ele não pagaria. Nem eu e você. Este é exatamente o perdão que o Senhor concedeu a nós. Impagável. Aqueles que confiam na sua fazenda, e se gloriam na multidão das suas riquezas, nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a Deus o resgate dele. Sl 49: 06-07”.

Logo após, o credor perdoado deixa de perdoar uma dívida de cem denários, ou seja, uma dívida de apenas 100 dias de serviço. Cem denários para proporção de dez mil talentos são 600.000 vezes menor.

Amados, dá pra ter uma noção da proporção do perdão pela matemática. Mas isso só é válido se for aplicado. Se sentirmos o perdão de Deus nas nossas vidas e perdoarmos nossos inimigos, porque perdoar amigo, até os ímpios o fazem.

Interessante que mesmo após a dívida ter sido perdoada pelo credor, ele a “cobrou” do credor incompassivo. É possível provar do perdão do Senhor e perder a benção por deixarmos sentimentos menores subirem ao nosso coração. Quem quer o perdão de Deus, tem que aprender a perdoar.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Uma mensagem de Deus pra nós


E os correios foram passando de cidade em cidade, pela terra de Efraim e Manassés até Zebulom; porém riram-se e zombaram deles. Todavia alguns de Aser, e de Manassés, e de Zebulom, se humilharam, e vieram a Jerusalém. II Cr 30, 10-11.
 
Ezequias restaurou o altar de adoração e enviou cartas para o reino convidando a todos que viessem a Jerusalém comemorar a Páscoa. Tipo de Jesus...

Andávamos perdidos feito a mulher samaritana, sem saber a quem adorar, mas Jesus restaurou o altar de adoração no nosso coração; hoje sabemos que Ele é nosso salvador. Descobrimos isso ao receber uma carta de Deus, uma mensagem, “vinde que há uma festa preparada!”.

Confesso que há algum tempo moro numa mesma residência e não sei quem é o carteiro da minha rua. O que importa é que as correspondências chegam.

Nessa jornada da salvação, não importa o carteiro. Importa é a carta que eu e você recebemos um dia e seu conteúdo. Não importa quem evangelizou, quem foi o pregador, quem estava cantando, enfim, o que menos importa é quem é o carteiro, mesmo porque, um dia podemos ter a “grata” surpresa que o carteiro não era tão confiável assim. Importa a mensagem que recebemos, importa que foi uma mensagem de Deus, um convite, uma carta AR, única, exclusiva pra você e pra mim, com endereçamento direto ao nosso coração.

Como saber se realmente essa mensagem era de Deus? A história e a bíblia dizem que quando os reis enviavam alguma correspondência eles selavam suas cartas com o anel (selo) real. (Vide a história no livro de Ester e Daniel, com os reis Assuero e Nabucodonozor).

A certeza que temos desse convite é porque ele veio selado, veio com o selo do Espírito Santo. Veio com a marca do Rei, O Sangue de Jesus.

Por fim, interessante ressaltar que a páscoa era comemorada no primeiro mês (Nisan), precisamente dia 14. Ezequias nesta história estava a comemorar a segunda páscoa, que era comemorada no segundo mês, para aqueles que estavam impuros ou estavam longes.


Deus enviou uma mensagem, uma carta para Israel. Estes negaram o convite, fizeram como o texto, zombaram, riram, mas houve um povo, gentílico, que aceitou o convite. Esse povo somos nós, e agora, estamos rumos a Jerusalém celestial. O povo que era impuro, que estava longe, mas que agora está perto, cada vez mais perto, levando no coração não o nome do carteiro que entregou a mensagem, mas levando a promessa de participarmos de uma festa eterna com o Rei da Glória.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Seu compromisso é com Léia ou Raquel?


E disse Labão: Não se faz assim no nosso lugar, que a menor se dê antes da primogênita. Cumpre a semana desta; então te daremos também a outra, pelo serviço que ainda outros sete anos comigo servires. Gn 29: 26-27.

Em meio a sua peregrinação, Jacó encontra Raquel, e, como dizem por aí, “foi amor a primeira vista”. Jacó então trabalha sete anos para tê-la, mas no dia da sua “lua de mel”, Labão lhe entrega Léia, irmã mais velha de Raquel. Há quem diga que Jacó foi enganado, mas se olharmos bem, as filhas pertenciam ao pai e este poderia dá-las em casamento a quem quisesse, e assim o fez, conforme o texto. Para ter Raquel, era preciso casar com Léia primeiro.

Para ficar mais interessante, é importante ressaltar que Léia era desprovida de beleza (para não falar feia) e Raquel formosa à vista, traduzindo, bonita como minha esposa (depois desta, espero que minha esposa acesse o blog).

Eu e você somos como Jacó. Apaixonamos de cara pela benção. Um carro novo, um bom emprego... A benção é linda, enche os olhos. É apaixonante... mas antes, é preciso casar com Léia. E Léia num é bom aos olhos não...

Léia é a figura do compromisso com a madrugada, com os jejuns, com as orações. A carne não se agrada disso. Léia não serve para a carne, mas faz parte do projeto do Pai. Você quer a benção? Então se comprometa com Léia.

De Léia vieram dois filhos que vale a pena ressaltarmos. Um é Judá e outro Levi. De Judá descendeu o salvador, Jesus. De Levi, foram separados os trabalhadores para a casa de Deus. Ter um bom carro, uma boa casa, um bom emprego, tipo de Raquel, é muito bom, mas o que gera Jesus no nosso coração são as experiências de Léia. É com ela que temos que manter um compromisso. Nos jejuns, orações, madrugadas, o Senhor é revelado nas nossas vidas e é nessa fidelidade que somos separados para sermos instrumentos nas mãos do Senhor.

Só para ressalvar; Labão, depois de Jacó ter mantido seu compromisso com Léia, entregou a ele Raquel. Deus derrama sua benção pelo seu grande amor. Não pense no casamento de Léia como uma troca com Deus, mas veja que Deus é fiel para cumprir sua Palavra.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Sugestão de mensagem para o culto dos colegas de trabalho


E quando o iam levando, tomaram um certo Simeão, cireneu, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz às costas, para que a levasse após Jesus. Lc 23:26

A Cruz do Senhor, segundo avaliações atuais, pesava cerca de setenta quilos (...). Era Simeão natural de Cirene, uma cidade de cultura grega, ao norte da África, hoje localizada na Líbia. Os cireneus tem pele escura (…). Ao viajar 1300 km para morar em Jerusalém, Simeão nem imaginava que seria escolhido para carregar tão importante cruz e cooperar na mais poderosa obra de Redenção da Humanidade (…). O Evangelho Reunido de Juanribe Pagliarin, pág 409.

Poderia ser só mais um dia de trabalho na vida daquele homem. Mas não foi. Voltando do campo, se depara com a Cruz de Cristo. Há alguns interessantes motivos para Simeão ficar registrado nos evangelhos.

Simeão era um trabalhador e pai de família, não era um ladrão ou assassino como Barrabás. Porém, a Cruz também era pra ele. Jesus veio para morrer no lugar de todos, bons, ruins. A cruz pertence a todos nós, independente de classe social, cor, cultura. Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me. Mt 16:24;
Mas veja bem, eu e você não precisamos andar com uma cruz pendurada no pescoço, nem mesmo pregá-la em qualquer lugar. Isso porque...

A morte de Cruz era a maior vergonha e sofrimento que um homem podia ser condenado a época. Simeão, por alguns minutos deve ter sentido muita vergonha de carregar uma cruz. Quem passasse por ali e não tivesse visto a cena inicial poderia até pensar que Simeão é que seria crucificado. Mas assim como há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte, olhar friamente para aquela cena poderia transmitir uma imagem falsa. Alguém que conhecesse a Simeão poderia ter ficado desesperado e até fosse chamar seus parentes com uma notícia: “Simeão vai morrer”. Mas quando retornasse, viria que alguém tomou sua cruz. Esse alguém é Jesus. Era Simeão, eu e você que teríamos que carregar aquele fardo, mas Jesus o fez por nós.


Simeão sentiu só um pouco do peso da Cruz. Talvez alguns de nós estejamos sentindo o peso da cruz. Uma luta, uma enfermidade, etc. Mas lembre-se, o peso da cruz para nós é momentâneo, porque Ele venceu a cruz por nós. Não deixe que as lutas deste mundo pesem sobre seus ombros trazendo ansiedade, dor, sofrimento. Isso é momentâneo. Muito em breve o nosso Salvador, Aquele que não está pregado numa cruz porque está vivo, virá e nos levará para morar na eternidade.

Simeão teve um encontro com o Salvador voltando do trabalho. Tenha também um encontro com Jesus todos os dias depois do trabalho.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Pão Sagrado



Então o sacerdote lhe deu o pão sagrado, porquanto não havia ali outro pão senão os pães da proposição, que se tiraram de diante do Senhor. I Sm 21:06

Vemos que entre a unção de Davi e a posse do reino, se passou um grande intervalo de tempo. Nesse lapso, o filho de Jessé viveu um período de muitas lutas.

Davi fugia de Saul. Como a fuga foi rápida não teve como levar alimento e nem armas. Com fome, ele vai até o sacerdote e pergunta se lá havia algo para comer e a resposta é imediata: “Aqui não temos pão comum, apenas pão sagrado”.

Grande semelhança há entre Davi e nós, que também fomos eleitos por Deus, chamados e escolhidos para o reino dos céus, mas que ainda aqui, enquanto esse dia não chega, estamos cercados de lutas e fugimos muitas vezes de vários inimigos; tristeza, decepção, angústia, medo, etc.

Mas enquanto fugia, Davi buscou um lugar pra se alimentar e foi recebido pelo sacerdote. Nós também nos momentos de aflição temos um refugio na presença do Senhor. Que bom é quando perguntamos como Davi: “há alguma coisa pra comer”? E a resposta é: “Pão comum não temos, mas pão sagrado temos”. Na casa do Senhor o único e suficiente alimento é o Senhor Jesus. Veja que o texto diz que o pão foi retirado da presença do Senhor para dar a Davi. Isso também aconteceu; para que o pão fosse servido a nós, Ele (o Pão da Vida), estava na Glória e saiu do Pai para vir a este mundo morrer por nós. Por isso mesmo, a Palavra o chama de “o Pão Vivo que desceu do Céu!”

Davi, depois de se alimentar ficou com ânimo pra batalha e fez uma pergunta: “tem alguma espada”? E o sacerdote disse: “aqui não temos espada a não ser a que você matou Golias”. Quando nos alimentos de Jesus o ânimo volta e descobrimos que a arma que nos deu vitória no passado continua a nossa disposição, a Palavra continua sendo revelada, a oração continua a nossa disposição, o jejum, as madrugadas e como “Golias” caiu, outros cairão.


Saul dava um banquete na festa da lua nova e ele esperava por Davi por querer matá-lo na festa, mais a Palavra diz que a cadeira de Davi estava vazia. Há um banquete de morte para o qual fomos chamados, mais nossa cadeira está vazia porque estamos assentados a mesa do nosso Senhor.

Contribuição: Thiago - JF

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Sugestão de mensagem para o culto pelos familiares



E a sogra de Simão estava deitada com febre; e logo lhe falaram dela. Então, chegando-se a ela, tomou-a pela mão, e levantou-a; e imediatamente a febre a deixou, e servia-os. Marcos 1:30-31

Existe uma falácia que sogra é algo ruim. Venho publicamente para dizer; isto é MENTIRA. Minha mãe é uma excelente sogra para minha esposa, embora a mãe da minha esposa, … deixa pra lá...

Simão havia tido uma experiência interessante. Recebeu um chamado de Jesus e o seguiu. Seguiu sem ver ainda as maravilhas, os grandes sinais, sem ver Jesus transfigurado. Seguiu Jesus pelo convite que recebeu.

Mas agora Jesus vai à casa de Simão. Lá, algo não estava bem. Sua sogra. Diz a bíblia que ela estava com febre. O texto narra que Simão intercede junto ao Mestre pelo seu ente.

Em regra, febre não é doença. Ela é a manifestação do corpo para algo que não está bem. De um resfriado a alguma doença muito mais grave.

A experiência de Pedro é notável. Abriu mão de tudo para seguir a Jesus, profissão, parentela. Mas antes de ir, era de bom alvitre que o Mestre desse uma passadinha lá na sua casa.

Essa é a nossa experiência. Um dia, abrimos mão de tudo, de nós mesmos inclusive, para seguir ao Senhor. Mas isso não quer dizer que esquecemos da nossa família. Pelo contrário, passamos a valorizá-los ainda mais, a orar mais por eles, por isso tiramos um mês para jejuar, madrugar, cultuar ao Senhor em favor dos nossos.

Pedimos ao Senhor que também faça uma visita na nossa casa. Às vezes tudo parece bem, mas somente parece. Há algo que não vai bem, que está no interior e é desconhecido.

Hoje, as pessoas usam muitos anti térmicos para controlar a febre. Assim, usam de muitos artifícios para enganar que estão bem. Escondem-se atrás do casamento, da família, da profissão, de deuses, mas existe um problema. A alma do homem. “A minha alma tem sede e sede do Deus vivo”.

Depois que a sogra de Pedro foi curada a bíblia diz que ela servia a Jesus, ou seja, antes ela não O servia.


Nós oramos para isso. Para que Jesus vá no nosso lar e faça com que os nossos entes também possam servi-Lo. Ainda que Ele tenha que curar a sogra...srrs...

A foto foge do contexto do texto, mas era a última que estava catalogada...rsrs

Um poucochinho de luz


Jo 05:35 Ele era a candeia que ardia e alumiava, e vós quisestes alegrar-vos por um pouco de tempo com a sua luz.

Imagine-se andando durante a noite. Na...

Lua minguante: a luz vai diminuindo com o passar dos dias.
Lua nova: maior ausência de luz. Seu caminhar estará certamente prejudicado.
Lua crescente: há um pouco mais de luz. A medida que os dias passam, a claridade aumenta.
Lua cheia: é a fase em que há mais luminosidade.

Assim são os servos do Senhor. Um dia andávamos na total escuridão do pecado. Aprouve a Deus, na sua infinita misericórdia, colocar na nossa noite, uma lua. Um servo que, por si só, não tem luz própria, mas que reflete a luz de Jesus. Você encontrará todos os tipos de servos, alguns cheios da graça do Senhor, com mais luz, outros com menos, outros com bem menos e até alguns ausentes de luz.

Mas fato é, que independente da lua que Deus usou para você enxergar um pouquinho na escuridão da noite, ainda é noite e sua visão continua prejudicada. Importa para nós, atendermos o conselho do apóstolo Paulo que dizia: “andamos por fé e não por vista”. Na noite, vemos somente a lua, mas temos a certeza que existe algo bem maior e mais luminoso. Essa é nossa fé. Aguardamos ansiosamente o raiar de um novo dia, chamado de dia Perfeito, onde nós poderemos desfrutar do Sol da Justiça.

Maná - Conjectura e possibilidades.


Nm 11:06 Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos.


Senhor, maná de novo?
Sim.
Mas ontem também foi maná.
Pois é, e amanhã será maná também.
Oh Senhor, no começo até que foi legal, diferente, diria, novidade, mas agora já deu, tem aí um filé com fritas não? Ou quem sabe uma picanha feita com aquele holocausto, com uma leve camada de gordurinha e uma coca-cola bem gelada? (informo que não estou ganhando pelo merchandising).
Tem não. Na verdade o maná pode não agradar mais a carne, mas agradaria muito se olhasse com os olhos do Espírito. Qual o povo tem um alimento diferenciado como este e que vem do céu por milagre?

Acho que com Jesus foi mais ou menos assim...

Seguir a Jesus era muito fácil. Se estivesse doente Ele curava, se faltasse comida Ele multiplicava, se morresse Ele ressuscitava, ora, assim todo mundo quer seguir a Jesus.

Mas acredito que assim como o povo acostumou-se com o maná, o povo “acostumou” com a benção do Pão vivo que Desceu do céu...

olha lá rapaz, estão trazendo mais um cego para Jesus. Já “to” até vendo que o cego vai ver...

Assim é hoje. Tem muitas pessoas que tem tudo e nunca estão satisfeitas. Isso ocorre porque não se satisfazem com o maná, o Pão vivo que desceu do céu. São aqueles que estão vivendo carnalmente. Precisam de uma novidade todo dia. Não espiritual, mas sim para esta vida.

Mas vai pregar sobre Jesus de novo? Já pregou sobre salvação esta semana!

Talvez aqui esteja um dos maiores segredos das vitórias de Davi na presença do Senhor...

Salmos - Capítulo 8

1: Ó SENHOR, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra, pois puseste a tua glória sobre os céus!
3: Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste;

Davi tinha a capacidade de ver Deus na natureza, na obra criadora, em tudo que fazia. Acordar e levantar não era uma rotina, mas um privilégio concedido por Deus.

Em tempo: antes de Deus enviar o maná pela manhã, Ele deu ao povo a carne na parte da tarde. Figura da obra perfeita de Deus. A carne de Jesus foi entregue por sacrifício ao homem a tarde (3 hs), para que pela manhã (domingo de manhã), o maná fosse entregue a todo mundo.

Uma história que se parece com a minha...


2 Sm, 09,13: Morava, pois, Mefibosete em Jerusalém, porquanto sempre comia à mesa do rei, e era coxo de ambos os pés.

Um amigo contou-me uma história e vou recontá-la como se fosse eu...

A tradição mostrava dois caminhos ao novo rei que assumia o reino. O primeiro era “treinar e escravizar” a família da antiga realeza de forma a enviá-los a outras províncias dominadas. (Nabucodonosor procedia assim). A segunda forma era extirpar toda parentela do antigo rei.

Davi não fez isso. Agiu com benevolência. Mefibosete era neto do antigo rei Saul, era deficiente, não tinha qualquer proveito para o novo reino, mas mesmo assim, agindo de forma diferente dos outros reis, traz Mefibosete para morar em seu palácio.

Essa história se parece com a minha. O pecado me fazia parente do antigo rei (que era mau)...
Mas veio um novo Rei (Jesus) e usou de benevolência comigo. Levou-me para seu palácio (a igreja), me alimentou, cuidou de mim. Achava estranho, me sentia um deficiente, não sabia cantar, louvar, pregar, mas estava cercado dos serventes do Palácio. Sempre tinha alguém para me abraçar, me desejar a paz do Senhor, um monte de gente orando por mim, gente que nem conheço, servos indo me visitar...tudo aquilo era muito novo...

Mas é assim que o Senhor me fez entender o quanto sou devedor. Quando parei para ver, percebi que tudo esta pronto quando cheguei. Hoje, diante de tão grande proteção que desfruto no palácio, acabo ficando sem graça de não fazer nada, de levantar, comer, ir embora e esperar a próxima refeição... mesmo sendo muito limitado, ás vezes tento ajudar na limpeza, águo as plantas do jardim... estou com tanta intimidade com o Rei que Ele tem deixado até ajudar no preparo do alimento (Palavra) e me disse que posso chamar mais gente para vir comigo. Tem muita gente que me ignora na porta, quase ninguém percebe o cuidado da flor e do palácio. Veem que esta tudo limpo e bem cuidado, mas não procuram saber quem fez aquilo. Na verdade, isso é bom. Melhor que as pessoas continuem indo ali por causa do Rei e que eu continue passando desapercebido...”importa que eu diminua para que ELE Se enalteça...”

O palácio é grande e há muito trabalho para ser feito. A cada dia que passa, mais gente como eu vai se achegando. Inveja? Inveja não. Tem lugar para todo mundo e quanto mais gente para trabalhar melhor...

Sabe, melhor eu ir parando por aqui porque quando o texto começa a ficar muito grande, as pessoas costumam não ler até o final...(risos)...mas deixa eu falar um segredo: o Rei me disse que nós sairemos deste palácio e haverá uma morada muito melhor do que esta. Ele disse que já está preparando tudo e que em breve, muito em breve, aqueles que estão servindo a Ele vão morar neste novo lugar...se aqui no Palácio sou um mero devedor despercebido, lá, neste novo lugar (Eternidade)...reinarei com Ele.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

O leão na cova...


...e também desceu, e feriu um leão dentro duma cova, no tempo da neve.” I Cr 11, 22c

Era inverno. Ali estava o leão. Sua aparência frágil devido ao rigoroso inverno o fazia parecer quase morto...

Um homem desceu ali na cova, no frio, e matou o leão. Para que se arriscar? Naquela situação o leão parecia inofensivo e digno de ajuda, não uma ameaça. Mero engano...O leão sempre é uma ameaça.

O leão na cova é a carne do homem. Acontece que alguns sentimentos, pensamentos, hábitos, mesmo depois de convertidos no Senhor, insistem em ficar vivos. Escondem-se em alguma “cova” do coração. As vezes o Senhor nos mostra que o leão ainda está vivo, parece frágil e inofensivo, mas está no aguardo do primeiro deslize, da primeira brecha para devorar o homem.

Quer um conselho? Aproveite e não dê alimento ao leão (jejum). O animal armazena energia dormindo, não deixe-o dormir (madrugada) e de acordo que os leões forem surgindo, mate-os com a espada (Palavra).

terça-feira, 25 de junho de 2013

Achados de Deus


Achei a Davi, filho de Jessé, homem conforme o meu coração, que executará toda a minha vontade. At 13:22b

É certo que muitos de nós já ouvimos algumas mensagens que tenham como base o texto em referência.

É muito interessante que alguém tenha um coração conforme o coração de Deus. Que bom é sabermos que podemos viver a mesma experiência, ou pelo menos, lutamos para alcançarmos o coração de Deus e a mente de Cristo.

Mas queremos dar uma outra ênfase ao versículo. “Achei a Davi.”

Davi foi achado. Poderia estar em um bom lugar, confortável, em uma situação de bonança e abastado, contudo, a forma que Deus expressa a vinda dele para sua presença é com o verbo “achar”.

Pouco importa se escondíamos atrás de uma boa família, de um bom casamento, bens. Ou se estávamos no vale da sombra da morte (apesar que é nessa condição que todos antes de conhecer ao Senhor estavam).O Senhor nos achou.

É maravilhoso, é motivo de darmos honras e glórias ao Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, Aquele que é digno, porque Ele nos achou. Quando estávamos perdidos nas trevas deste mundo, assentados, esperando a morte que nos restava, Ele nos resgatou para sua Luz, nos achou em momentos que estávamos perdidos para nós mesmos. Glorifique ao Senhor, louve a Deus, as provas ao seu redor não tira de você e de mim a benção de sermos achados do Senhor.


Mensagem sugerida pelo irmão Thiago – JF.