I cr 13, 09 e 10
E, chegando à eira de Quidon, estendeu Uzá a sua mão, para ter mão na arca, porque os bois tropeçavam. Então se acendeu a ira do Senhor contra Uzá, e o feriu, por ter estendido a sua mão a arca; e morreu ali perante Deus.
A aliança que havia entre o povo de Israel e Deus era representado pela presença da arca. A comunhão era mantida/restaurada mediante o derramar do sangue dos sacrifícios dos animais em um ritual próprio. Figuralmente falando, vemos que antigamente a obra de Deus se sustentava (era carregada) pelos animais. Mas chegou um ponto que o Senhor não queria mais sacrifício, queria obediência, e como no texto, os bois tropeçavam, já não eram suficientes para carregar tão grande benção (aliança com Deus) e sustentar tão grande peso (pecado do povo). Uzá então, para não deixar a arca cair coloca sua mão e é ferido de morte. Essa história é uma bela figura profética da pessoa do Senhor Jesus. Uzá significa homem forte, e foi através deste Homem forte (Jesus), que também foi ferido de morte, é que mantem-se o sustento da obra. Ninguém ali era digno para tocar a arca e poder “mante-la de pé”. Jesus por amor a nós não se importou com o preço do ato (morte de cruz), mas o fez para que a salvação chegasse a nós. Saem os bois, símbolo da força humana, e entra o cordeiro perfeito. Este sim, o sustentador da nova aliança.