sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Sentença


Acusação: Pesa em desfavor do acusado o cometimento de toda sorte de pecado, por ações e omissões, utilizando-se de gestos, palavras, atos e pensamentos.

Das arguições preliminares: Alega a suspeição do juiz haja vista que este atuou como advogado no processo, conforme se vê em 1 Jo 02:01b, in verbis: se alguém pecar,temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.

Razão não assiste a defesa: Pelo princípio do juiz natural, a parte já conhecia por quem seria julgada, conforme “Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia;” 2 Tm 04:08b. Acrescento ainda a previsão legal: Porque o Senhor é o nosso Juiz; Is 33:22

Ademais, durante toda a vida terrena o acusado teve a disposição o melhor advogado que exite, contudo, jamais quis utilizá-Lo, antes preferindo viver como se nunca o dia do julgamento fosse chegar.

Do mérito da defesa: Alega que foi um bom homem, sempre pagou suas contas em dia, tinha uma bela família onde cuidou dos filhos e da esposa, ajudou os pobres e fez boas obras, ia na igreja uma vez por semana, assim merece ser absolvido.

Defesa não merece prosperar pelos fatos e fundamentos a seguir:

A um; a alegação de que foi um bom homem não procede. Mc 10:18 E Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom senão um, que é Deus.

Ora, é muita pretensão se dizer bom, querendo neste caso, ser acima do próprio juiz que nunca se referiu a si próprio como tal.

A dois; dizendo ser pagador de suas contas, também em nada melhorou sua situação. Vejamos: Mt 22:21 Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.

Ao pagar suas contas, que nada mais são do que as contra prestações do usufruto da sua própria vida, não fez mais do que sua obrigação.

A três, os dizeres de cuidar dos filhos não tem validade perante o juízo. Ainda que o acusado tenha juntado provas que em seu tempo muitos pais não educavam seus filhos e inclusive os abandonavam, conforme se vê: Eis que os filhos são herança do Senhor, Sl 127: 03a, estamos diante de uma dádiva ao acusado e não um motivo de escusa.

A quatro, o cuidado com a esposa também não convence o julgador. Aliás, pelo que se vê, Aquele que encontra uma esposa, acha o bem, e alcança a benevolência do Senhor. Pv 18:22 Conforme se pode ver nos extratos de registros funcionais, o acusado teve uma excelente esposa, que durante muitos anos o chamou para ir a igreja, mudar de vida e fugir do juízo final, mas sempre o réu alegava que pela manhã, na escola dominical, estava cansado ou ia ver a “Fórmula 1”, e a noite, que ficaria em casa para ver o futebol. Assim, a alegação ESPOSA ainda pesa mais contra o acusado.

A cinco, a alegação de ajudar os pobres e fazer boas obras não tem validade neste tribunal. Ajudar os pobres era sim um mandamento e uma obrigação, mas por si só não era suficiente para elidir o pecado. Ef 02:8 -9 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie;

A seis, ir na igreja uma vez por semana, também não livraria ninguém do juízo, conforme se vê, Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Mt 07:21, mesmo porque, embora tivesse ido na igreja algumas vezes na vida, consta no livro de registro que o réu: não prestava atenção nas pregações, antes, criticava o pastor, ficava observando os frequentadores da igreja, fazendo julgamentos a respeito dos tais, dormiu em 27 oportunidades, saiu mais cedo sem esperar o término diversas vezes e conseguiu a proeza de contar duas vezes quantas telhas tinha no telhado da igreja, embora nas duas vezes, errou a conta.

A sete, deixa-se claro que nenhum dos argumentos apresentados foi capaz de elidir as faltas cometidas, logo, configurado está o cometimento dos pecados. Destarte, necessário, pela dosimetria da pena, aplicar a pena base para o caso em lide: Vejamos a previsão da pretensão punitiva:

Porque o salário do pecado é a morte, Rm 06:23

Por todo o exposto, o acusado sabia que alguém deveria ter morrido em seu lugar para livrá-lo da sua pena. Apesar de saber disso, nunca colocou em prática, nunca morreu para o mundo, nunca aceitou Aquele que morreu em seu lugar, antes aceitou os prazeres da vida, logo, sua sentença será (…).

Esta sentença será a mesma de qualquer um que não aceita a Jesus como salvador. Neste tribunal, não cabe “in dubio pro reo”, não cabe recurso, nem embargos infringentes, nem o julgamento terminará em “pizza”. Mude sua sentença enquanto é tempo!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

O esconderijo do Altíssimo


Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Sl 91: 01 e 07

O salmista começa seu cântico expressando a confiança que ele tinha em habitar no esconderijo do Altíssimo. Habitar é muito mais do que fazer uma visita e ir embora. O esconderijo do Altíssimo não é um hotel pelo qual estamos de passagem. Tão pouco uma loja de conveniência que encontramos aberta e ali desfrutamos por algum tempo daquilo que, até então, não tínhamos encontrado lá fora.

O esconderijo é onde habitamos. Fizemos morada. Fixamos nossas bases e raízes. Como o próprio nome diz, neste lugar estamos escondidos do olhar do adversário.

Quando olho para meu casamento, meu trabalho e até coisas menores que me cercam, como minha casa e meu carro, vejo ali uma providência de Deus. Em tudo há sua boa mão. Em tudo vemos as orações respondidas, a consulta a Palavra, dons que se cumpriram.

A presença do Senhor é este esconderijo. Manifesto hoje por meio da igreja fiel. Um corpo, uma habitação. Onde somos fortes. É uma sombra no meio deserto. Em volta, o sol castigante; no Senhor, descanso comprado por Aquele que não teve descanso, nem sombra enquanto esteve neste mundo. Jesus.  

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Jesus, a Luz do mundo.


Durante muitos anos a ciência acreditava que a luz se propagava instantaneamente. Tempos depois foi descoberto que a luz tem a incrível velocidade de 300.000 Kms por segundo. Ela decorre espaço em tempo.

A Bíblia diz que Jesus é a Luz do mundo. Tem gente que pensa que essa Luz é automática. Pelo simples fato de existirem (serem criaturas), pensam que o Senhor está com eles (afinal de contas, "todos" são filhos de Deus....).

Partindo da premissa que a Luz é algo automático na vida do homem, todo tipo de falácia é lançada. Há aqueles que buscam Jesus uma vez por semana, outros, uma vez por ano, outros ainda consideram que nem precisam buscá-lo, nem frequentar uma igreja, etc. Há quem pense que por ter sido “batizado” quando pequeno (herança do casamento da igreja com o império romano) a Luz está garantida. Não, não está.

A Luz gasta tempo. O exato tempo para você aceitá-la.

É incrível sua velocidade. Quando não há barreiras, a luz é capaz de viajar numa velocidade tão grande que Albert Einstein dizia que se conseguíssemos viajar na sua velocidade o tempo deixaria de existir para nós.

A ciência já verificou a existência de uma eternidade sem um tempo "Krono" ( que pode ser medido), mas sim com um tempo kairós (tempo que não se pode medir). Mas o que estamos tratando aqui é deste pequeno tempo tão importante. O tempo de tomar a decisão para deixar a Luz habitar.

Quantos anos o ladrão da cruz que aceitou a Luz tinha quando foi crucificado? Não sabemos. Vamos imaginar, só a título de suposição que tivesse 30 anos. Para dizer a frase: “SENHOR, LEMBRA-TE DE MIM QUANDO ENTRARES NO TEU REINO” o ladrão da cruz gastou em torno de cinco segundos.

Se tivesse realmente trinta anos, até aquele momento, aquele homem teria vivido nada mais nada menos do que, 10.957 dias ou 262.968 horas ou 15.778.080 minutos ou 946.684.800 segundos.

Se pegássemos este número de segundos, quase todos desperdiçados, veremos que em cinco segundos, após ter a oportunidade, A Luz entrou em seu coração. Que velocidade fantástica. Que operação maravilhosa que Jesus faz quando entra no coração do homem, capaz de anular todo o erro de mais de novecentos milhões de segundos.


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

As bençãos de José


José é um ramo frutífero, ramo frutífero junto à fonte; seus ramos correm sobre o muro. Os flecheiros lhe deram amargura, e o flecharam e odiaram. O seu arco, porém, susteve-se no forte, e os braços de suas mãos foram fortalecidos pelas mãos do Valente de Jacó (de onde é o pastor e a pedra de Israel). Pelo Deus de teu pai, o qual te ajudará, e pelo Todo-Poderoso, o qual te abençoará com bênçãos dos altos céus, com bênçãos do abismo que está embaixo, com bênçãos dos seios e da madre. As bênçãos de teu pai excederão as bênçãos de meus pais, até à extremidade dos outeiros eternos; elas estarão sobre a cabeça de José, e sobre o alto da cabeça do que foi separado de seus irmãos. Gênesis 49: 22 – 26


Deus tem um compromisso com todos aqueles que guardam a sua Palavra, e por isso lhes concede experiências para que cresçam no seu conhecimento e na sua graça.

  1. José foi desprezado por seus irmãos e incompreendido por seus pais, no entanto guardou a Palavra do Senhor e ele o colocou numa posição elevada.
  1. José cresceu muito, mas o Senhor o chamou de “ramo”, que representa algo frágil mas que por estar junto às fontes das águas se torna grandemente frutífero. Era um ramo frágil na verdade, mas que corria sobre o “muro”, que lhe dava sustentação e firmeza. O Senhor é o muro que dá sustento à sua igreja, que é o ramo frágil que frutifica junto à fonte. O fruto é o alimento que deve ser produzido, apesar das lutas e das frechas amargas que são lançadas contra nós a todo momento para nos provar. Apesar das provas, o ramo não pode deixar de produzir frutos, pois ele não depende dos fatores exteriores, mas da fonte que lhe fornece a seiva que circula no seu interior.
  1. A razão das provas é que elas nos levam a lançar mão do “arco” (revelação) e nele nos suster. Nas situações de fraqueza nossos braços devem ser fortalecidos pelas mãos do “Valente de Jacó”, que é o Senhor Jesus, pois ele é o Forte que tem o arco que nos dá a vitória. Ele é o “Pastor” que nos livra do lobo e nos guarda de todos os perigos deste mundo. Ele é a nossa “Pedra”, o nosso fundamento onde reclinamos a cabeça para descansarmos e termos a visão da eternidade (experiência de Jacó).

As bênçãos do Senhor são para a sua igreja, as dos céus e as da profundidade. As bênçãos dos peitos (o leite, o alimento, a Palavra Revelada) da madre (a vida eterna). As bênçãos que o Senhor tem para nós nesta última hora são mais excelentes que as do princípio (vinho de excelente qualidade) até às extremidades dos montes eternos. Elas estarão sobre a igreja, a qual foi separada dentre os povos da terra.

Enviado por: André Dionísio - PORTUGAL.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Três escolhas para os sinais

Êxodo - Capítulo 9: 20 Quem dos servos de Faraó temia a palavra do SENHOR, fez fugir os seus servos e o seu gado para as casas;


A saída do povo Hebreu do Egito é um acontecimento maravilhoso que figura o arrebatamento da igreja. Alguns fatos que a bíblia registra sobre este assunto nos chamam atenção. A ver:

No texto acima, servos de Faraó ao observarem os ditos de Moisés e Arão, passam a dar credibilidade a suas palavras e a cumprir as revelações. Ao fazerem isso, preservaram seus servos e seu gado. Podemos perceber então a grande diferença do projeto de Deus para a igreja fiel e o projeto daqueles que não tem um compromisso com Deus. As pragas (para o Egito), maravilhas (para os Hebreus) eram sinais notórios do poder de Deus manifesto entre o povo, porém, para os Hebreus os sinais serviam para a saída daquele lugar, para os egípcios eram apenas sinais.

Os sinais que hoje Deus tem feito no meio da sua igreja servem para confirmar ao povo do Senhor que este não é nosso lugar. Estamos sendo preparados para sair desta terra e morarmos na terra prometida (eternidade). Assim como os egípcios usaram a palavra para salvar bens materiais, hoje também muitos religiosos tem usado da palavra, do nome de Deus, para aumentar o material. Só que tem uma diferença: o egípcio não vai sair. Seu compromisso é com o Egito, com as coisas deste mundo. Os sinais estão aí. Eu e você podemos fazer três escolhas: ignorá-los como fez Faraó. Obedecer pensando no material, como alguns servos de Faraó ou encher nosso coração de fé e prepararmos para a saída. Da primeira praga até a última, se passaram poucos dias. É tempo do breve!

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

O Peixe Salvador



Mt 17:27 vai ao mar, lança o anzol, tira o primeiro peixe que subir, e abrindo-lhe a boca, encontrarás um estáter; toma-o, e dá-o por mim e por ti.

Ao se deparar com a necessidade de pagar impostos ao império romano, Jesus dá uma ordem a seu discípulo. Mais do que isso, nos dá uma grande lição espiritual...

O homem quando nasce herda uma dívida enorme. O pior que a alma é a garantia. Não diga que é injusto, que nada fez para esta “pré-dívida”, afinal de contas, em pouco tempo você começará a contribuir para aumentá-la. Estamos falando da dívida que o pecado nos traz. Ela faz com que o credor (inimigo) fique a rodear o homem atrás da sua vida, da sua alma.

Como pagar essa dívida?

Cabe ao homem ir atrás do “peixe salvador”. Ele deve buscá-lo até encontrá-lo. Pode demorar. A bíblia não fala quanto tempo Pedro teve que ficar esperando, mas ele veio. Este peixe fala da pessoa do Senhor Jesus.

O habitat do peixe é a água. O “habitat” de Jesus é a eternidade, na glória com o Pai e os anjos, mas vendo a dívida impagável do homem, Jesus se apresenta, saí do seu lugar e vem para a terra. Assim como peixe que tirado de dentro da água vai morrendo, assim é o Senhor; todo corpo físico conquistado com o trabalho de carpinteiro, aos poucos foi se enfermando, noites frias que passou em oração, jejuns prolongados, o fardo e o pecado do homem, assim Ele foi até a sua morte.

Antes da sua crucificação, Jesus foi vendido por trinta moedas de prata. Preço de um escravo. A prata tornou-se em tão o símbolo da redenção pelo Seu sangue. O estáter citado no texto é uma moeda de prata que permitiu aos discípulos o pagamento daquela dívida.

A ordem para pegar o peixe era específica. Tinha que ser o primeiro peixe. Não era o maior. Não era o mais vistoso, nem era de uma espécie A ou B, era o primeiro peixe. Aquele era o único que tinha o preço a ser pago. Jesus se encaixa perfeitamente. Não era o mais bonito, não era o maior, mas era o único que poderia dar ao homem o preço da dívida. Jesus nos deu a redenção pelo seu sangue e agora não temos mais dívida alguma com o credor.

Ainda hoje, as pessoas correm atrás de outros peixes. Peixes com preces poderosas, querem óleo de peixe, peixem raros que vem de lugares distantes...bobeira...só o primeiro Peixe que veio, o único, pode salvar o homem da sua dívida.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Achamos o resgate


E a sua alma se vai chegando à cova, e a sua vida aos que trazem a morte. Se com ele, pois, houver um mensageiro, um intérprete, um entre milhares, para declarar ao homem a sua retidão,
Então terá misericórdia dele, e lhe dirá: Livra-o, para que não desça à cova; já achei resgate. Jó 33:22-24

Jó reconhece no texto a trágica situação de todo homem: “e a sua alma se vai chegando à cova”. É um processo inevitável que já começa no ventre daquela que nos gerou.

Tal informação é angustiante. Era para Jó também, contudo, profeticamente há o registro de uma possível salvação...

Se com o homem natural, mortal, que somente espera a morte, houver um mensageiro para declarar sua retidão, então haverá misericórdia, haverá livramento, pois se achou resgaste.

O Mensageiro é a figura profética de Jesus. Aquele que é a Palavra de Deus e que veio com uma mensagem, as boas novas. Há salvação para o homem!

Jesus trouxe misericórdia a nossa vida. Nele achamos resgaste para nossa alma. Em outras palavras, fomos sequestrados pelo pecado e se cobrava um alto preço pelo resgate: a morte de um inocente. Jesus se apresentou e foi o preço do nosso resgaste. Por Ele, estamos livres do pecado. Agora, o corpo até vai chegando à cova, mas a alma, vai se chegando a Deus para o encontro com nosso Senhor.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Diálogo no ventre


No ventre de uma mulher grávida dois gêmeos dialogam:

- Você acredita em vida após o parto?
- Claro! Há de haver algo após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Afinal como seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a nossa boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Além disso, andar não faz sentido pois o cordão umbilical é muito curto.
- Sinto que há algo mais. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.

- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita em mamãe? Se ela existe, onde ela está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela não existiríamos.
- Eu não acredito! Nunca vi nenhuma mamãe, não existem provas científicas que ela exista, por isso é claro que ela não existe.
- Bem, mas ás vezes quando estamos em silêncio, posso ouvi-la cantando, ou senti-la afagando nosso mundo. Eu penso que após o parto, a vida real nos espera; e, no momento, estamos nos preparando para ela.

Agora, te pergunto: Você acredita em vida eterna?


Autor: desconhecido.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Quem é o Pai?


A Bíblia conta quando Saul viu Davi sair a se encontrar com Golias e perguntou a Abner, o chefe do exército: De quem é filho esse jovem, Abner? Respondeu Abner: "Vive a tua alma, ó rei, que não sei". Disse então o rei: Pergunta, pois, de quem ele é filho? (I Sm 17: 55 – 58).

O texto relata que havia uma grande batalha travada entre os israelitas e os filisteus. No meio da peleja Davi se dispõe a decidir a guerra pelo lado de Israel. Era um costume nas guerras na antiguidade dois representantes dos povos beligerantes decidirem a vitória nas guerras desta forma. Davi havia se disposto a lutar com Golias e chegou até a se apresentar ao rei Saul. Este inclusive tentou colocar suas armas sobre Davi porém Davi as rejeitou porque ele era adestrado em outros tipos de armas como o cajado, funda, etc. Mas a grande vitória de Davi foi o fato de ele ter confiado no Senhor que lhe deu a vitória. “Mas eu vou a ti em nome do Senhor Deus dos exércitos”.

Davi vence Golias e todos ficaram admirados com aquele ato heroico e queriam saber, portanto, de onde vinha aquela capacitação. Saul, queria saber quem era o pai de Davi. Era uma pergunta natural naqueles dias, quando a sociedade era formada pelo sistema de família patriarcal. Era a preocupação de se saber a descendência da pessoa, sua genealogia. Sua origem. Abner era general dos exércitos de Saul, portanto autoridade no assunto de guerra, mas não conhecia nada sobre o pai de Davi. A grande preocupação em saber de quem Davi era filho, era porque os filhos naqueles dias recebiam diretamente dos pais toda a instrução que possuíam. Aquilo que Davi manifestara possuir ali, era uma prova de que seu pai era muito mais poderoso do que ele, porque lhe ensinara aquilo.

E Davi responde: “Sou filho de Jessé, o belemita”. Esse era o testemunho que Davi dava de seu conhecimento do pai. Belemita: nascido em Belém. Davi estava dizendo com isso que também era belemita, pois era filho de Jessé. Mas, em resposta a pergunta: quem é o pai? É aquele que dá um nome para a família; uma identidade; deixa uma herança; traz segurança e dá o sustento à família.

No texto há um sentido profético pois aquela pergunta estava se referindo para Deus, o Pai celestial, o Pai de Jesus, o nosso salvador, pois vejam: Jesus nasceu em Belém (casa do pão), por isso só Ele podia dizer: “Eu sou o pão da vida”. Quando nos ensinou a orar, foi assim: “Pai nosso que está nos céus...” Mandou-nos pedir as coisas ao PAI. Desde os 12 anos de idade, quando os seus pais terrenos o deixaram para trás na cidade de Jerusalém, na festa da páscoa: “...negócios de MEU PAI?” Quando ele promete uma salvação eterna para os seus discípulos: “Na casa de MEU PAI há muitas moradas...”; Por fim, sua identidade era exclusivamente com o Pai: “Eu e o PAI somos um”.

Aqueles que conhecem ao Senhor Jesus e fazem parte da sua Igreja Fiel tem a mesma experiência, vejam só: Quando Jesus dirige-se aos seus discípulos, tratando-os como criança, ele diz: “Não vos deixarei órfãos,... mas rogarei ao PAI e Ele vos mandará outro Consolador”. Abner e Saul representavam um grupo de pessoas que não conheciam o Pai de Davi. Há também um grupo de pessoas que não têm conhecimento do Pai, Todo Poderoso, aquele que nos dá a vitória a cada dia. As grandes vitórias da igreja fiel se dão porque ela tem a herança de um Pai, Todo Poderoso, de quem ela tem recebido todos os recursos da vitória, nas suas lutas. Com quem ela está perfeitamente identificada como filha. ”Sou filho de Jessé, o belemita”. Havia alguns irmãos de Davi que pertenciam ao exército, mas nenhum deles despertara o desejo nas pessoas de conhecer o Pai deles. O que fez as pessoas desejarem conhecer o pai de Davi foi a prova que ele tinha nas mãos a grande vitória que alcançara do Pai celestial, pois ele foi lutar em nome do Senhor dos Exércitos.


Assim é a alma do homem. Ela tem sede de um encontro com o Pai celestial. A maior alegria do filho pródigo foi quando ele se encontrou com o pai, porque a partir dali, lhe foi restituída toda a herança e toda a identificação com o pai. 

Mensagem: L.V.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Será que Jesus vai nos seguir?


Pensando, porém, eles que viria de companhia pelo caminho, andaram caminho de um dia, e procuravam-no entre os parentes e conhecidos; Lc 02:44

A narrativa do evangelho de Lucas serve para nos mostrar qual era o sentimento do pais de Jesus. Para eles, Jesus deveria segui-los.

Há alguns hoje que acham que Jesus serve para referendar seus caminhos errantes.

Jesus não tem qualquer compromisso com o caminho que fazemos por nossa própria conta. Isso por duas coisas bem interessantes. Primeiro, não é o homem que tem que ir à frente e sim o Senhor Jesus. Quando passamos na frente Dele, assumimos completamente o risco dos nossos atos e escolhas falhas, ainda que alguns depois tentem jogar isso pra cima do responsável da igreja, do pastor, etc. A segunda é porque Jesus é o caminho. Um caminho pronto. Não é para ser feito por nós. É apenas para andarmos por Ele.

Os pais de Jesus faziam seu próprio caminho. Por certo, muitos outros fizeram aquele caminho antes e eles pensavam que era seguro, confiável. Enfim, caminho “receita de bolo”.

Diz a bíblia que demoraram um dia para dar falta do Senhor. Não podemos ficar um dia sem Ele na nossa vida. O Senhor está nas nossas orações para alimentarmos, para viajarmos, quando levantamos e quando vamos dormir. Andar um dia sem o Senhor é impossível, pois Ele faz parte da nossa vida.

Quando os pais de Jesus perceberam que haviam perdido o menino procuraram entre parentes e amigos.

Um dia isto aconteceu conosco. Percebemos que estávamos descendo na vida. E que Jesus não estava no nosso caminho. Ainda procurávamos entre amigos e parentes. Não teve jeito. Jesus não estava lá. Era hora de mudar de vida, mudar de direção. E é isso que fizemos. Estamos subindo rumo a Jerusalém Celestial. Lá, encontraremos eternamente com Jesus.

As tempestades enfrentadas pelos discípulos - Parte II


E, quando subiram para o barco, acalmou o vento. Mt 14:32.

Na primeira mensagem vemos que Jesus dormiu no barco. Agora, neste caso, Ele nem estava lá.

Novamente a tempestade se levanta e é maior que a experiência dos discípulos.

No meio da tempestade alguém vê algo e grita: “é um fantasma”.

Pode ter certeza. Surgiu a dificuldade, sempre aparece alguém que está com o barco mais afundando do que o seu e vai te dar um “bom” conselho. “Olha, este seu problema é físico” (é mar, é tempestade, é vento). Alguém vai dizer: “olha, é espiritual hein. Você passou debaixo de escada? Viu gato preto? Aconteceu numa sexta-feira 13?” (é fantasma).

No meio daquela situação de dificuldade os discípulos visualizam Jesus andando sobre as águas. Um Jesus perfazendo um caminho que ninguém imaginaria. Na luta, na prova, o Senhor demonstra sua misericórdia e nos permite ver Jesus vindo em nossa direção. De uma situação que só víamos tempestade, agora, vemos o Senhor. Ele vem para o barco. Acalma a tempestade. Faz bonança. Renova a fé e a confiança. O Senhor que até o mar e o vento O obedecem. Que a Palavra afirma que até as estrelas do céu estão contadas e são chamadas ao nome pelo Criador. Um Deus que sabe cada fio de cabelo que temos (para os que ainda tem cabelo...rs). Este é o nosso Deus.

Precisamos de Jesus dentro do barco, porque só Ele é capaz de acalmar as tempestades que se levantam contra nós. 

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

As tempestades enfrentadas pelos discípulos - Parte I


E eis que no mar se levantou uma tempestade, tão grande que o barco era coberto pelas ondas; ele, porém, estava dormindo. E os seus discípulos, aproximando-se, o despertaram, dizendo: Senhor, salva-nos! que perecemos. Mt 08: 24-25.

No evangelho de Mateus estão narradas duas histórias em que os discípulos enfrentaram tempestades durante a navegação.

Talvez pela experiências de alguns como pescadores pensassem que seria apenas mais uma dificuldade que poderia ser vencida, mas aquela tempestade parecia que ia vencê-los. Ás vezes o homem é assim. É auto confiante. Pensa que por seus conhecimentos, recursos, ciência, pode vencer todos os obstáculos da vida. Até o momento em que percebe que tem tempestades que são maiores. Enfermidades sem previsão de curas, desemprego, etc.

Diz a bíblia que em um dos casos Jesus estava dormindo no barco. Jesus era um homem de oração. Certamente, se algum dos discípulos tivesse se disposto a orar junto com o Mestre, Ele estaria acordado quando a tempestade começou. Mas ninguém assim o fez e Jesus dormiu.

Essa primeira navegação nos fala do crente que teve uma experiência, colocou Jesus no seu barco, mas o deixou “dormir”. Veja bem, os discípulos precisavam de Jesus e não o contrário. Se o barco afundasse, Jesus poderia sair andando sobre as águas e estava tudo bem, sendo que essa não seria uma realidade para os discípulos.

A Bíblia diz que Daniel orava três vezes ao dia. Depois que foi lançado na cova dos leões, passou por lutas e perseguições, não vemos registrado que Daniel passou a orar dez vezes ao dia. Daniel era um crente constante. “Sede firmes e constantes”. I Co 15:58.

Acorda Jesus, chama Jesus, Cadê Ele meu Deus? Anda, anda, chama o mestre. Imaginemos nós os discípulos diante do barco que beirava o naufrágio.

Às vezes vemos uns “crentes” desesperados. Uns que nunca víamos orando e agora chamam para orar. Que nunca jejuaram e agora estão a perguntar como faz. Que nunca apareceram numa madrugada e agora emendam semanas. Estão fazendo agora. Estão “acordando” Jesus. Mas pense bem. Se agora estão fazendo isso pois estão no meio da tempestade, quer dizer, que antes, não estavam fazendo o melhor para o Senhor.

Ore. Madrugue. Busque na leitura da Palavra. Jejue. Não deixe Jesus dormir, pois precisamos de um Jesus Vivo e acordado dentro do nosso barco. Na hora que a tempestade começar, Ele fará bonança. Mensagem continua.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Na estalagem...


E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem. Lc 02:07.

  • Amigo, estou com minha esposa grávida e ela está prestes a conceber; tem um lugar aí na sua hospedaria pra nós ficarmos durante a noite?
  • Quem são vocês?
  • Somos simples e desconhecidas pessoas. Mas o importante é a criança que está para nascer. Ele é Emanuel, Deus conosco, será nosso Salvador. Se deixarmo-nos repousar na sua hospedaria te garanto que os anjos de Deus te visitarão.
  • Olha meu amigo, na minha hospedaria tem seis quartos. O primeiro está ocupado pela IDOLATRIA, que por sinal tem uma família bem grande. Já tenho deuses para o trabalho, saúde e até mesmo para no acaso de perder alguma coisa. Não preciso hospedar este seu Salvador porque já tenho muitos no primeiro andar.
  • Um pouco ao lado está hospedado a minha FAMÍLIA, que sempre deixou bem claro que eu NUNCA deveria hospedar nenhum outro que pudesse ser o Salvador, afinal de contas, tradicionalmente a IDOLATRIA tem alugado a estalagem da FAMÍLIA. Eu não posso contrariar meu pai e minha mãe.
  • O segundo andar está alugado para OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO. A TELEVISÃO é uma amiga inseparável. Ela ocupa uma grande parte do meu tempo. Talvez seja um dos meus melhores hóspedes. Ficamos tardes inteiras juntos. Do lado da TELEVISÃO está a INTERNET. Eu fico um bom tempo com ela também. Foi inclusive, através dela, que fiquei sabendo que esse tal SALVADOR é uma mentira. Já tentaram aplicar este golpe em outras hospedarias.
  • Por fim, meu caro, o quinto quarto está alugado para o DINHEIRO. Ali está toda minha vida de trabalho. Nele está minha confiança. Com ele veio a MEDICINA, A CIÊNCIA, A PSICOLOGIA. O DINHEIRO não deixa eu ter falta de nada. No último quarto que sobrou está habitando o PECADO. Rapaz, este é que tem a família grande. Junto com ele vieram a PORNOGRAFIA, que vez ou outra encontro com ela na TELEVISÃO ou na INTERNET. Junto com o PECADO mora a TORPEZA, a MALDADE, o ADULTÉRIO, o PALAVRÃO, a ANSIEDADE, a INGRATIDÃO, a MALEDICÊNCIA, o ORGULHO, a SOBERBA, a VAIDADE e a MENTIRA. E olha hein, essa é só a família principal, tem dia que junta os primos tudo, aí nem cabe de tanta “gente boa”. E é interessante que a família do PECADO é tão bem relacionada na minha hospedaria que ela consegue visitar todos os outros hóspedes. Enfim, não tem lugar para o SALVADOR aqui não.

O restante da história nós conhecemos. Não tendo lugar na estalagem, Jesus vai nascer no campo. Lá, vai receber a visita dos sábios (magos) e dos anjos de Deus.

O convite para o nascimento do Salvador no coração do homem não parece ás vezes tão bom, afinal de contas, a sua estalagem (coração) já está muito ocupada.

Se o dono da estalagem tivesse permitido nascer Jesus na sua hospedaria, certamente teria tido bons conselhos com os sábios, teria visto os anjos de Deus e não passaria a noite sem ver o SALVADOR.


E você? Deixou uma reserva pra Jesus no seu coração?

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Perdão


Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei. Então o Senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida. Mt 18: 26-27

Certa vez ouvi uma mensagem sobre a parábola do credor incompassivo. Confesso que nosso entendimento fica melhor quando sabemos que o credor incompassivo foi perdoado de uma dívida de dez mil talentos. E o que são dez mil talentos? Um talento equivale a 35 kg de ouro. Logo, dez mil talentos equivalem a 350.000 mil kg de ouro.

O salário de um trabalhador naquela época era de um denário por dia. O credor perdoado disse no texto que ele pagaria tudo. Mentira. Ganhando um denário por dia, aquele homem teria que trabalhar 150.000 anos ininterruptamente para pagar sua dívida.

Pois é, ele não pagaria. Nem eu e você. Este é exatamente o perdão que o Senhor concedeu a nós. Impagável. Aqueles que confiam na sua fazenda, e se gloriam na multidão das suas riquezas, nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a Deus o resgate dele. Sl 49: 06-07”.

Logo após, o credor perdoado deixa de perdoar uma dívida de cem denários, ou seja, uma dívida de apenas 100 dias de serviço. Cem denários para proporção de dez mil talentos são 600.000 vezes menor.

Amados, dá pra ter uma noção da proporção do perdão pela matemática. Mas isso só é válido se for aplicado. Se sentirmos o perdão de Deus nas nossas vidas e perdoarmos nossos inimigos, porque perdoar amigo, até os ímpios o fazem.

Interessante que mesmo após a dívida ter sido perdoada pelo credor, ele a “cobrou” do credor incompassivo. É possível provar do perdão do Senhor e perder a benção por deixarmos sentimentos menores subirem ao nosso coração. Quem quer o perdão de Deus, tem que aprender a perdoar.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Uma mensagem de Deus pra nós


E os correios foram passando de cidade em cidade, pela terra de Efraim e Manassés até Zebulom; porém riram-se e zombaram deles. Todavia alguns de Aser, e de Manassés, e de Zebulom, se humilharam, e vieram a Jerusalém. II Cr 30, 10-11.
 
Ezequias restaurou o altar de adoração e enviou cartas para o reino convidando a todos que viessem a Jerusalém comemorar a Páscoa. Tipo de Jesus...

Andávamos perdidos feito a mulher samaritana, sem saber a quem adorar, mas Jesus restaurou o altar de adoração no nosso coração; hoje sabemos que Ele é nosso salvador. Descobrimos isso ao receber uma carta de Deus, uma mensagem, “vinde que há uma festa preparada!”.

Confesso que há algum tempo moro numa mesma residência e não sei quem é o carteiro da minha rua. O que importa é que as correspondências chegam.

Nessa jornada da salvação, não importa o carteiro. Importa é a carta que eu e você recebemos um dia e seu conteúdo. Não importa quem evangelizou, quem foi o pregador, quem estava cantando, enfim, o que menos importa é quem é o carteiro, mesmo porque, um dia podemos ter a “grata” surpresa que o carteiro não era tão confiável assim. Importa a mensagem que recebemos, importa que foi uma mensagem de Deus, um convite, uma carta AR, única, exclusiva pra você e pra mim, com endereçamento direto ao nosso coração.

Como saber se realmente essa mensagem era de Deus? A história e a bíblia dizem que quando os reis enviavam alguma correspondência eles selavam suas cartas com o anel (selo) real. (Vide a história no livro de Ester e Daniel, com os reis Assuero e Nabucodonozor).

A certeza que temos desse convite é porque ele veio selado, veio com o selo do Espírito Santo. Veio com a marca do Rei, O Sangue de Jesus.

Por fim, interessante ressaltar que a páscoa era comemorada no primeiro mês (Nisan), precisamente dia 14. Ezequias nesta história estava a comemorar a segunda páscoa, que era comemorada no segundo mês, para aqueles que estavam impuros ou estavam longes.


Deus enviou uma mensagem, uma carta para Israel. Estes negaram o convite, fizeram como o texto, zombaram, riram, mas houve um povo, gentílico, que aceitou o convite. Esse povo somos nós, e agora, estamos rumos a Jerusalém celestial. O povo que era impuro, que estava longe, mas que agora está perto, cada vez mais perto, levando no coração não o nome do carteiro que entregou a mensagem, mas levando a promessa de participarmos de uma festa eterna com o Rei da Glória.