segunda-feira, 30 de julho de 2012

Alguém acima da lei...

Porque o SENHOR é o nosso Juiz; o SENHOR é o nosso legislador; o SENHOR é o nosso rei, ele nos salvará. Isaías 33:22

Todos somos transgressores (pecadores), já nascemos com essa característica. Mas há um advogado disponível a TODOS, defendendo gratuitamente aqueles que firmarem contrato com ele, mas sua defesa é direcionada a um que atua como acusador.

Chegará o dia em que o acusador será expulso (Ap 12:10) e tal advogado será promovido a função de Juiz, e como Juiz será sua competência julgar a TODOS.

É um grande benefício ser amigo íntimo desse Juiz, a certeza de um esforço Dele para amenizar a pena, na possibilidade de nossa falta ser punível. Mas por mais que um Juiz queira nos beneficiar com sua benevolência, ele é obrigado a seguir as leis (Autoridades só podem fazer o que as leis permitem ou obrigam).

Assim sendo, é de suma importância ser amigo também do legislador (aquele que elabora as leis). Assim, este se aplicará em elaborar uma lei que te favoreça diante o Juiz.

Mas se a benevolência do Juiz não é o suficiente para te inocentar, e a lei não fornece subsídios suficientes para te absolver, então, restaria apenas uma única possibilidade de salvação, ser amigo de alguém que estivesse acima do Juiz e acima das leis... um Rei.

O Rei tem poder total, ele pode inocentar um culpado com seu simples poder de perdoar. E perdoando, restaurar toda a fazenda ao beneficiado.

O Senhor advoga somente a quem o busca, mas é Juiz, Legislador e Rei sobre toda a terra.

A quem temeremos se esse Senhor Soberano é por nós? Ele é nosso Juiz, nosso legislador e nosso Rei, é Ele suficientemente capaz de nos salvar. Texto: Sandro - Muriaé. Obrigado companheiro.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

O sacrifício do servo

Ex 21, 06
Então seu SENHOR o levará aos juízes, e o fará chegar à porta, ou ao umbral da porta, e seu senhor lhe furará a orelha com uma sovela; e ele o servirá para sempre.
Havia todo um ritual para o servo que expressava o amor pelo seu senhor tornar-se servo definitivamente. Para isso, sua orelha era furada, o sangue derramava sobre sua roupa, estava feito o ato.

Que bom que vivemos no tempo da graça. O sacrifício que deveria ser feito em nós para proclamarmos que somos servos foi feito em Jesus. Ele foi moído, transpassado, ferido por nós. Seu corpo ficou ensanguentado inocentemente. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Is 53:05

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Efraim

Jo 11:54b mas retirou-se dali para a região vizinha ao deserto, a uma cidade chamada Efraim; e ali demorou com os seus discípulos.

"Havia muitas cidades em Israel. Por que Jesus foi logo para Efraim? Porque a sua ida à cidade de Efraim tinha um propósito espiritual e profético: Efraim foi o segundo filho de José. Nasceu no Egito em cerca de 1800 a.C. José lhe deu este nome porque se lembrou de todas as aflições pelas quais ele havia passado quando, ainda jovem, foi traído pelos seus irmãos, vendido por vinte moedas de prata e, apesar de inocente, aprisionado injustamente por um crime que não havia cometido. Depois de tanto sofrimento, José foi exaltado por Deus como governante geral do Egito. Ao pôr o nome de “Efraim” no segundo filho, José disse: “Deus me fez crescer na terra da minha aflição” (Gn 41:52).
José foi, na Torá, um arquétipo de Cristo. O Senhor, naquele momento difícil de perseguição, foi para Efraim porque sabe que a história se repete: também será traído por seus irmãos, será vendido por trinta moedas de prata, será preso injustamente e pagará por pecados que nunca cometeu. Depois de tanto sofrimento, por Deus Ele crescerá na Terra de sua aflição e será exaltado como o maior governante do universo. Tudo isto Jesus verá em Efraim, “o segundo filho”, isto é, nos gentios, que O receberão como Governador Máximo, Rei dos reis e Senhor dos senhores."
PAGLIARIN Juanribe, O Evangelho reunido, Editora Landscape Ltda, 2005, pg 254 e 255. Obrigado ao amigo Waldir que me indicou o livro.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Chegaremos a tanto?

  • Amigo, como funciona o sistema de oferta aqui?
  • Aqui é o seguinte: trabalhamos no sistema de “tridízimo”. São 10% para meu pai, digo; para o “Pai”, 10% para meu filho, digo; para o “Filho”, e 10% para mim, ou melhor; para o “Espírito Santo”.
  • Obrigado, mas não vou ficar aqui não. Do outro lado da rua tem uma organização muito mais organizada. (Até dói o ouvido). Lá você escolhe entre débito em conta corrente, boleto bancário ou cartão de crédito. Pagando até o dia 05, você tem 0,175% de desconto. Mas é bom não atrasar, porque depois do dia 10, ai tem um pequeno aaaaagil de 12% ao dia por atraso. Mas eu nunca tive problemas, pago em dia. Continuando: para quem paga as 13 parcelas em dia durante o ano, você ganha um bilhete que vem com um número para concorrer pelo sorteio da loteria. A chance de ganhar é pequena, pela quantidade de número sorteado, é mais fácil ganhar dia 29 de fevereiro em ano bissexto na mega sena do que ser sorteado, mas cá pra nós, o importante é a “fezinha” né? Aqui, ainda tem mais, sendo adimplente com as prestações, a cada seis meses você ganha um pedaço da lança do soldado romano que transpassou Jesus, num é o máximo?
  • Pedaço da lança do soldado romano...
  • É, é porque acabou os pedaços da cruz e os espinhos da coroa, mas estão falando que Jesus usou duas coroas e já tá chegando mais espinho em breve... 

terça-feira, 17 de julho de 2012

Os que vendiam e os que compravam.

Mt 21:12 E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas;

Assim como Davi reuniu um exército de todo tipo de pessoa “desgostosa”, assim foi Jesus. O Senhor aceitou mendigos, samaritanos, ladrões, fraudadores, assassinos, prostitutas, etc. Toda espécie de gente desprezada e repudiada pela sociedade da época. Não estavam com Jesus pois eram da mesma classe social ou torciam para o mesmo time (Romanos futebol clube). O que os identificava e diferenciava era a manifestação do amor na vida deles. Foram amados de uma forma que ainda não haviam conhecido. Era Deus se revelando a eles.

Mas dois tipos de pessoas a bíblia diz que Jesus não aceitou no templo. Os que vendiam e os que compravam o sacrifício.

A igreja hoje é feita de todo tipo de pessoa que, muita vezes, a sociedade rejeitou, mas aprouve ao grande amor do Senhor acolher. Não é um ajuntamento social, tão pouco juntos por afinidade, não, o que nos liga é o amor.

Por isso Jesus rejeitou e rejeita aqueles que compram e vendem. Assim tem surgido aos montes pessoas que transformaram os púlpitos num balcão. Mas temos que lembrar que só existe o vendedor porque existe o comprador.

O comprador nos fala daquele tipo de pessoa que não tem qualquer tipo de compromisso com o Senhor. Ir na igreja é um encargo social, e a benção é algo que pode ser negociada, pode comprar água, rosa, óleo, etc.

Jesus não aceita tal conduta pois é exata expressão da falta de amor. Foi o que Judas fez, vendeu o Cordeiro pascal para a religião que o comprou pelo preço de um escravo.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Seguindo o Rei

2 Samuel - Capítulo 15

21: Respondeu, porém, Itai ao rei, e disse: Vive o SENHOR, e vive o rei meu senhor, que no lugar em que estiver o rei meu senhor, seja para morte seja para vida, aí certamente estará também o teu servidor.

Itai era Giteu. Não tinha parte na comitiva de Davi, mas clamou e alcançou misericórdia, conseguindo a permissão do rei para segui-lo.

Davi foi uma figura profética da pessoa do Senhor Jesus. Davi reinou para os israelitas, assim como Jesus veio para os seus que O rejeitaram. A nossa situação é como Itai. Somos estrangeiros, gentílicos, nos colocamos aos pés do Senhor, clamamos para que nos deixasse seguir com Ele, pois não temos para onde ir. (Para onde iremos nós se só Tu tens as Palavras de vida eterna – já dizia Pedro).

Há muitos que querem seguir o Rei para alcançar esta vida. Prosperidade, curas, milagres, etc. Itai alcançou graça quando disse que seguiria para a morte ou para a vida. Quem está disposto a seguir ao Senhor deve encarar esta verdade. Temos que estar dispostos a seguir o Senhor na nossa morte, morrendo para o pecado, para a carne, para a razão, vivendo a Vida de Cristo, uma nova vida. Seguir a Davi exigia renúncia, sair do comodismo que Itai viveu até aquele momento. Não será diferente conosco. Nova vida, mas agora, ao lado do REI dos reis. Sugestão: Waldir - Leopoldina / B.H. Obrigado amigo.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Mensagem para a família

Gênesis - Capítulo 7a

1: DEPOIS disse o SENHOR a Noé: Entra tu e toda a tua casa na arca.

Noé foi um homem que sacrificou parte de seu tempo, de sua vida, para realizar uma obra ordenada por Deus. A arca era o único meio para se salvar e também aqueles que estavam a sua volta. Não foi fácil, afinal de contas, Noé não era carpinteiro, tão pouco construtor de barcos...

Se Jesus houvesse recebido do Pai a mesma incumbência, sua tarefa seria muito mais fácil, afinal de contas, Jesus era carpinteiro, alguns de seus discípulos eram pescadores, acostumados a lidar com barcos...

Mas essa não foi sua atribuição.

A arca era a representação de uma salvação temporária. De um projeto que veio de Deus mas que fora executado por homem.

Podemos até pensar em Noé como um bom homem, mas a obra que realizou foi para sua própria salvação e de sua família. Jesus Se deu por nós, morreu, para que não somente uma família fosse salva, mas para que todo aquele que Nele crê tenha a vida eterna. A arca, a obra de salvação está ai, e se na época de Noé nem todos receberam o convite, hoje podemos convidar a todos “entra tu e toda tua casa nesta tão grande salvação”! 

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Fazendo a diferença...


Jesus por diversas vezes orientou seus discípulos sobre fé e foi justamente esta que faltou a Pedro.

Quando os soldados romanos foram prender Jesus, Pedro deve ter olhado para trás, viu a presença física de Jesus, viu seu irmão, viu amigos, encheu-se de coragem, razão humana, sacou sua faca/espada, e decepou a orelha do soldado. A mesma orelha feita com maestria, precisão e perfeição pelo Criador para ouvir uma palavra de conforto, uma palavra que pudesse converter aquele homem, estava no chão. Sangue correndo. Violência. Mau testemunho.

Posteriormente, Pedro ao ser questionado se era discípulo de Jesus, temeu, negou a fé (pois ela inexistia no seu coração). Estava sozinho, Jesus estava preso. Era ele e o galo.

Davi venceu guerras com poucos homens. Seus 37 valentes faziam a diferença.

Dias desses alguém próximo disse que a igreja naquela data estava vazia, grande contraste com o “público” de domingo. Talvez por conta disso o culto estava um pouco mais ”morno”. Acho que essa pessoa esperava que eu concordasse. Reclamasse da animosidade de alguns que preferem a televisão ou a cama ao culto. Fiz isso não...disse a ela o que Jesus nos disse “onde estiverem dois ou três reunidos ali Estarei”. Disse que precisamos ser como valentes. Não por força, não por nós mesmos, mas que é necessário orar mais, clamar, buscar mais. Precisamos ouvir a voz do Senhor nos nossos cultos porque é isso que faz a diferença e não a quantidade de gente. Pedro ao se ver cercado de gente teve muita coragem para defender Jesus (ainda que de forma equivocada), quando não tinha tanto apoio, negou a fé. Um soldado é diferenciado pela coragem, não por fazer parte do maior exército.  Clamemos para que o Senhor nos ajude a fazer a diferença. Sermos sal em um mundo insipido, luz em um mundo de trevas, ainda que sejamos poucos.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Perdido como ovelha ou como dracma

Lucas 15:19 E saindo o pai, instava com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos;

A parábola é conhecida mas sempre há algo para aprender.
Jesus contou três histórias em sequência. A terceira (filho pródigo), nada mais é do que a conclusão das duas primeiras aplicada a nós.
A primeira história é a do pastor que tem cem ovelhas e uma se perde do rebanho. A segunda é a dona de casa que perdeu uma dracma.
Assim é a parábola do filho pródigo. A perfeita exemplificação de um filho (ovelha) que fora perdido para o mundo e um filho (dracma) que também estava perdido, mas este estava dentro da própria casa. São dois os tipos de perdidos: aqueles que estão entregues ao mundo e aqueles que estão se enganando numa religião. Importa que sejamos achados pelo Senhor.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Assim como Barrabás...


Se fizermos uma tipologia de Barrabás com a vida do homem, talvez alguém mais apressadinho não fique muito cômodo com a situação. Dirá que Barrabás era um malfeitor, um ladrão, e eu, ora, eu posso não ser “bonzinho”, mas não sou tão ruim como Barrabás, pago minhas contas em dia, e por ai vai...
Mas se analisarmos atentamente veremos que há muitas semelhanças. Assim como Barrabás estava preso, o homem também vive preso ao pecado. Ambos tinham e o homem ainda tem uma condenação em seu desfavor. Nos dois casos, para que ocorresse libertação, Jesus foi a “moeda de troca” em um ato profético.
Jesus não somente foi preso no lugar de Barrabás, Ele foi preso numa cruz e foi morto da forma mais cruel, numa condenação que era nossa. Se outra pessoa poderia ser presa na cruz e ser morta, nenhuma pessoa poderia fazer o que Ele fez. Jesus não está mais preso na cruz, nem está morto, mas vivo entre nós. Barrabás nada fez, tão pouco mereceu estar livre, mas estava livre porque um Rei morreu por ele. 
Para que nós fôssemos livres da prisão, da condenação, do juízo, Ele se apresentou e deu a vida por nós, para que Nele, tivéssemos vida e vida em abundância.Contribuição: Cláudio – Cataguases.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Jesus é a nossa referência

Ser servo do Senhor não é fácil. Mas tem gente que complica bem mais...
Quem não conhece um “servo” que vive agarrado a uma luta? Parece que é de estimação...
Outros inventam luta onde não tem, ou como dizem, fazem uma tempestade num copo d'água.

Jesus não tinha bons meios de locomoção. Certa vez até se arriscou andar um trecho no lombo de um jumentinho, mas no mais, foi a pé mesmo...

Ao contrário do que muitos pensam, Jesus não teve a melhor família do mundo. Certa vez foi esquecido numa festa e seus pais só deram conta do seu sumiço um dia depois. Ao que a palavra indica, o pai de Jesus morreu “cedo”. Teve que trabalhar bastante como carpinteiro. Seus próprios amigos, vizinhos, não criam que Ele era o Messias.

Não ter boas condições financeiras ou a melhor família do mundo não é desculpa para não servir o Senhor, pelo contrário, é motivo o bastante para buscá-lo mais. Por isso, Jesus é nossa referência.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Mensagem aos pais II

O homem é um ser que por excelência procura referências. Percebemos isso facilmente quando olhamos para os filhos que simplesmente se espelham nos pais.
Quando Adão e Eva foram criados, a palavra diz que a referência deles era o próprio Deus. Quando o casal pecou, usando o linguajar popular “eles se deram muito mal”. Perderam a vida eterna, a referência Perfeita que tinham. Várias consequências se desdobraram em relação a má escolha que fizeram, mas vamos destacar uma. Os filhos de Adão e Eva foram os primeiros a serem gravados na história como autor e vítima de um homicídio. Que tristeza para os pais viverem uma situação assim. A falta de referência para a família foi um dos desdobramentos do pecado. Adão e Eva foram criados. Não tinham pais biológicos, não haviam sido “educados”, logo, não sabiam educar. Não eram em si mesmo referência de nada a ninguém. Não tinham o que transmitir.
Hoje nossa referência é o Senhor. Não temos nada em nós mesmos para transmitir, senão, as experiências que acumulamos com Deus. Se não mudarmos, veremos os nossos defeitos nos nossos filhos e certamente não queremos que eles passem pelos erros e sofrimentos que passamos. Não se iluda pensando que você é um grande profissional, estudado e doutorado em educação familiar, nossa essência como exemplo são nossos “pais”, que pecaram e erraram como nós. Nossa melhor referência é o Senhor Jesus, exemplo perfeito a ser seguido. Esta mensagem continua no próximo post, onde analisaremos a referência em Jesus.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Lavando as mãos


(Mateus 27.24b) “Estou inocente do sangue deste justo; fique o caso convosco!”

Quando pequeno sempre julguei que o ato de Pilatos estava correto. Não julgou Jesus, foi democrático, deu ao povo para que O julgassem, afinal de contas: “a voz de Deus é a voz do povo”. (Será?)
Mas diz a bíblia:"Quem não é por mim é contra mim, e quem comigo não ajunta, espalha" (Mateus 12.30).
Pilatos fez aquilo que o evangelho de hoje faz. Não toma uma posição em relação a Jesus. Seguir ao Senhor exige renúncia a si mesmo, ao pecado, a vida passada, a opinião popular. Pilatos preferiu manter sua religião, sua posição social, manteve a opinião das pessoas em relação a si e negou a autoridade de Jesus, negou que seu cargo fora dado por Aquele que estava julgando.
Mas assim como dantes fora, hoje esse movimento é idem. Pilatos, em um gesto épico lavou as mãos. Suas mãos ficaram limpas e a consciência “suja” do sangue de um inocente. Quem não se define ao Senhor, enganando-se em uma religião qualquer, mostra a sociedade uma falsa santidade. Lavam as mãos (exterior) mas não o coração (interior). Nossa palavra ao Senhor é sim, sim, não, não. Deus espera que sejamos um povo definido na Sua presença. Que tenhamos uma posição e não nos envergonhemos em professar a fé Àquele que um dia levou a vergonha do nosso pecado em uma cruz.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Dons Espirituais

Mateus 27: 19 E, estando ele assentado no tribunal, sua mulher mandou-lhe dizer: Não entres na questão desse justo, porque num sonho muito sofri por causa dele.

Para entendermos melhor vamos fazer a seguinte comparação: a obra do Senhor é como um carro e os dons espirituais são a gasolina deste carro. Se a gasolina passa pelos dutos certos, é encaminhada as partes adequadas, faz com que o carro se mova. Lado outro, se estiver no carro, mas jogado por cima dele, no estofado, além de cheirar mal, pode colocar fogo no carro. Por isso, é necessário que os dons espirituais estejam presentes na igreja, para que esta caminhe conforme a vontade do Senhor, mas que passe pelo governo da igreja, que no dom seja aplicado a sabedoria, que seja utilizado no corpo (igreja), afinal de contas, combustível de carro é de carro e de avião é de avião.
A mulher de Pilatos avisada em um sonho sobre o destino de Jesus chega a chamá-Lo de justo. E só!
Desconsideremos aqui o caráter profético da morte de Jesus. Era mister que isso ocorreria. Mas o “sinal” que a mulher de Pilatos teve não gerou nela nova vida, não gerou arrependimento, decisão pelo Senhor. Ela não se curvou diante Daquele que era o Rei dos Reis, tão pouco lutou por Jesus, pelo contrário, pediu a seu marido que não entrasse na causa Dele. Talvez ficara com medo do sofrimento que viu no sonho e temeu que isso poderia ocorrer com ela.
Trazendo para o tempo da igreja, o que aconteceu com aquela mulher é o que chamamos de dons fora do corpo, ou profeticamente o que Jesus disse: “dar pérolas aos porcos”. Já passei da fase de ficar querendo ver grandes sinais que façam com que o paralítico se levante. É evidente que tais operações fortalecem nossa fé, mas é melhor o paralítico continuar servindo ao Senhor, do que ganhar movimentos e ir embora. Em que pese a experiência vivida pela mulher de Pilatos, isso não gerou nela salvação. O objetivo da gasolina no carro é que ele ande. O objetivo dos dons é que a igreja caminhe conforme a vontade do Senhor. Se os dons não gerarem vida, não gerarem salvação, é como dar um galão de 20 litros de gasolina a alguém e dizer a ele “vá a pé andando para trás”, se formos um pouquinho melhores “fica aí segurando seu galão”, porque espiritualmente, essa pessoa não andou.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Uma Palavra aos pais

Jó:40 -2a- Porventura, o contender contra o Todo-poderoso é ensinar?

     A bíblia é disparado ao longo do tempo o livro mais vendido no mundo. Por muito tempo (ou por todo o tempo) ainda será. Nesta lista dos mais vendidos, encontramos muitos livros que são exatamente ficções que menosprezam a Palavra ou tentam tirar sua inspiração divina.
    Dia desses fui surpreendido por uma mãe solicitando que orasse por suas filhas. Motivo: estavam frias, não queriam mais servir ao Senhor. Lembro-me exatamente de um momento anterior em que foi dito a ela que tomasse cuidado naquilo que as filhas dela viam e estavam lendo. Não foi um nem dois sinais que o Senhor, na sua infinita misericórdia, revelou aquele comportamento prejudicial. A resposta daquela mãe sempre foi ”que mal há? É só um livro”. Hoje é triste ver uma mãe chorando, as filhas entregues ao mundo...
Permitir aos filhos que se entreguem a leituras que contendem contra o Senhor é educar? E a leitura da Palavra? Temos incentivados nossos filhos a ler a bíblia? De uma segunda senhora, lembro-me do amargo que trazia no coração e fazia questão de mostrá-lo a todos que a rodeavam, sempre com maldizeres ao pastor, sua família, ao obreiro, diácono, grupo de louvor e por aí foi. Até que certo dia seu filho que frequentava a igreja disse a ela que tomou uma decisão de sair. Desesperadamente essa mulher veio procurar ajuda. Disse que era para orar para seu filho. Ora, não foi seu próprio comportamento que o tirou? Não foi ela que plantou no coração do seu filho a dúvida, a desesperança nos dons, nos líderes da igreja?
     Quando negamos o erro que há em nós, aceitamos vê-los em nossos filhos. Foi isso que fizeram essas boas intencionadas senhoras. Mantiveram a contenda delas contra Deus. Ignoraram os dons, os conselhos, as pregações, e pior, dividiram isso com os filhos. Talvez hoje se apeguem a livros de autoajuda, trilhando caminhos de uma educação liberal, onde o filho não pode ser vigiado, antes deve experimentar tudo e ele mesmo ver o que é bom. O resultado é a sociedade e a juventude que vemos aí. Contender contra Deus é ensinar? 

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O crente e o feijão


O crente é como um feijão. Enquanto o feijão está na sua forma bruta, não tem qualquer serventia. Destarte o homem. O homem natural, concebido e vivendo no pecado pode fazer muitas coisas para este mundo, mas não produzirá nada para o reino do céu.
Se o caroço de feijão morrer, dará lugar a produção de novos feijões. Se for bem cozido, no calor e pressão ideal, será um bom alimento. E o homem? Se morrer para o mundo, nascerá para uma nova vida em Cristo Jesus e dará muitos frutos para o reino celestial. Se o homem for levado ao fogo, representação da ação do Espírito Santo, o homem será transformado. Deixará de ser duro, seco, e dará lugar a características que sempre estiveram presentes dentro do coração, mas estavam adormecidos. Agora, essa vida, será alimentos para os demais.
O grande problema são aqueles que tem sido levados como feijões “cozidos no banho maria”. Estão “no ponto” por fora, mas por dentro continuam duros. Há crentes assim. Aparentemente passaram pela transformação do Espírito Santo, mas por dentro, continuam duros. Guardam ainda rancores, pecados, diferenças. Como diz o livro de apocalipse (03:15).. “Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente!”
Irmãos, oremos para que nossa palavra (água) possa ser aquecida pelo calor do Espírito Santo (fogo) para que nossa igreja seja como uma boa panela de feijão e aqueles feijões que não querem viver neste calor, que pulem fora da panela, porque tem muito feijão para ser cozido.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Filhos de Deus

Ef 05:01 SEDE, pois, imitadores de Deus, como filhos amados;

Eu nasci num vilarejo na zona rural. Neste lugar, nós não éramos conhecidos por Joaquim, João, Antônio. Aos moldes antigos, as pessoas são conhecidos por: “Joaquim, filho do José da mercearia”, “João, filho do João Abêia (abelha), “Antônio, filho do Carlos da telha”.
Carregamos o nome da família em nós. Olhavam o filho e lembravam-se do pai. Das suas características, das suas qualidades.

Ef 01:05 E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade,

Através do sacrifício de Jesus fomos feitos filhos do Pai. Mas fica a pergunta: temos carregados as características do Pai? Temos sido símbolos de amor, misericórdia, compaixão com o próximo? Temos continuado os negócios do Pai, levando a Verdade, pregando destemidamente como fizeram os profetas?
O homem foi feito a imagem e a semelhança de Deus. Com o pecado, perdeu essas características. Com o sacrifício de Jesus, é dado ao homem a possibilidade de recuperar essa imagem. Precisamos mostrar ao mundo exatamente essa semelhança com Deus, para que quando olhem para nós, digam: “está ali o Antônio, filho de Deus”.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

O Segredo da Vitória.

Imaginemos quando o povo de Israel atravessou o Rio Jordão a passos secos. Iam passando pelo leito do rio e observando aquela grande coluna de água. Não era uma coluna tão grande quanto o mar vermelho que outrora ficara para trás, mas era tão assustador quanto. Se a água deixasse de ser contida por aquela força invisível, quem estivesse passando naquele momento não sobreviveria. Talvez no pensamento do Hebreu, mais do que a lembrança (certamente contada pelos seus ascendentes e lembrada por Josué e Calebe) da coluna de água do mar vermelho, imaginava agora com terror o fechamento das águas sobre os egípcios. E se acontecesse agora? No momento que estou passando? Terminarei meus dias assim?
Poderia ainda se lembrar do momento que Deus ordenou que fossem a guerra. O Senhor disse que deveriam se santificar. O povo foi a guerra e voltou derrotado. Motivo: havia pecado entre o povo. Passar o rio trazia esta mesma lembrança: e se no momento que estivesse passando, houver alguém em pecado? Deus havia dito que deveriam santificar para ver as maravilhas de Deus. A ausência de santidade era o veredito de verem juízo.
Independentemente da pouca fé do povo ou ainda quem sabe do risco de algum israelita estar em pecado, houve naquele dia um grande segredo daquela vitória. A arca. Sim, a arca. Ela era a representação da trindade e no momento da travessia do Rio Jordão a arca estava posicionada no meio do rio, como se sua presença segurasse toda aquele “multidão” de água.
O segredo da nossa vitória está em passar por um caminho que o adversário não previu e nem conhece. Quando todos imaginávamos que estávamos derrotados, eis que surge um novo e vivo caminho. Diferente. Ilógico e irracional. Madrugadas, jejuns, louvor, palavra, clamor pelo sangue de Jesus, consulta a Palavra, oração, enfim, meios que nos levam a caminhos “alternativos” que ninguém ainda provou, mas que somente o povo de Deus conhece.
Por derradeiro, caminhos novos são boas alternativas, mas nem sempre são viáveis e podem inclusive ser perigosos. Para vencer estes novos desafios, precisamos da arca. Precisamos da presença da trindade na nossa vida. Nestes últimos dias em que a ciência e tecnologia se multiplicam, multiplicam-se também a maldade e por consequência nossos problemas. As vezes parece que nos vemos cercados. O segredo da vitória e trazer o Senhor para dentro do nosso problema. A água do rio Jordão nunca, jamais, de forma alguma, nem por uma gota ousaria descer e molhar o pé de um hebreu. Para isso a natureza parou e curvou-se a glória e majestade do Senhor. Deus não conhece derrota. Como então a água afogaria sua representação ali naquele rio? Se conseguirmos trazer para nossa vida a presença do Senhor, não seremos envergonhados. Precisamos que Deus faça parte do nosso problema. Temos que trazer Deus para dentro do nosso lar, do nosso casamento, do nosso trabalho, temos que clamar pela presença de Deus nos nossos cultos, nas nossas igrejas, porque este é o segredo da vitória.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A operação da Trindade

Apocalipse - Capítulo 21

1: E VI um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.

Operação do Pai: quando o povo estava cativo no Egito, a terra só produzia trabalho. Sem feriado, 13º, insalubridade...Eram escravos e escravo não tem filho, tem outro escravo. Estavam perdendo a identidade. O céu se limitava a sol e chuva. Até que Deus se lembrou de Sua promessa. Com mão forte e poderosa começou a agir com seu povo. Do céu agora vinha as maravilhas do Senhor que destruíam o Egito e enfraqueciam Faraó. No meio do deserto tinha ainda a nuvem e a coluna de fogo. Do céu vinha a sobrevivência do povo. A terra que antes não recompensava o trabalho, agora foram levados a uma terra que manava leite e mel: a terra prometida. E o mar? O mar que era a grande oposição que se colocava a frente dos israelitas, Deus o abriu no meio para que o povo passasse.

Antes da vinda do Filho, havia aproximadamente 400 anos sem voz profética em Israel. Não havia resposta do céu. Tudo que a terra produzia era para os romanos, tendo em vista que o povo estava dominado. Jesus veio e mudou este cenário. Deu a esperança de uma nova terra ao povo. Curou cegos, coxos, ressuscitou mortos, tantos quantos que, segundo a bíblia, se todos fossem escritos, não caberia em livros. Jesus deu nova família, novo trabalho, nova forma de viver. Trouxe resposta do céu que dantes não havia. E o mar? Jesus andou sobre o mar, mandou que se acalmasse e ainda tirou experiências dele (pesca maravilhosa).

Hoje vivemos a operação do Espírito Santo. Se antes estávamos cativos por causa do pecado, agora, libertos no sangue de Jesus, o Espírito Santo tem nos conduzido a uma nova terra. Temos encontrado um novo ambiente no trabalho, na família. Nova vida. Se antes o céu não respondia, temos visto e vivido que através da oração, os céus tem se aberto e as respostas tem vindo. Nosso Deus é um Deus vivo. Temos vencido as dificuldades que o mar tem oposto a nós. Jesus disse que faríamos obras maiores que Ele fez. Ele venceu o mar. Temos vencido também. Chegará um dia que o mar não existirá. Não existirá luta, prova, choro. O Espírito Santo tem nos conduzido, nos moldado para herdarmos esta nova terra, a eternidade. Enquanto não chega o grande Dia, começamos a desfrutar um poucochinho da salvação aqui.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

O corpo é templo do Espírito Santo

2 Timóteo01:14
Guarda o bom depósito pelo Espírito Santo que habita em nós.

Hoje não vou escrever nenhum fato histórico, tão pouco alguma revelação nova (ou antiga) de um texto bíblico. Escreverei sobre uma verdade da Palavra que as vezes é ignorada. Ontem estava assistindo a um programa onde havia esse questionamento.
O cristianismo brasileiro absorveu algumas práticas como intoleráveis e a estereotipou como pecado. Exemplo clássico disso é o ato de fumar. Um vício que faz extremamente mal a saúde, logo é pecado. Correto, não se discute isso. Mas pergunta-se: e a pessoa que consome todos os dias refrigerante? Alimento comprovado cientificamente que tem a capacidade de retirar cálcio do organismo, podendo levar a doenças como osteoporose, com seus acidulantes, ácido fósfolico entre outros, capazes de levar ao desenvolvimento de câncer, entre outras doenças. Não seria isso pecado assim como fumar?
Na teologia brasileira não uma abordagem sobre o assunto. Parece ignorado ou despercebido. Fato é que pecado é pecado. Não existe maior ou menor. Todos nos fazem separação de Deus.
Sobre o assunto em lide, é mister ressaltar que, todo homem nasce para morrer. O próprio fato de respirarmos leva as nossas células ao processo de envelhecimento, e respirar não é pecado. É fato ainda que qualquer alimento, por mais saudável que seja, quando consumido em demasia, faz mal ao corpo. Inclusive água.
Não como aqui então descrever o que é pecado. Açúcar pode ser para quem tem diabetes. Sal para o hipertenso. Pecado é tudo aquilo que faz mal ao corpo. A alimentação, assim como a não prática de exercícios físicos é um suicídio a longo prazo. O Senhor não deseja que você a igreja passando mal. Contudo, ás vezes aqueladesculpaque você utilizou para não ir a igreja, pois estava cansado ou passando mal, pode não ser aceita no reino dos céus, tendo em vista que, para o Senhor, as atividades que você realizou não foram assim tão cansativas, mas na verdade, é você que está mal fisicamente e qualquer esforço um pouco maior, te faz parar. Ou não aceitará sua desculpa, tendo em vista que está doente por única e exclusiva culpa sua. Lembre-se que Deus tem um padrão comparativo alto. Jesus veio aqui, se fez homem, andou pelos desertos, não tinha carro nem conforto, levou nossas enfermidades, fez jejuns prolongados, e ainda assim conseguiu sobreviver por três anos e morreu porque O mataram.
Estou certo de que, sem santidade ninguém verá a Deus. Sem oração também não. Orar, ler a Palavra, andar em santidade são atributos muito enfatizados para que possamos herdar o céu. Mas assim como a santidade, que é algo interior e que se exterioriza, o falar, o agir, o vestir, e agora acreditem, o comer, são atos exteriores que nos diferenciam enquanto servos. Somos instrumentos nas mãos de Deus. E o que fará o trabalhador se sua ferramenta de trabalho não mais o servir? Certamente não a trocará por outra? Irmãos, não podemos encurtar o tempo que Deus preparou para nós. Se for para viver setenta anos, são setenta anos servindo ao Senhor. Não posso, não tenho o direito de antecipar este tempo com umbominfarto aos 45 causado por muito refrigerante, carne mal passada com bastante gordurinha e uma dose de sedentarismo.
Por fim, não andemos por observando pessoas e suas formas de corpo maisavantajadas(que o diga a barriga). Primeiro porque o Senhor não nos deu o direito de julgar o pecado de ninguém e segundo que existem inúmeros fatores, tanto por doenças, fatores genéticos, etc, que influenciam nisso, mas que apesar de tudo, o Senhor possa nos ajudar a sermos servos melhores, a valorizarmos àquilo que o Deus nos deu como instrumentos: o corpo.