sexta-feira, 16 de março de 2012

Obedecer a Jesus

Lucas: 2: 43
E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o soube José, nem sua mãe.

Jesus para de correr! Jesus vem cá! Jesus vai lá! Vai lá tomar banho menino! Se não comer tudinho, não vai brincar mais hein! Exclamavam os pais de Jesus.

Durante muito tempo Jesus era exatamente assim para nós. Em nossa mentalidade, mandávamos em Jesus. O Senhor tinha como se fosse uma “obrigação” em relação as nossas vontades (a religião ainda vive assim, inclusive dando ordens a Jesus).

Mas teve um dia na vida dos pais de Jesus que Ele sumiu. Ninguém sabia onde Ele estava. Por três dias foi assim...e quando O encontraram, Ele estava no templo e ouviram do Mestre: “Estou cuidando das coisas do Pai”.

Houve um dia assim em nossa vida. Entendemos que era nós que precisávamos andar atrás de Jesus. Que descendo de Jerusalém, estávamos saindo da benção, que era necessário voltar e que na verdade, Ele não estava sujeito a nossa vontade. E foi no templo que O encontramos (a igreja). O encontramos depois de três dias, exatamente depois de entender a sua morte e ressurreição. Quando este maravilhoso dia chegou, percebemos que o mais importante na vida do servo é cuidar das coisas do Pai, que estávamos no caminho errado, mas principalmente, é muito melhor obedecer a Jesus que “mandar” Nele. 

quarta-feira, 14 de março de 2012

Aprendendo com a vida...

Mt 12:33b
Ou fazei a árvore boa, e o seu fruto bom, ou fazei a árvore má, e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore.

Aprendendo com a vida...

Dias atrás, em uma aula na faculdade, exclamava o professor sobre a teoria dos frutos da árvore envenenada. ("fruits of the poisonous tree"). Em direito, trata-se sobre derivação das provas, ou seja, se a prova inicial é ilícita, as demais provas obtidas a partir desta, também serão e não tem qualquer proveito. Em síntese, é ilícita toda prova que é obtida em contrário ao ordenamento jurídico normativo, principalmente o que fere a Lei Maior: a Constituição.

Chegando em casa, percebi que a bíblia defende o mesmo posicionamento. Os frutos advindos de uma árvore má são maus. Assim sendo, aqueles que ainda não tiveram a experiência de se transformar numa “boa árvore”, por melhor que sejam as suas boas intenções, não terão bons frutos.

A prática é igual ao direito. A constituição aqui é uma figura de Deus. Aquele que está acima de todas as coisas. As leis que devem ser seguidas, são como a bíblia, a fonte daquilo que devemos fazer ou não fazer. Se nossas obras são em contrário a Palavra de Deus, são como ilícitos, não tem qualquer proveito, qualquer serventia.

Há aqueles que relativizam a teoria das provas ilícitas e aproveitam o que lhe interessam. Há entre os religiosos aqueles que relativizam a Palavra de Deus, dando-lhe interpretações conforme lhe convenham. Naquela hipótese, você até tem alguma chance de sucesso, nesta, o Justo Juiz não permitirá qualquer mudança do Seu Ordenamento e como diria um nobre amigo: “Ele não vai pintar lobo de branco para falar que é ovelha”! 

segunda-feira, 12 de março de 2012

A arca de Noé

Gen. 6:14-18

No texto, Deus fala com Noé para construir uma arca. Alguns detalhes colocados pelo Senhor, nos chamam a atenção.
1ª – A fé e a obediência de Noé;
2ª – Construir uma ARCA no alto de um morro – A Arca representa o Sr. Jesus e é do alto que vem a salvação;
3ª – A arca deveria ter uma única porta – Jesus é a porta, a única e não a outra;
4ª – A arca deve ter uma janela voltada para cima – Olhai para o alto de onde vem a nossa salvação;
5ª – A arca deve ser de três (3) andares – Só há salvação onde a Trindade está presente;
6ª – Fará compartimento por dentro e por fora – (Como está nosso testemunho interior e exterior?). Tampa todos os buracos por dentro e por fora com betume, constantes oração evitando as brechas (os buracos) para que o inimigo não entre em nosso coração
Obs.:
Fará uma arca de madeira, ele necessitava trabalhar a madeira para fazer a arca. Assim são nossas vidas, devemos deixar que o Senhor nos molde conforme a sua vontade, basta sermos obedientes;
Não os tirei do mundo, mas os livrei de todo o mal – Não tirou o povo do dilúvio, mas os livrou na ARCA e andou sobre as águas;
Porta fechada – Quando passares pelas águas elas não te afogarão;
Betume – (Jejum e Oração) Para que as águas do dilúvio não entrassem na arca e ela afundasse – Recurso dos servos para que as coisas do mundo não entre em nosso coração, “Orai sem cessar”;
E o Senhor fechou a arca por fora. Entregue sua vida (descanse) ao senhor e ele cuidará de tudo para você e tudo irá muito bem.
Contribuição: D. Edmar e Luiz Dias

sexta-feira, 9 de março de 2012

Raabe e Babilônia

Salmos - Capítulo 87, 4a

Farei menção de Raabe e de Babilônia àqueles que me conhecem;


Raabe foi uma mulher que provou que para sair da situação mais humilhante de um pecador e se tornar alguém de valor eterno, basta fazer uma única escolha certa.

Ela era prostituta numa cidade condenada... escolheu fazer parte dos que lutavam contra o pecado e se tornou linhagem do Salvador.

Babilônia foi uma cidade edificada com projetos e sabedoria humana para se tornar a cidade perfeita, misturando várias crenças (mescla), mas devido a persistência de 04 homens (Daniel, Misael, Hananias e Azarias) em continuar buscando a Deus, toda a nação foi conduzida a adorar a Deus, inclusive o edificador da cidade (Rei Nabucodonozor/Daniel 4) e seus sucessor (Rei Dario/ Daniel 6:25 e 26).

Por isso Deus expressa: -" Farei menção... àqueles que me conhecem."

Quem conhece o Senhor, sabe do que Ele é capaz, conhece os limites de seu poder (que não tem limite), somente quem conhece Deus pode ver suas operações de maravilhas, pois tem fé, acredita nelas e na verdade, pois não o conhece somente de ouvir falar, mas “face-a-face”.

Quem vive milagres não duvida que ocorra... Quem vive experiências com Deus não duvida de sua existência...Deus não lança pérolas aos porcos... Ele revela seus segredos àqueles que o conhece. Ele revela seus atos maravilhosos aos que têm fé.

Você tem ouvido falar de Raabe e/ou de Babilônia? Não?! Então venha conhecer Jesus!

Essa mensagem é uma produção independente e todo seu conteúdo é uma responsabilidade de seu organizador. (eu sempre quis escrever isso...rrssrs).

Mensagem sugerida pelo irmão Sandro - Muriaé/MG. Obrigado companheiro


terça-feira, 6 de março de 2012

Uma mente dividida

At 20:10 Paulo, porém, descendo, inclinou-se sobre ele e, abraçando-o, disse: Não vos perturbeis, que a sua alma nele está.

A história do jovem Êutico em muito se assemelha a história de Adão. Ambos encontravam-se em um lugar de luz. Adão DIVIDIU-SE entre a voz do Senhor e a voz do inimigo. Êutico DIVIDIU-SE entre a voz do Senhor e a vontade da sua carne. Nas duas histórias, quando tiveram contato com as coisas terrenas o desfecho foi morte, mas percebam, o que os levou a queda foi ter uma mentalidade dividida, por isso Jesus em seu ministério disse aos seus discípulos que a palavra do servo é sim, sim e não, não, ensino reforçado no livro de Apocalipse, ou quente ou frio!

No entanto, se herdamos de Adão o pecado, a morte, tivemos a mesma herdade que o jovem Êutico teve em sua história. Paulo representa a pessoa do Senhor Jesus, que desceu do alto e veio ao encontro do homem que estava morto e nos deu vida.

Interessante percebermos na história do jovem que ele morreu dormindo e quem morre dormindo não sabe que morreu.(conclusão lógica!!!).

Assim vive parte da humanidade. Aqueles que não tiveram um encontro com Jesus estão na condição daquele jovem pois, não mais discernem o momento em que vivem, e como um morto, vivem guiados pela vontade alheia e o que é pior, não sabem disso.

sexta-feira, 2 de março de 2012

O Chamado da Noiva

Oséias - Capítulo 2

14: Portanto, eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração.
Deus não desiste do homem. Prova disso: eu e você!

A chuva e o sol vem para os bons e ruins. Assim é o chamado de Deus. Não é por meritocracia. Ainda bem, porque se fosse, nenhum de nós seríamos chamados.

Deus revelou seu projeto a Israel. Os atraiu. Chamou-os para o deserto. Provou-lhes seu amor. A coluna de fogo a noite, a nuvem durante o dia. O maná. Deu-lhes estatutos. Um povo escravizado que agora tinha uma identidade, um nome: O Povo do Deus de Israel. Contudo, não quiseram ouvir ao Senhor e inclinaram aos desejos dos seus próprios corações.

Deus não desistiu. Levantou a Igreja Fiel. Ela foi atraída pelo chamado do Noivo. Hoje vive no deserto se preparando. Às vezes em meio a provas e lutas, mas tem o consolo da voz do Espírito Santo falando, operando, curando, adornando aquela que um dia será Esposa. 16: E naquele dia, diz o SENHOR, tu me chamarás: Meu marido; e não mais me chamarás: Meu senhor.

Obrigado ao irmão Davi - SP pela mensagem.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Um poucochinho de Luz.

Jo 05
35: Ele era a candeia que ardia e alumiava, e vós quisestes alegrar-vos por um pouco de tempo com a sua luz.

Imagine-se andando durante a noite. Na...

Lua minguante: a luz vai diminuindo com o passar dos dias.
Lua nova: maior ausência de luz. Seu caminhar estará certamente prejudicado.
Lua crescente: há um pouco mais de luz. A medida que os dias passam, a claridade aumenta.
Lua cheia: é a fase em que há mais luminosidade.

Assim são os servos do Senhor. Um dia andávamos na total escuridão do pecado. Aprouve a Deus, na sua infinita misericórdia, colocar na nossa noite, uma lua. Um servo que, por si só, não tem luz própria, mas que reflete a luz de Jesus. Você encontrará todos os tipos de servos, alguns cheios da graça do Senhor, com mais luz, outros com menos, outros com bem menos e até alguns ausentes de luz.

Mas fato é, que independente da lua que Deus usou para você enxergar um pouquinho na escuridão da noite, ainda é noite e sua visão continua prejudicada. Importa para nós, atendermos o conselho do apóstolo Paulo que dizia: “andamos por fé e não por vista”. Na noite, vemos somente a lua, mas temos a certeza que existe algo bem maior e mais luminoso. Essa é nossa fé. Aguardamos ansiosamente o raiar de um novo dia, chamado de dia Perfeito, onde nós poderemos desfrutar do Sol da Justiça. 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

A guerra

Nm 01
3: Da idade de vinte anos para cima, todos os que em Israel podem sair à guerra, a estes contareis segundo os seus exércitos, tu e Arão.


Moisés recebe uma ordem: contar o povo.
Após a enumeração, podemos ver que:

. Eram na verdade um número de ex-escravos andando no deserto rumo a terra prometida;
. Eram na maioria mulheres e crianças, indefesos;

Parece nossa história. Somos também ex-escravos (do pecado), andando pelo deserto (do mundo) rumo a terra prometida (eternidade).

Quando olhamos ao nosso redor, percebemos que temos muito mais coisas indefesas do que propriamente situações que estão ao nosso controle. Era o pensamento de um “soldado” Hebreu. Talvez pudesse confiar na sua força, ou em uma ou outra arma que de forma artesanal viesse a fazer, poderia até tentar se defender, mas ao olhar ao seu redor, certamente perderia suas esperanças. Olha agora para sua saúde, para sua família. Onde está seu pai, mãe ou filho? E sua igreja?

Não tem como tomar conta disso tudo. Nossa defesa é a nossa fé. Nossa confiança no Senhor. Israel venceu guerras com pedaços de ossos, com tochas e buzinas (armas não convencionais para a guerra). Temos vencido nas madrugadas, nos jejuns, orações, etc. Nossa vitória está no Senhor dos Exércitos!


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A Igreja de sexta, de sábado e de domingo



A história do Senhor Jesus narrada nos quatro evangelhos nos dá uma perfeita compreensão daquilo que seriam os nossos dias. É verdade que muitos tem fechado os olhos da fé para a verdade e procuram somente aquilo que lhes interessa. Não é o nosso caso.
Jesus escolheu os doze apóstolos. Dentre eles, Judas.
Podemos perceber que o ministério de Jesus teve algumas características. No começo, o Senhor operou muitos sinais. Já no final do Seu ministério, Ele deu muita ênfase a Palavra. São muitas histórias e parábolas que Jesus contou. Muitos diálogos. Um pouco menos de sinais.
Judas, enquanto sabedor que Jesus era o Filho de Deus, certamente não O trairia. Mas quando começou a ver menos sinais e ouvir mais da Palavra de Deus (e muitas vezes ouvia o que não lhe agradava), deixou subir ao seu coração a dúvida. Será mesmo Este o Messias?
Diz então a Bíblia que Judas começou a defraudar a “tesouraria”. Talvez isso no coração dele pudesse ser um teste ao Senhor: “Se Jesus chamar minha atenção, assim como muitas vezes chamou a de Pedro, é porque Ele realmente sabe de todas as coisas”. Com o passar do tempo, como não há registro de que Jesus tenha falado algo com Judas, talvez isso o tenha levado a crer naquilo que lhe seria até então somente uma dúvida: “este não é o Escolhido”.
Judas resolve vender Jesus para a religião. Talvez poderia até pensar estar ajudando, pensando ele ser um defensor da religião judaica. Estaria  “limpando” mais um falso Messias.
Jesus é preso e crucificado. Judas, vendo o erro que cometera, suicida. Sexta-feira.
Imaginemos, cá pra nós, que os discípulos conhecessem o Projeto da igreja e suas futuras dimensões. (Jesus já havia falado a respeito, mas somente conheceram após o Pentecostes). Imagine o que seria do pensamento deles no sábado: Jesus estava morto. E antes disso, já a algum tempo também, não viam tantos sinais, somente grandes sermões. Judas que era um amigo, alguém escolhido junto com eles, abandonou “o barco”. Pior do que isso, descobriram que ele traíra Jesus e talvez neste momento, já sabiam da fraude à tesouraria. Como continuar a igreja, sendo que, em sendo somente doze já tiveram tantos problemas? Como continuar se Jesus não avisou de um fraudador que estava no meio deles? Pior, com o crescimento da igreja, como seria quando fossem dez, vinte, trinta mil pessoas? Quantos escândalos poderiam vir?
Diz a Bíblia que alguns voltaram de onde vieram. Outros foram para lugares que nada tinham do projeto de Deus.
Nesta última hora é assim. A igreja de sexta-feira é aquela que trocou Jesus por um outro projeto qualquer. Entregou Jesus à religião para que Ele fosse julgado (um curador, um bom homem, um filósofo). Alguns entregaram Jesus para que Sua Obra fosse escandalizada, expondo aqueles problemas que, na verdade, eram do homem e não do Senhor.
A igreja do sábado são aqueles que deixaram se atemorizar por aquilo de que já estavam avisados. Era mister que isso tudo ocorresse, contudo, diziam consigo: “a Obra de Jesus mudou”. Para eles era hora então de tomar um outro caminho. Duvidosos, voltaram ao lugar de onde vieram. Na história bíblica, Jesus ainda foi atrás destes, mas para aqueles que duvidaram da ação do Espírito Santo e blasfemaram d’Ele, negando aquilo que viveram, não haveria uma segunda chance.
Importa para nós a igreja do domingo. Aqueles que viram Jesus ressuscitado, glorificado. São estes que não tem dado ouvidos às dificuldades, aos rumores (havia rumores espalhados pelos romanos que o corpo de Jesus havia sido roubado/ furtado). Para nós, importa o Projeto. Os que ficaram são os que não tem dúvidas da operação do Espírito nas suas vidas. Não precisam ficar vendo fenômenos acontecerem. São os que tem dado ouvidos à Palavra de Deus. Estes são os valentes. É sobre estes que a Igreja vai continuar sendo edificada. São estes que vão ver o  cumprimento do Maranata, o Senhor Jesus Vem
.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O bolo de chocolate

TEORIA 1: Uma dona de casa, mãe de um bombeiro, tinha conhecimentos de como fazer bolos de chocolate e decidiu fazer um bolo para seu filho. Tendo obtido todos os ingredientes necessários, preparou a massa, colocando cada ingrediente na quantidade certa e na ordem certa, num recipiente. Após observar o Tempo devido, a massa foi levada ao forno, em uma forma, para ser assada, até que o bolo ficasse pronto. O padrão de qualidade do bolo ficou a critério da dona de casa que sabia fazê-lo. Após o tempo apropriado, o bolo foi retirado do forno e da forma, levado pela mãe até o corpo de bombeiros e colocado sobre uma mesa. Assim seria nossa teoria número um.
TEORIA 2: Um caminhão de supermercado, levando mercadoria para entrega, capotou numa curva. À medida que o caminhão capotava. pacotes de farinha, de fermento, de açúcar, de sal, de chocolate, de ovos, latas de óleo, etc., que estavam em sua carroceria, se romperam. encontrava-se dentro do caminhão, um cantil que se partiu ao meio, devido ao capotamento. Um pouco dos ingredientes arremessados aleatoriamente se depositou em quantidade certa e na ordem certa em uma das metades do cantil. Devido ao movimento do capotamento, os elementos foram se misturando ali. Ao parar de capotar, o caminhão pegou fogo. Aquecidos pelo calor, os ingredientes dentro da metade do cantil começaram a se transformar pelos processos físico-químicos, num bolo de chocolate. Os bombeiros haviam sido chamados, conseguiram apagar o incêndio do caminhão de supermercado num tempo razoável. Nos escombros eles encontraram o bolo de chocolate formado na metade do cantil, e o levaram e o colocaram sobre uma mesa, para celebrar a grande proeza do dia.
ANÁLISE:O pesquisador, não estava presente para constatar os acontecimentos, sendo assim, tem por base de formação de teorias um bolo de chocolate sobre a mesa.
Teoria 1 - Comparativo ao argumento CRIACIONISTA: Admissão do fato de que existe alguém capaz de fazer bolos de chocolate.
Teoria 2 - Comparativo ao argumento EVOLUCIONISTA: Probabilidade e chance.
Um bolo de chocolate possui, em média, 12 ingredientes. Uma célula aproximadamente 2000. Qual dos dois tem a maior probabilidade de surgir espontaneamente? Pense nisso.
Créditos: Sabrina ...tirado daqui: sabrinasukerthcriacionismo.blogspot.com

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

A Terra de Gósen

Baseia-se no seguinte texto:(Êxodo 8:22) - E naquele dia eu separarei a terra de Gósen, em que meu povo habita, que nela não haja enxames de moscas, para que saibas que eu sou o SENHOR no meio desta terra.
(Êxodo 8:23) - E porei separação entre o meu povo e o teu povo; amanhã se fará este sinal.

"Terra de Gósen: simboliza o lugar onde Jesus habita, onde ocorre milagre, onde há multiplicação, abundância. Em oposição ao Egito que quer dizer terra de escuridão. Pragas caem no Egito, maldições chegam lá, mas a terra de Gósen não é atingida. É como se houvesse um manancial no meio do deserto. Isto mostra como Deus é maravilhoso."

Minha casa
Meu coração
Minha alma ---------------------> TUDO ISSO É TERRA DE GÓSEN!
Meu espírito 
Minha família

Lembrando e tomando posse desta verdade, nossa vida é terra de Gósen, pois temos Jesus habitando em nós. As pragas do Egito não podem nos alcançar. Enquanto o mundo é um deserto, onde há sofrimento e escuridão, nós estamos em um manancial, que é a presença de Cristo, em meio a este deserto. Maior é O que está em nós, do que o que está no mundo.

Mensagem sugerida pela irmã Adriana Freitas de Viçosa - MG. (segunda a mesma, esta teria copiado a mensagem da irmã Sabrina Helena. Agora se ela também copiou de alguém, ai eu já não sei....rssrrsrsrs). Obrigado pela sugestão.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O julgamento de Jesus

Mt 27:20
Mas os príncipes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram à multidão que pedisse Barrabás e matasse Jesus.

O “tribunal do júri” do julgamento de Jesus tinha tudo para dar uma vitória fácil ao Mestre. Jesus havia passado em torno de três anos curando, libertando, abençoando. Dias antes do seu julgamento, entrou na cidade de Jerusalém aclamado pelo povo que gritava: “Viva o Rei”! Era ainda favorecido pelo fato de não haver acusação contra Ele.
Apesar de tantas benécias, sabemos o que foi o veredito. Diz a bíblia que os príncipes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram o povo a crucificarem Jesus.
Talvez muitos dos que estavam ali saíram de casa com o intento de libertarem Jesus. Mas no caminho, ouviram de um príncipe religioso, um homem importante, que a obra de Jesus não era boa. Neste momento a dúvida subiu ao coração. Talvez ainda, em dúvida sobre toda aquela situação, consultaram os anciãos, homens antigos e vividos, figura aqui daqueles que já envelheceram espiritualmente. Tiveram como resposta que crucificassem Jesus, pois não era de Deus.
Jesus estava preso pela religião. João Batista, o profeta, morto. Não havia mais voz profética, só voz de homem.
Muitos que foram chamados a defender a obra de Jesus, hoje se prestam a negar a verdade. Negam as curas, os dons, a obra que viveram. Por isso, devemos seguir firmes e avante, sem medo dos rumores que nos cercam, olhando para Aquele que é autor e consumador de nossa fé. Jesus!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Um tiro de pedra

Lc 22:41a

E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra;

Afirma a bíblia que Jesus se distanciou dos seus discípulos a distância de um tiro de pedra. Essa é a exata distância entre Jesus e nós.

Qual a distância de um tiro de pedra? Depende, depende de quem arremessa a pedra. Se for alguém forte, vai bem longe, alguém com menos força, um pouco mais perto...

O homem trava dentro de si uma guerra. De um lado o Espírito, que clama por Deus, do outro lado a carne, que quer Jesus cada vez mais longe, tendo em vista que Luz e trevas não combinam e a carne sempre tende ao pecado.

A bíblia diz que Jesus é a pedra. Quanto mais carne, mais força, mais razão, maior será a distância que a carne, o pecado, lançará o Senhor para distante. Quanto mais oração, mais jejum, mais madrugadas, mais a carne fica fraca e por consequência mais perto Jesus estará.

Veja bem, Jesus sempre está perto. O homem é que tenta “arremessá-Lo” para distante.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A serpente de metal

Nm 21
9: E Moisés fez uma serpente de metal, e pô-la sobre uma haste; e sucedia que, picando alguma serpente a alguém, quando esse olhava para a serpente de metal, vivia.

Pela desobediência do povo de Israel eles começaram a serem picados por serpentes e por consequência a morrerem. Deus então providencia uma serpente de metal que foi colocada sobre uma haste e quando o povo, mordido pelas serpentes, olhava para a serpente de metal, não morriam, mas viviam.

Isso ocorreu com o homem. O primeiro homem foi picado pela serpente e passou a conhecer o pecado e por consequência a morte. Deus então, na sua infinita misericórdia, levantou seu único filho em uma haste. Foi lá na cruz do calvário que nosso destino traçado para a morte converteu-se em vida.

Agora, quando pecares, lembra de olhar para o sacrifício perfeito, daquele que foi levantado numa haste de madeira, ficando no alto, entre o céu (Deus) e a terra (homem), para a mediação perfeita. (o diálogo entre Jesus e Nicodemos nos dá uma boa noção desta mensagem)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

A ação do Espírito Santo

Jo 21

18: Na verdade, na verdade te digo que, quando eras mais moço, te cingias a ti mesmo, e andavas por onde querias; mas, quando já fores velho, estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá, e te levará para onde tu não queiras.

Enquanto o homem é imaturo, moço, anda por onde quer. Cinge-se da maneira que acha que convém, mais folgado ou mais apertado, conforme o gosto pessoal de cada um.

Mas chegaria um dia para Pedro que ele deixaria de ser aquele homem impulsivo, inconsistente e alcançaria maturidade, experiência. Neste dia, suas mãos seriam estendidas, alguém o cingiria e o levaria para onde ele não queria. Este dia se deu no pentecoste. Foi ali que Pedro foi transformado pela ação do Espírito Santo.

Assim é o homem. Antes de conhecer ao Senhor mais profundamente, de ser batizado com o Espírito Santo, o homem pode até ser um seguidor de Jesus (assim como Pedro era), mas a carne sempre continuará dando seus “palpites”. Depois que o Espírito Santo tem lugar na vida do homem, aí entendemos que nossas mãos são única e exclusivamente para o Senhor. Passamos a ser cingidos por Ele. É fato que as vezes aperta mais do que queríamos, mas isso ocorre porque a carne não pode prevalecer. Depois de dispostos, ajustados pelo Senhor, vamos andar na sua obra. Hoje estou aqui, amanhã ali, outro dia lá. Como Paulo bem disse, um dia na fartura, outro dia nem tanto, assim nós vamos fazendo a obra do Senhor, mas com uma certeza; não é como eu quero, é como Ele quer.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Andamos por fé, não por vista.

Hb 10,19
Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus.

O povo de Israel nunca foi exemplo de fé. Prova disso é que quando Jesus veio, Ele disse que teria que fazer muitos sinais para que cressem, mas haveria um povo que iria crer primeiro para depois ver os sinais (igreja).
É muito mais fácil, humanamente falando, crer em algo que se possa ver. Por isso, os ídolos (que tem boca e não falam, olhos e não veem, pés e não andam), são tão usados em tantas religiões.
O inaceitável, é que no meio daqueles que, em tese, “protestaram” e fugiram de tal abominação, ocorra hoje a materialização da fé, uma idolatria velada.
No tempo de Israel, o sumo sacerdote, uma vez ao ano entrava no santo dos santos, na presença de Deus, trazendo em suas mãos o sangue do cordeiro imolado pela expiação dos seus pecados e do pecado do povo. Pela limitação da fé do povo, era necessário ver o sangue. Estava ali, nas mãos do sacerdote. Se Deus não aceitasse o sacrifício, o resultado seria morte e o sacerdote não voltaria vivo.
Nenhum de nós vimos o sangue de Jesus derramado na cruz do calvário, mas nós cremos pela fé. Não precisamos ver, mas sentimos seus efeitos. O escritor bíblico faz justamente esta advertência a igreja: tenham ousadia, fé, para ir além do véu. Você pode não ver com seus olhos naturais, mas é o sangue de Jesus que te permite ir além, ter os pecados perdoados, a comunhão renovada. Não sejamos temerosos, descrentes. Avante igreja! A morte foi vencida, o sacrifício perfeito já foi feito. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O jovem rico

Mt 19

18: Disse-lhe ele: Quais? E Jesus disse: Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho;
19: Honra teu pai e tua mãe, e amarás o teu próximo como a ti mesmo.
20: Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade; que me falta ainda?
21: Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me.
22: E o jovem, ouvindo esta palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades.

O diálogo de Jesus com o jovem rico nos mostra algo interessante. O jovem pergunta ao Senhor Jesus o que deveria fazer para alcançar a salvação, sendo prontamente respondido que deveria guardar os mandamentos, porém, os mandamentos da lei eram dez e Jesus diz ao jovem somente seis. (contem no texto para confirmar). O jovem, orgulhoso da sua conduta ilibada, se diz cumpridor de tais ordenanças. E talvez realmente fosse.

O número seis na bíblia nos fala do homem. Profeticamente o texto nos mostra o máximo que conseguimos alcançar. Conseguimos ir onde todos os homens vão. Para nós é o limite. Neste momento, Jesus entrega-lhe uma orientação, que seria para o jovem um diferencial, uma mudança: “vende tudo que tens”. Enquanto homem, o jovem fez o que podia, Jesus diz a ele agora que ele deveria ir além, deixar exatamente as coisas que os homens procuram para trás. Era como se Jesus dissesse: “Deixe agora sua razão, sua religião, o que você aprendeu, seus costumes e segue-me”. Não, o jovem não seguiu ao Senhor.

Jesus dá ao jovem uma orientação e diz que ele seria perfeito. O sete fala da perfeição de Deus. É o sétimo “mandamento” que o Senhor lhe deu. Hoje sabemos que não somos perfeitos, mas na orientação, no cumprimento da voz de Jesus caminhamos para tal, até o grande e sonhado dia que encontraremos com Ele que é perfeito e assim também seremos para honra e glória do nome do Senhor.

Texto sugerido pelo irmão Luiz Dias. 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Tipologia em Abraão

Gn 19, 29


E aconteceu que, destruindo Deus as cidades da campina, lembrou-se Deus de Abraão, e tirou a  do meio da destruição, derrubando aquelas cidades em que  habitara.

        A bíblia nos conta a história de Abraão, homem temente que alcançou graça diante do Senhor e que nesta passagem especificamente é uma bela figura profética da pessoa do Senhor Jesus.

        Diz a palavra que Ló, talvez movido pelo atrativo que via, escolhe as campinas para habitar, justamente a terra que posteriormente seria destruída por causa do pecado; Sodoma e Gomorra.

        Por andar com Deus e avisado dos desígnios do Criador em destruir aquela terra, Abraão intercede a Deus para que salvasse a vida de Ló e assim o Senhor atendeu aquela mediação e enviou anjos para que retirassem Ló e sua família do juízo.

        Primeiramente é mister ressaltar que realmente Ló e sua família foram salvos por essa intermediação. Diz a bíblia em alguns capítulos atrás sobre um diálogo de Abraão com Deus, onde o término da conversa foi que se houvesse dez justos em Sodoma e Gomorra Deus não destruiria a terra. Certamente pelos relatos bíblicos, a família de Ló era constituída por muitas pessoas, haja vista ele ter esposa, filhas, genros, mas mesmo assim o juízo veio. Isso é uma prova que Ló foi polpado pela intercessão de Abraão e não porque era justo diante de Deus. Pecado é pecado, não existe grande ou pequeno. Talvez Ló quisesse argumentar com Deus, dizendo-se sobrinho do homem que tinha a promessa de por ele ser feito uma grande nação, mas não adiantaria. Política não funciona com as coisas de Deus, isto porque...

        Porque na verdade, há um único mediador entre Deus e o homem  que é o Senhor Jesus. Abraão é figura de Jesus justamente por isso, intercedeu a Deus e por ele muitos foram preservados do juízo. Da mesma forma, é através de Jesus que nos achegamos diante do Senhor e somos preservados do juízo que já está estabelecido para o mundo. É através do sangue de Jesus que temos os pecados perdoados.

        Mas Abraão era falho e morreu. Jesus não. É perfeito e está vivo. Sua mediação, intercessão, é maravilhosa, isto porque, se fez homem e conhece o que você e eu vivemos. Talvez você possa estar enfermo, saiba que Jesus se enfermou. Talvez você perdeu a alegria do seu coração, ou quem sabe até noites de sonos, porque seu trabalho não foi reconhecido, porque foi traído por um amigo, alguém em quem confiava muito, porque está sendo perseguido. Jesus conhece isso “na carne”. Não foi reconhecido pelo seu próprio povo, foi traído por um de seus mais íntimos amigos, foi perseguido pelos religiosos, só que há uma diferença, a consequência para Jesus é que isso tudo o levou a morte de cruz. Mas Ele ressuscitou e hoje está a destra do Pai, intercedendo por nós, povo de Deus. Glórias a Jesus!

sábado, 14 de janeiro de 2012

Moisés tipificando Jesus

Êxodo - Capítulo 32
1: MAS vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão, e disse-lhe: Levanta-te, faze-nos deuses, que vão adiante de nós; porque quanto a este Moisés, o homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe sucedeu.


O antigo testamento nos apresenta figuras que apontam para as coisas futuras. Moisés é um desses tipos e essa história especificamente nos mostra a pessoa de Jesus.
Diz a bíblia que Moisés estava junto com Deus no monte e desceu trazendo os mandamentos escritos nas tábuas de pedra. Ao chegar junto ao povo, percebeu que o povo estava em pecado, corrompido e então Moisés quebra as tábuas. É interessante que mesmo diante da corrupção humana, Moisés roga a Deus que perdoasse o povo e usasse de misericórdia.
Posteriormente, ele sobe novamente ao monte e retorna com as novas tábuas, mas desta vez havia uma diferença, seu rosto resplandecia.

Aí vemos a pessoa de Jesus. Da mesma forma, Ele estava com o Pai e desceu a este mundo para habitar com o homem. É interessante que Jesus viveu a lei, mas para nós ela foi quebrada, não estamos debaixo do julgo da lei. Jesus então, assim como Moisés, intercedeu por nós, por sua igreja fiel, e ainda clamou misericórdia mesmo para aqueles que o crucificaram. Antes de partir para o Pai, nos deixou um novo concerto, a graça.

Mas diz a bíblia que Jesus vai voltar. Só que quando vier não se apresentará mais como homem, mas estará glorificado. Moisés subiu ao monte e retornou com seu rosto resplandecendo. Jesus subiu e esta na gloria com o Pai, e um dia Ele virá nos buscar, estará cercado de glória, e também trará uma Palavra da parte do Pai: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Aprendendo a pedir

Ne cap 02
4: E o rei me disse: Que me pedes agora? Então orei ao Deus dos céus,

Dois pontos devem ser observados neste texto. Primeiramente, quando o rei dá a Neemias a oportunidade de fazer um pedido, antes de o fazê-lo, ele ora ao Senhor.
Jesus certa vez disse “errais pois não sabeis pedir”.
Em um momento difícil de seu ministério, antes de sua morte, Jesus disse que o Espírito estava pronto, mas a carne não.
A carne nunca está pronta. Ela sempre está no caminho contrário da benção. Por isso, é necessário que o Espírito Santo nos ajude a orar, nos ajude a pedir ao Pai.
Rm 08:26
E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.
Se o Espírito Santo não nos ajudar nesta tarefa, nossas orações sempre se limitarão a solicitar a Deus a solução de nossos problemas terrenos sem que alcancemos o projeto celestial. Jó viveu uma fase assim na sua vida, até que descobriu que a oração certa era a oração pelo seus amigos.

O segundo item a ser observado é que depois de orar, Neemias pede para ir ajudar seu povo. Já viram aquela coisa, “eis me aqui, envia ele”. Pois é, Isaías entendeu que ele é que deveria ser enviado. Neemias poderia abrir mão do conforto e comodismo do palácio do rei e pedir que enviasse alguém, mas não o fez.
Jesus também já predizia há algum tempo que faltaria ceifeiros na obra.
Com uma vida de oração e um pouco de disposição, podemos fazer muito mais por nós e pelo povo de Deus. Alguém aí disposto?

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

quando Ele virá?

Lc 21: 7

E perguntaram-lhe, dizendo: Mestre, quando serão, pois, estas coisas? E que sinal haverá quando isto estiver para acontecer?

Todas as vezes que meu tio está saindo voltando para São Paulo, a indagação da minha mãe é sempre a mesma: quando você volta?

É comum fazermos tal pergunta a quem amamos e vai se distanciar de nós. Vemos isso durante os evangelhos. Quando Jesus começava a falar que Ele iria para o Pai, que Seu reino não era aqui mas que voltaria, imediatamente era questionado; quando isso vai ocorrer?

Sobre isso, Jesus deu várias respostas que, na verdade, eram profecias. Um tanto quanto genéricas para a época, mas muito específicas para o nosso tempo, haja vista a possibilidade tecnológica de fazermos tais verificações. (sinais na natureza, guerras, fomes, pestes, Israel, etc).

Essas profecias já se cumpriram e maiores detalhes não nos foram entregues, uma vez que nem mesmo o Filho sabe o dia nem a hora.

Aprendi com o tempo que não temos voz onde a bíblia se cala. Mas tem gente que tem...e isso vende muito. Qualquer coisa escrita que contradiga a bíblia ou assuntos que vão além do que o Senhor esclareceu em sua palavra, são recordes de vendas.

Um amigo me disse que mil chegarás e dois mil não passarás. “Tá lá em Tadeu, cap 50, vs 18”! (Se alguém achar aí, posta lá como comentário).

Um outro mais entendido de bíblia me disse que quando brotasse a figueira (figura de Israel que passou a nação novamente em 1948), não passaria uma geração (geração segundo a bíblia=70 anos), sem que visse a volta de Jesus. Bem, 1948+70 = 2018, considerando que a igreja não passaria os sete anos de tribulação, da profecia das setenta semanas de Daniel, teríamos: 2018 -7 = 2011. Errou também. (para quem não entendeu a conta, manda e-mail que mando uma explicação melhor).

A moda agora são os Maias, que se estivessem vivos, estariam revoltados com a distorção do que fizeram com seus calendários. Pegue um número do calendário da agricultura de um povo antigo (Mais, Astecas, Incas, qualquer um, não importa), multiplica pelos números sorteados na mega sena da virada, alinha Júpiter, Saturno e Plutão (que agora nem planeta é), bate tudo no liquidificador e vê que data que dá. Este é o dia.

Amigos, comecemos um novo ano com uma certeza: resta um poucochinho de tempo para o Senhor Jesus voltar. Vivemos o tempo do breve. A nossa esperança não é fundada em teorias e cálculos humanos. Confiemos no Senhor, que nos garantiu que estaria conosco até a consumação dos séculos. Ora Vem Senhor Jesus!