sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Um poucochinho de Luz.

Jo 05
35: Ele era a candeia que ardia e alumiava, e vós quisestes alegrar-vos por um pouco de tempo com a sua luz.

Imagine-se andando durante a noite. Na...

Lua minguante: a luz vai diminuindo com o passar dos dias.
Lua nova: maior ausência de luz. Seu caminhar estará certamente prejudicado.
Lua crescente: há um pouco mais de luz. A medida que os dias passam, a claridade aumenta.
Lua cheia: é a fase em que há mais luminosidade.

Assim são os servos do Senhor. Um dia andávamos na total escuridão do pecado. Aprouve a Deus, na sua infinita misericórdia, colocar na nossa noite, uma lua. Um servo que, por si só, não tem luz própria, mas que reflete a luz de Jesus. Você encontrará todos os tipos de servos, alguns cheios da graça do Senhor, com mais luz, outros com menos, outros com bem menos e até alguns ausentes de luz.

Mas fato é, que independente da lua que Deus usou para você enxergar um pouquinho na escuridão da noite, ainda é noite e sua visão continua prejudicada. Importa para nós, atendermos o conselho do apóstolo Paulo que dizia: “andamos por fé e não por vista”. Na noite, vemos somente a lua, mas temos a certeza que existe algo bem maior e mais luminoso. Essa é nossa fé. Aguardamos ansiosamente o raiar de um novo dia, chamado de dia Perfeito, onde nós poderemos desfrutar do Sol da Justiça. 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

A guerra

Nm 01
3: Da idade de vinte anos para cima, todos os que em Israel podem sair à guerra, a estes contareis segundo os seus exércitos, tu e Arão.


Moisés recebe uma ordem: contar o povo.
Após a enumeração, podemos ver que:

. Eram na verdade um número de ex-escravos andando no deserto rumo a terra prometida;
. Eram na maioria mulheres e crianças, indefesos;

Parece nossa história. Somos também ex-escravos (do pecado), andando pelo deserto (do mundo) rumo a terra prometida (eternidade).

Quando olhamos ao nosso redor, percebemos que temos muito mais coisas indefesas do que propriamente situações que estão ao nosso controle. Era o pensamento de um “soldado” Hebreu. Talvez pudesse confiar na sua força, ou em uma ou outra arma que de forma artesanal viesse a fazer, poderia até tentar se defender, mas ao olhar ao seu redor, certamente perderia suas esperanças. Olha agora para sua saúde, para sua família. Onde está seu pai, mãe ou filho? E sua igreja?

Não tem como tomar conta disso tudo. Nossa defesa é a nossa fé. Nossa confiança no Senhor. Israel venceu guerras com pedaços de ossos, com tochas e buzinas (armas não convencionais para a guerra). Temos vencido nas madrugadas, nos jejuns, orações, etc. Nossa vitória está no Senhor dos Exércitos!


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A Igreja de sexta, de sábado e de domingo



A história do Senhor Jesus narrada nos quatro evangelhos nos dá uma perfeita compreensão daquilo que seriam os nossos dias. É verdade que muitos tem fechado os olhos da fé para a verdade e procuram somente aquilo que lhes interessa. Não é o nosso caso.
Jesus escolheu os doze apóstolos. Dentre eles, Judas.
Podemos perceber que o ministério de Jesus teve algumas características. No começo, o Senhor operou muitos sinais. Já no final do Seu ministério, Ele deu muita ênfase a Palavra. São muitas histórias e parábolas que Jesus contou. Muitos diálogos. Um pouco menos de sinais.
Judas, enquanto sabedor que Jesus era o Filho de Deus, certamente não O trairia. Mas quando começou a ver menos sinais e ouvir mais da Palavra de Deus (e muitas vezes ouvia o que não lhe agradava), deixou subir ao seu coração a dúvida. Será mesmo Este o Messias?
Diz então a Bíblia que Judas começou a defraudar a “tesouraria”. Talvez isso no coração dele pudesse ser um teste ao Senhor: “Se Jesus chamar minha atenção, assim como muitas vezes chamou a de Pedro, é porque Ele realmente sabe de todas as coisas”. Com o passar do tempo, como não há registro de que Jesus tenha falado algo com Judas, talvez isso o tenha levado a crer naquilo que lhe seria até então somente uma dúvida: “este não é o Escolhido”.
Judas resolve vender Jesus para a religião. Talvez poderia até pensar estar ajudando, pensando ele ser um defensor da religião judaica. Estaria  “limpando” mais um falso Messias.
Jesus é preso e crucificado. Judas, vendo o erro que cometera, suicida. Sexta-feira.
Imaginemos, cá pra nós, que os discípulos conhecessem o Projeto da igreja e suas futuras dimensões. (Jesus já havia falado a respeito, mas somente conheceram após o Pentecostes). Imagine o que seria do pensamento deles no sábado: Jesus estava morto. E antes disso, já a algum tempo também, não viam tantos sinais, somente grandes sermões. Judas que era um amigo, alguém escolhido junto com eles, abandonou “o barco”. Pior do que isso, descobriram que ele traíra Jesus e talvez neste momento, já sabiam da fraude à tesouraria. Como continuar a igreja, sendo que, em sendo somente doze já tiveram tantos problemas? Como continuar se Jesus não avisou de um fraudador que estava no meio deles? Pior, com o crescimento da igreja, como seria quando fossem dez, vinte, trinta mil pessoas? Quantos escândalos poderiam vir?
Diz a Bíblia que alguns voltaram de onde vieram. Outros foram para lugares que nada tinham do projeto de Deus.
Nesta última hora é assim. A igreja de sexta-feira é aquela que trocou Jesus por um outro projeto qualquer. Entregou Jesus à religião para que Ele fosse julgado (um curador, um bom homem, um filósofo). Alguns entregaram Jesus para que Sua Obra fosse escandalizada, expondo aqueles problemas que, na verdade, eram do homem e não do Senhor.
A igreja do sábado são aqueles que deixaram se atemorizar por aquilo de que já estavam avisados. Era mister que isso tudo ocorresse, contudo, diziam consigo: “a Obra de Jesus mudou”. Para eles era hora então de tomar um outro caminho. Duvidosos, voltaram ao lugar de onde vieram. Na história bíblica, Jesus ainda foi atrás destes, mas para aqueles que duvidaram da ação do Espírito Santo e blasfemaram d’Ele, negando aquilo que viveram, não haveria uma segunda chance.
Importa para nós a igreja do domingo. Aqueles que viram Jesus ressuscitado, glorificado. São estes que não tem dado ouvidos às dificuldades, aos rumores (havia rumores espalhados pelos romanos que o corpo de Jesus havia sido roubado/ furtado). Para nós, importa o Projeto. Os que ficaram são os que não tem dúvidas da operação do Espírito nas suas vidas. Não precisam ficar vendo fenômenos acontecerem. São os que tem dado ouvidos à Palavra de Deus. Estes são os valentes. É sobre estes que a Igreja vai continuar sendo edificada. São estes que vão ver o  cumprimento do Maranata, o Senhor Jesus Vem
.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O bolo de chocolate

TEORIA 1: Uma dona de casa, mãe de um bombeiro, tinha conhecimentos de como fazer bolos de chocolate e decidiu fazer um bolo para seu filho. Tendo obtido todos os ingredientes necessários, preparou a massa, colocando cada ingrediente na quantidade certa e na ordem certa, num recipiente. Após observar o Tempo devido, a massa foi levada ao forno, em uma forma, para ser assada, até que o bolo ficasse pronto. O padrão de qualidade do bolo ficou a critério da dona de casa que sabia fazê-lo. Após o tempo apropriado, o bolo foi retirado do forno e da forma, levado pela mãe até o corpo de bombeiros e colocado sobre uma mesa. Assim seria nossa teoria número um.
TEORIA 2: Um caminhão de supermercado, levando mercadoria para entrega, capotou numa curva. À medida que o caminhão capotava. pacotes de farinha, de fermento, de açúcar, de sal, de chocolate, de ovos, latas de óleo, etc., que estavam em sua carroceria, se romperam. encontrava-se dentro do caminhão, um cantil que se partiu ao meio, devido ao capotamento. Um pouco dos ingredientes arremessados aleatoriamente se depositou em quantidade certa e na ordem certa em uma das metades do cantil. Devido ao movimento do capotamento, os elementos foram se misturando ali. Ao parar de capotar, o caminhão pegou fogo. Aquecidos pelo calor, os ingredientes dentro da metade do cantil começaram a se transformar pelos processos físico-químicos, num bolo de chocolate. Os bombeiros haviam sido chamados, conseguiram apagar o incêndio do caminhão de supermercado num tempo razoável. Nos escombros eles encontraram o bolo de chocolate formado na metade do cantil, e o levaram e o colocaram sobre uma mesa, para celebrar a grande proeza do dia.
ANÁLISE:O pesquisador, não estava presente para constatar os acontecimentos, sendo assim, tem por base de formação de teorias um bolo de chocolate sobre a mesa.
Teoria 1 - Comparativo ao argumento CRIACIONISTA: Admissão do fato de que existe alguém capaz de fazer bolos de chocolate.
Teoria 2 - Comparativo ao argumento EVOLUCIONISTA: Probabilidade e chance.
Um bolo de chocolate possui, em média, 12 ingredientes. Uma célula aproximadamente 2000. Qual dos dois tem a maior probabilidade de surgir espontaneamente? Pense nisso.
Créditos: Sabrina ...tirado daqui: sabrinasukerthcriacionismo.blogspot.com

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

A Terra de Gósen

Baseia-se no seguinte texto:(Êxodo 8:22) - E naquele dia eu separarei a terra de Gósen, em que meu povo habita, que nela não haja enxames de moscas, para que saibas que eu sou o SENHOR no meio desta terra.
(Êxodo 8:23) - E porei separação entre o meu povo e o teu povo; amanhã se fará este sinal.

"Terra de Gósen: simboliza o lugar onde Jesus habita, onde ocorre milagre, onde há multiplicação, abundância. Em oposição ao Egito que quer dizer terra de escuridão. Pragas caem no Egito, maldições chegam lá, mas a terra de Gósen não é atingida. É como se houvesse um manancial no meio do deserto. Isto mostra como Deus é maravilhoso."

Minha casa
Meu coração
Minha alma ---------------------> TUDO ISSO É TERRA DE GÓSEN!
Meu espírito 
Minha família

Lembrando e tomando posse desta verdade, nossa vida é terra de Gósen, pois temos Jesus habitando em nós. As pragas do Egito não podem nos alcançar. Enquanto o mundo é um deserto, onde há sofrimento e escuridão, nós estamos em um manancial, que é a presença de Cristo, em meio a este deserto. Maior é O que está em nós, do que o que está no mundo.

Mensagem sugerida pela irmã Adriana Freitas de Viçosa - MG. (segunda a mesma, esta teria copiado a mensagem da irmã Sabrina Helena. Agora se ela também copiou de alguém, ai eu já não sei....rssrrsrsrs). Obrigado pela sugestão.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O julgamento de Jesus

Mt 27:20
Mas os príncipes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram à multidão que pedisse Barrabás e matasse Jesus.

O “tribunal do júri” do julgamento de Jesus tinha tudo para dar uma vitória fácil ao Mestre. Jesus havia passado em torno de três anos curando, libertando, abençoando. Dias antes do seu julgamento, entrou na cidade de Jerusalém aclamado pelo povo que gritava: “Viva o Rei”! Era ainda favorecido pelo fato de não haver acusação contra Ele.
Apesar de tantas benécias, sabemos o que foi o veredito. Diz a bíblia que os príncipes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram o povo a crucificarem Jesus.
Talvez muitos dos que estavam ali saíram de casa com o intento de libertarem Jesus. Mas no caminho, ouviram de um príncipe religioso, um homem importante, que a obra de Jesus não era boa. Neste momento a dúvida subiu ao coração. Talvez ainda, em dúvida sobre toda aquela situação, consultaram os anciãos, homens antigos e vividos, figura aqui daqueles que já envelheceram espiritualmente. Tiveram como resposta que crucificassem Jesus, pois não era de Deus.
Jesus estava preso pela religião. João Batista, o profeta, morto. Não havia mais voz profética, só voz de homem.
Muitos que foram chamados a defender a obra de Jesus, hoje se prestam a negar a verdade. Negam as curas, os dons, a obra que viveram. Por isso, devemos seguir firmes e avante, sem medo dos rumores que nos cercam, olhando para Aquele que é autor e consumador de nossa fé. Jesus!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Um tiro de pedra

Lc 22:41a

E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra;

Afirma a bíblia que Jesus se distanciou dos seus discípulos a distância de um tiro de pedra. Essa é a exata distância entre Jesus e nós.

Qual a distância de um tiro de pedra? Depende, depende de quem arremessa a pedra. Se for alguém forte, vai bem longe, alguém com menos força, um pouco mais perto...

O homem trava dentro de si uma guerra. De um lado o Espírito, que clama por Deus, do outro lado a carne, que quer Jesus cada vez mais longe, tendo em vista que Luz e trevas não combinam e a carne sempre tende ao pecado.

A bíblia diz que Jesus é a pedra. Quanto mais carne, mais força, mais razão, maior será a distância que a carne, o pecado, lançará o Senhor para distante. Quanto mais oração, mais jejum, mais madrugadas, mais a carne fica fraca e por consequência mais perto Jesus estará.

Veja bem, Jesus sempre está perto. O homem é que tenta “arremessá-Lo” para distante.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A serpente de metal

Nm 21
9: E Moisés fez uma serpente de metal, e pô-la sobre uma haste; e sucedia que, picando alguma serpente a alguém, quando esse olhava para a serpente de metal, vivia.

Pela desobediência do povo de Israel eles começaram a serem picados por serpentes e por consequência a morrerem. Deus então providencia uma serpente de metal que foi colocada sobre uma haste e quando o povo, mordido pelas serpentes, olhava para a serpente de metal, não morriam, mas viviam.

Isso ocorreu com o homem. O primeiro homem foi picado pela serpente e passou a conhecer o pecado e por consequência a morte. Deus então, na sua infinita misericórdia, levantou seu único filho em uma haste. Foi lá na cruz do calvário que nosso destino traçado para a morte converteu-se em vida.

Agora, quando pecares, lembra de olhar para o sacrifício perfeito, daquele que foi levantado numa haste de madeira, ficando no alto, entre o céu (Deus) e a terra (homem), para a mediação perfeita. (o diálogo entre Jesus e Nicodemos nos dá uma boa noção desta mensagem)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

A ação do Espírito Santo

Jo 21

18: Na verdade, na verdade te digo que, quando eras mais moço, te cingias a ti mesmo, e andavas por onde querias; mas, quando já fores velho, estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá, e te levará para onde tu não queiras.

Enquanto o homem é imaturo, moço, anda por onde quer. Cinge-se da maneira que acha que convém, mais folgado ou mais apertado, conforme o gosto pessoal de cada um.

Mas chegaria um dia para Pedro que ele deixaria de ser aquele homem impulsivo, inconsistente e alcançaria maturidade, experiência. Neste dia, suas mãos seriam estendidas, alguém o cingiria e o levaria para onde ele não queria. Este dia se deu no pentecoste. Foi ali que Pedro foi transformado pela ação do Espírito Santo.

Assim é o homem. Antes de conhecer ao Senhor mais profundamente, de ser batizado com o Espírito Santo, o homem pode até ser um seguidor de Jesus (assim como Pedro era), mas a carne sempre continuará dando seus “palpites”. Depois que o Espírito Santo tem lugar na vida do homem, aí entendemos que nossas mãos são única e exclusivamente para o Senhor. Passamos a ser cingidos por Ele. É fato que as vezes aperta mais do que queríamos, mas isso ocorre porque a carne não pode prevalecer. Depois de dispostos, ajustados pelo Senhor, vamos andar na sua obra. Hoje estou aqui, amanhã ali, outro dia lá. Como Paulo bem disse, um dia na fartura, outro dia nem tanto, assim nós vamos fazendo a obra do Senhor, mas com uma certeza; não é como eu quero, é como Ele quer.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Andamos por fé, não por vista.

Hb 10,19
Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus.

O povo de Israel nunca foi exemplo de fé. Prova disso é que quando Jesus veio, Ele disse que teria que fazer muitos sinais para que cressem, mas haveria um povo que iria crer primeiro para depois ver os sinais (igreja).
É muito mais fácil, humanamente falando, crer em algo que se possa ver. Por isso, os ídolos (que tem boca e não falam, olhos e não veem, pés e não andam), são tão usados em tantas religiões.
O inaceitável, é que no meio daqueles que, em tese, “protestaram” e fugiram de tal abominação, ocorra hoje a materialização da fé, uma idolatria velada.
No tempo de Israel, o sumo sacerdote, uma vez ao ano entrava no santo dos santos, na presença de Deus, trazendo em suas mãos o sangue do cordeiro imolado pela expiação dos seus pecados e do pecado do povo. Pela limitação da fé do povo, era necessário ver o sangue. Estava ali, nas mãos do sacerdote. Se Deus não aceitasse o sacrifício, o resultado seria morte e o sacerdote não voltaria vivo.
Nenhum de nós vimos o sangue de Jesus derramado na cruz do calvário, mas nós cremos pela fé. Não precisamos ver, mas sentimos seus efeitos. O escritor bíblico faz justamente esta advertência a igreja: tenham ousadia, fé, para ir além do véu. Você pode não ver com seus olhos naturais, mas é o sangue de Jesus que te permite ir além, ter os pecados perdoados, a comunhão renovada. Não sejamos temerosos, descrentes. Avante igreja! A morte foi vencida, o sacrifício perfeito já foi feito. 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O jovem rico

Mt 19

18: Disse-lhe ele: Quais? E Jesus disse: Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho;
19: Honra teu pai e tua mãe, e amarás o teu próximo como a ti mesmo.
20: Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade; que me falta ainda?
21: Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me.
22: E o jovem, ouvindo esta palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades.

O diálogo de Jesus com o jovem rico nos mostra algo interessante. O jovem pergunta ao Senhor Jesus o que deveria fazer para alcançar a salvação, sendo prontamente respondido que deveria guardar os mandamentos, porém, os mandamentos da lei eram dez e Jesus diz ao jovem somente seis. (contem no texto para confirmar). O jovem, orgulhoso da sua conduta ilibada, se diz cumpridor de tais ordenanças. E talvez realmente fosse.

O número seis na bíblia nos fala do homem. Profeticamente o texto nos mostra o máximo que conseguimos alcançar. Conseguimos ir onde todos os homens vão. Para nós é o limite. Neste momento, Jesus entrega-lhe uma orientação, que seria para o jovem um diferencial, uma mudança: “vende tudo que tens”. Enquanto homem, o jovem fez o que podia, Jesus diz a ele agora que ele deveria ir além, deixar exatamente as coisas que os homens procuram para trás. Era como se Jesus dissesse: “Deixe agora sua razão, sua religião, o que você aprendeu, seus costumes e segue-me”. Não, o jovem não seguiu ao Senhor.

Jesus dá ao jovem uma orientação e diz que ele seria perfeito. O sete fala da perfeição de Deus. É o sétimo “mandamento” que o Senhor lhe deu. Hoje sabemos que não somos perfeitos, mas na orientação, no cumprimento da voz de Jesus caminhamos para tal, até o grande e sonhado dia que encontraremos com Ele que é perfeito e assim também seremos para honra e glória do nome do Senhor.

Texto sugerido pelo irmão Luiz Dias. 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Tipologia em Abraão

Gn 19, 29


E aconteceu que, destruindo Deus as cidades da campina, lembrou-se Deus de Abraão, e tirou a  do meio da destruição, derrubando aquelas cidades em que  habitara.

        A bíblia nos conta a história de Abraão, homem temente que alcançou graça diante do Senhor e que nesta passagem especificamente é uma bela figura profética da pessoa do Senhor Jesus.

        Diz a palavra que Ló, talvez movido pelo atrativo que via, escolhe as campinas para habitar, justamente a terra que posteriormente seria destruída por causa do pecado; Sodoma e Gomorra.

        Por andar com Deus e avisado dos desígnios do Criador em destruir aquela terra, Abraão intercede a Deus para que salvasse a vida de Ló e assim o Senhor atendeu aquela mediação e enviou anjos para que retirassem Ló e sua família do juízo.

        Primeiramente é mister ressaltar que realmente Ló e sua família foram salvos por essa intermediação. Diz a bíblia em alguns capítulos atrás sobre um diálogo de Abraão com Deus, onde o término da conversa foi que se houvesse dez justos em Sodoma e Gomorra Deus não destruiria a terra. Certamente pelos relatos bíblicos, a família de Ló era constituída por muitas pessoas, haja vista ele ter esposa, filhas, genros, mas mesmo assim o juízo veio. Isso é uma prova que Ló foi polpado pela intercessão de Abraão e não porque era justo diante de Deus. Pecado é pecado, não existe grande ou pequeno. Talvez Ló quisesse argumentar com Deus, dizendo-se sobrinho do homem que tinha a promessa de por ele ser feito uma grande nação, mas não adiantaria. Política não funciona com as coisas de Deus, isto porque...

        Porque na verdade, há um único mediador entre Deus e o homem  que é o Senhor Jesus. Abraão é figura de Jesus justamente por isso, intercedeu a Deus e por ele muitos foram preservados do juízo. Da mesma forma, é através de Jesus que nos achegamos diante do Senhor e somos preservados do juízo que já está estabelecido para o mundo. É através do sangue de Jesus que temos os pecados perdoados.

        Mas Abraão era falho e morreu. Jesus não. É perfeito e está vivo. Sua mediação, intercessão, é maravilhosa, isto porque, se fez homem e conhece o que você e eu vivemos. Talvez você possa estar enfermo, saiba que Jesus se enfermou. Talvez você perdeu a alegria do seu coração, ou quem sabe até noites de sonos, porque seu trabalho não foi reconhecido, porque foi traído por um amigo, alguém em quem confiava muito, porque está sendo perseguido. Jesus conhece isso “na carne”. Não foi reconhecido pelo seu próprio povo, foi traído por um de seus mais íntimos amigos, foi perseguido pelos religiosos, só que há uma diferença, a consequência para Jesus é que isso tudo o levou a morte de cruz. Mas Ele ressuscitou e hoje está a destra do Pai, intercedendo por nós, povo de Deus. Glórias a Jesus!

sábado, 14 de janeiro de 2012

Moisés tipificando Jesus

Êxodo - Capítulo 32
1: MAS vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão, e disse-lhe: Levanta-te, faze-nos deuses, que vão adiante de nós; porque quanto a este Moisés, o homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe sucedeu.


O antigo testamento nos apresenta figuras que apontam para as coisas futuras. Moisés é um desses tipos e essa história especificamente nos mostra a pessoa de Jesus.
Diz a bíblia que Moisés estava junto com Deus no monte e desceu trazendo os mandamentos escritos nas tábuas de pedra. Ao chegar junto ao povo, percebeu que o povo estava em pecado, corrompido e então Moisés quebra as tábuas. É interessante que mesmo diante da corrupção humana, Moisés roga a Deus que perdoasse o povo e usasse de misericórdia.
Posteriormente, ele sobe novamente ao monte e retorna com as novas tábuas, mas desta vez havia uma diferença, seu rosto resplandecia.

Aí vemos a pessoa de Jesus. Da mesma forma, Ele estava com o Pai e desceu a este mundo para habitar com o homem. É interessante que Jesus viveu a lei, mas para nós ela foi quebrada, não estamos debaixo do julgo da lei. Jesus então, assim como Moisés, intercedeu por nós, por sua igreja fiel, e ainda clamou misericórdia mesmo para aqueles que o crucificaram. Antes de partir para o Pai, nos deixou um novo concerto, a graça.

Mas diz a bíblia que Jesus vai voltar. Só que quando vier não se apresentará mais como homem, mas estará glorificado. Moisés subiu ao monte e retornou com seu rosto resplandecendo. Jesus subiu e esta na gloria com o Pai, e um dia Ele virá nos buscar, estará cercado de glória, e também trará uma Palavra da parte do Pai: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Aprendendo a pedir

Ne cap 02
4: E o rei me disse: Que me pedes agora? Então orei ao Deus dos céus,

Dois pontos devem ser observados neste texto. Primeiramente, quando o rei dá a Neemias a oportunidade de fazer um pedido, antes de o fazê-lo, ele ora ao Senhor.
Jesus certa vez disse “errais pois não sabeis pedir”.
Em um momento difícil de seu ministério, antes de sua morte, Jesus disse que o Espírito estava pronto, mas a carne não.
A carne nunca está pronta. Ela sempre está no caminho contrário da benção. Por isso, é necessário que o Espírito Santo nos ajude a orar, nos ajude a pedir ao Pai.
Rm 08:26
E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.
Se o Espírito Santo não nos ajudar nesta tarefa, nossas orações sempre se limitarão a solicitar a Deus a solução de nossos problemas terrenos sem que alcancemos o projeto celestial. Jó viveu uma fase assim na sua vida, até que descobriu que a oração certa era a oração pelo seus amigos.

O segundo item a ser observado é que depois de orar, Neemias pede para ir ajudar seu povo. Já viram aquela coisa, “eis me aqui, envia ele”. Pois é, Isaías entendeu que ele é que deveria ser enviado. Neemias poderia abrir mão do conforto e comodismo do palácio do rei e pedir que enviasse alguém, mas não o fez.
Jesus também já predizia há algum tempo que faltaria ceifeiros na obra.
Com uma vida de oração e um pouco de disposição, podemos fazer muito mais por nós e pelo povo de Deus. Alguém aí disposto?

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

quando Ele virá?

Lc 21: 7

E perguntaram-lhe, dizendo: Mestre, quando serão, pois, estas coisas? E que sinal haverá quando isto estiver para acontecer?

Todas as vezes que meu tio está saindo voltando para São Paulo, a indagação da minha mãe é sempre a mesma: quando você volta?

É comum fazermos tal pergunta a quem amamos e vai se distanciar de nós. Vemos isso durante os evangelhos. Quando Jesus começava a falar que Ele iria para o Pai, que Seu reino não era aqui mas que voltaria, imediatamente era questionado; quando isso vai ocorrer?

Sobre isso, Jesus deu várias respostas que, na verdade, eram profecias. Um tanto quanto genéricas para a época, mas muito específicas para o nosso tempo, haja vista a possibilidade tecnológica de fazermos tais verificações. (sinais na natureza, guerras, fomes, pestes, Israel, etc).

Essas profecias já se cumpriram e maiores detalhes não nos foram entregues, uma vez que nem mesmo o Filho sabe o dia nem a hora.

Aprendi com o tempo que não temos voz onde a bíblia se cala. Mas tem gente que tem...e isso vende muito. Qualquer coisa escrita que contradiga a bíblia ou assuntos que vão além do que o Senhor esclareceu em sua palavra, são recordes de vendas.

Um amigo me disse que mil chegarás e dois mil não passarás. “Tá lá em Tadeu, cap 50, vs 18”! (Se alguém achar aí, posta lá como comentário).

Um outro mais entendido de bíblia me disse que quando brotasse a figueira (figura de Israel que passou a nação novamente em 1948), não passaria uma geração (geração segundo a bíblia=70 anos), sem que visse a volta de Jesus. Bem, 1948+70 = 2018, considerando que a igreja não passaria os sete anos de tribulação, da profecia das setenta semanas de Daniel, teríamos: 2018 -7 = 2011. Errou também. (para quem não entendeu a conta, manda e-mail que mando uma explicação melhor).

A moda agora são os Maias, que se estivessem vivos, estariam revoltados com a distorção do que fizeram com seus calendários. Pegue um número do calendário da agricultura de um povo antigo (Mais, Astecas, Incas, qualquer um, não importa), multiplica pelos números sorteados na mega sena da virada, alinha Júpiter, Saturno e Plutão (que agora nem planeta é), bate tudo no liquidificador e vê que data que dá. Este é o dia.

Amigos, comecemos um novo ano com uma certeza: resta um poucochinho de tempo para o Senhor Jesus voltar. Vivemos o tempo do breve. A nossa esperança não é fundada em teorias e cálculos humanos. Confiemos no Senhor, que nos garantiu que estaria conosco até a consumação dos séculos. Ora Vem Senhor Jesus! 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Retrospectiva 2011

Chegando final de ano, é comum as pessoas começarem a fazer uma retrospectiva própria.

Normalmente não faço isso com relação a minha vida material, tendo em vista que o imposto de renda vai me informar direitinho tudo que acrescentei (ou decresceu) durante o ano. srsrrsrs

Mas é importante fazer uma análise espiritual. Faça isso sobre a ótica: “Nós (Vós sois) somos o sal da terra”.

Alguns tornaram-se um caminhão de sal. Fizeram do ano uma tentativa louca de angariar posições. É certo que a bíblia nos afirma que quem almeja o episcopado, boa coisa almeja, mas isso é algo dentro do tempo de Deus, faz parte da Sua economia. Transformar a igreja em uma instituição hierarquizada, onde o importante é subir para mandar mais, pregar mais, escolher os louvores, tocar, enfim, é algo deplorável. Ao invés disso tudo que foi citado, aos servos, é importante amar mais, cuidar, visitar, orar. O sal em excesso serve simplesmente para tornar o alimento impróprio para o consumo e para conservar a carne. Conversava com um companheiro a poucos dias atrás sobre isso, o que tem corrompido o evangelho na vida de muitos é algo chamado vaidade.

Pois bem, se alguns estão afoitos, passando a frente do Espírito Santo, outros se deixaram contaminar pela frieza, pelo mundo e hoje são insípidos. Não tem gosto algum. Começaram o ano sem uma função, sem dons, sem experiências e terminarão da mesma forma. Ruim? Sim. Pior é ter esta mesma expectativa para o próximo ano.

Muitas maravilhas o Senhor operou neste ano. Fica para 2012 este desejo. Que Deus mantenha viva a obra que Ele colocou no nosso coração, para que não sejamos insípidos, crentes medíocres, entregues ao conformismo, nem crentes tomados pela vaidade. Que possamos ser na medida certa, possamos sonhar os sonhos que Deus tem para nossa vida.

Para todos os leitores do blog (e também para os que não leem), um feliz ano novo, com muitas experiências com o Senhor.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Três povos

Êxodo - Capítulo 5

2: Mas Faraó disse: Quem é o SENHOR, cuja voz eu ouvirei, para deixar ir Israel? Não conheço o SENHOR, nem tampouco deixarei ir Israel.


A história narrada em Êxodo sobre os hebreus (ainda) no Egito nos mostra que existiam três tipos de pessoas:

1 – Faraó e seu povo: Como o próprio governante disse sobre si, são aqueles que NÃO CONHECEM AO SENHOR e ignoram os seus sinais.

2 – a multidão dos hebreus: tinham sua religião, viviam dos sinais mas não entendiam o projeto da terra prometida. Na primeira dificuldade, pensavam em voltar para trás.

3 – Moisés e Arão: homens que conversavam com Deus, tinham intimidade e sabiam que os sinais e maravilhas que vinham sobre o Egito eram passageiros. O Projeto de Deus era levar o povo a uma terra que manava leite e mel. Glorificavam a Deus pelas vitórias e sabiam que as lutas eram para prepará-los para a caminhada.

A história narrada nos evangelhos nos mostra que existiam três tipos de pessoas:

1 – Os gentílicos que afligiam Israel (romanos) e grande parte dos Judeus: não conheceram a Jesus como Filho de Deus e ignoraram suas Palavras e prodígios.

2 – a multidão que seguia Jesus: lembramos da multiplicação dos pães e peixes. Eram mais de cinco mil, fora mulheres e crianças. Quando Jesus falou em comer da sua carne e beber do seu sangue, ficaram somente os discípulos. Andavam com Jesus por causa dos seus sinais, mas não entenderam o projeto de salvação.

3 – os discípulos: eles, juntamente com pouco mais de uma centena de pessoas, ficaram para receber a benção no pentecostes.

Durante a história bíblica, vemos que sempre existiram aqueles que ignoraram a Deus e seus sinais. Aqueles que se esconderam atrás de uma religião, buscando sinais para esta vida sem se preocupar com o projeto. E os fiéis.
Será que hoje isso acontece? 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

O projeto de Pedro

Mt 26
51: E eis que um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, puxou da espada e, ferindo o servo do sumo sacerdote, cortou-lhe uma orelha.


Pedro foi um homem marcado durante o ministério de Jesus por uma atitude muito infeliz de sua parte: negou a Jesus três vezes antes que o galo cantasse.

Pedro não era tão covarde assim, vejamos:

Quando vieram prender Jesus, a bíblia nos diz que eram muitos homens com espadas e porretes. Mesmo estando em um número menor e praticamente desarmado, Pedro se atira e corta a orelha de um soldado. Não contava com a repreensão do Senhor por tal ato.

Quando Pedro se precipita a ferir uma pessoa daquela multidão, sabia o risco de morte que correria. Mas estava disposto, lutava por um ideal.

Durante os evangelhos, percebemos que os discípulos e até mesmo o povo quiseram fazer Jesus rei de Israel. Era o Messias que eles esperavam. Alguém que libertasse Israel do julgo romano.

Jesus nasceu em Belém, era filho de uma virgem, entrou em Jerusalém montado em jumento com todos gritando viva ao rei, pois bem, ali estava o Messias que todos queriam.

Esse foi o erro de Pedro. Até aquele momento, estava disposto a morrer pelo Senhor, mas quando Jesus anuncia que seu projeto não era para este reino e sim para um reino eterno, morreu a fé de Pedro. Todas as expectativas que ele colocou em Jesus estavam frustradas.

O erro do homem é este. Chegam diante do Senhor com um projeto pronto. Eu quero que Jesus faça isso, abra tal porta, me dê aquela benção. Esquecem que Jesus tem um projeto muito maior e melhor para nossa vida. É só lembrarmos da transformação de Pedro depois que entendeu o projeto. Será que ele sonhava que em uma pregação seria usado para converter 5.000 mil pessoas, ou até mesmo sua sombra curaria? Troquemos o nosso projeto pelos desígnios do Senhor, Ele tem o melhor para nós.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Palavra para os semeadores...

Mc 04:03
Ouvi: Eis que saiu o semeador a semear.

Diversas vezes ouvimos a parábola do semeador sobre o enfoque dos tipos de terra e como recebem a semente. Hoje veremos esta mesma história por um outro ângulo: o semeador.

Quem trabalha com plantação sabe de algumas verdades:
  • Semente é cara;
  • É necessário que antes do lançamento da semente, a terra seja preparada, limpa de espinhos, pedras, matos, etc.

Temos visto muitos semeadores, alguns formados em tecnólogo em teologia via EAD. Nenhum problema nisso. O que ocorre é que a bíblia nos fala que não se dá pérolas aos porcos e que a Palavra é como a preciosa semente. Quando olhamos para os meios de comunicação, percebemos que estão saturados de sementes, mas poucos estão preocupados em cuidar da planta que vai nascer (assistência), ou pior ainda, não estão preocupados em preparar a terra.

Semeadores: antes de semear, preparem a terra. Subam aos púlpitos, evangelizem, com consagração e santificação. Orem, jejuem, madruguem, busquemos ao Senhor Sua graça. Todos os corações tem alguma coisa que precisa ser retirada. O problema que o coração é uma terra alheia, que nós não conhecemos. Precisamos que o Espírito Santo nos ajude. Precisamos da Revelação do Senhor.

Nesta última hora precisamos sim propagar o evangelho. De forma responsável e consciente. Talvez não tenhamos a dimensão do joio que está no meio do trigo. Os “crentes” passaram a ser um campo muito grande, mas me preocupa o que está sendo semeado, sementes de heresia e apostasia, preocupa-se as vinhas bravas, que não dão frutos. Palavra dura? Talvez, mas é preciso mexer na terra...

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Caim e Abel

Gênesis - Capítulo 4


7: Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar.

A oferta de Abel agradou ao Senhor porque estava dentro de um plano profético.
A oferta de Caim foi feita sem qualquer direção e não alcançou graça. Contudo, isso não quer dizer que ele foi desprezado, pelo contrário, Deus deixou claro que sem bem fizeres seria aceito. Ao invés de ser humilde e fazer o que agradava ao Senhor, preferiu se rebelar.

Assim vivem muitos hoje. Diante de um não cumprimento de suas expectativas, ao invés de perseverar, preferem se rebelar. Para eles, é muito claro o conselho de Deus: o pecado jaz à porta.

Nesta última hora o segredo é estar na cobertura pelo sangue de Jesus. É no corpo que o sangue circula, mas para aqueles que querem se rebelar, o pecado jaz a porta. A expressão usada pelo Senhor é como se o pecado estivesse do lado de fora. E é. Na vida do crente, o pecado é um acidente, isto porque estamos cercados pela graça e proteção do Senhor, mas quem está fora deste círculo, deste limite do Espírito Santo, fica sujeito a operação do pecado. Onde você está? Responda para o Senhor.
Sugestão: Moane Barbosa