sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Na estalagem...


E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem. Lc 02:07.

  • Amigo, estou com minha esposa grávida e ela está prestes a conceber; tem um lugar aí na sua hospedaria pra nós ficarmos durante a noite?
  • Quem são vocês?
  • Somos simples e desconhecidas pessoas. Mas o importante é a criança que está para nascer. Ele é Emanuel, Deus conosco, será nosso Salvador. Se deixarmo-nos repousar na sua hospedaria te garanto que os anjos de Deus te visitarão.
  • Olha meu amigo, na minha hospedaria tem seis quartos. O primeiro está ocupado pela IDOLATRIA, que por sinal tem uma família bem grande. Já tenho deuses para o trabalho, saúde e até mesmo para no acaso de perder alguma coisa. Não preciso hospedar este seu Salvador porque já tenho muitos no primeiro andar.
  • Um pouco ao lado está hospedado a minha FAMÍLIA, que sempre deixou bem claro que eu NUNCA deveria hospedar nenhum outro que pudesse ser o Salvador, afinal de contas, tradicionalmente a IDOLATRIA tem alugado a estalagem da FAMÍLIA. Eu não posso contrariar meu pai e minha mãe.
  • O segundo andar está alugado para OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO. A TELEVISÃO é uma amiga inseparável. Ela ocupa uma grande parte do meu tempo. Talvez seja um dos meus melhores hóspedes. Ficamos tardes inteiras juntos. Do lado da TELEVISÃO está a INTERNET. Eu fico um bom tempo com ela também. Foi inclusive, através dela, que fiquei sabendo que esse tal SALVADOR é uma mentira. Já tentaram aplicar este golpe em outras hospedarias.
  • Por fim, meu caro, o quinto quarto está alugado para o DINHEIRO. Ali está toda minha vida de trabalho. Nele está minha confiança. Com ele veio a MEDICINA, A CIÊNCIA, A PSICOLOGIA. O DINHEIRO não deixa eu ter falta de nada. No último quarto que sobrou está habitando o PECADO. Rapaz, este é que tem a família grande. Junto com ele vieram a PORNOGRAFIA, que vez ou outra encontro com ela na TELEVISÃO ou na INTERNET. Junto com o PECADO mora a TORPEZA, a MALDADE, o ADULTÉRIO, o PALAVRÃO, a ANSIEDADE, a INGRATIDÃO, a MALEDICÊNCIA, o ORGULHO, a SOBERBA, a VAIDADE e a MENTIRA. E olha hein, essa é só a família principal, tem dia que junta os primos tudo, aí nem cabe de tanta “gente boa”. E é interessante que a família do PECADO é tão bem relacionada na minha hospedaria que ela consegue visitar todos os outros hóspedes. Enfim, não tem lugar para o SALVADOR aqui não.

O restante da história nós conhecemos. Não tendo lugar na estalagem, Jesus vai nascer no campo. Lá, vai receber a visita dos sábios (magos) e dos anjos de Deus.

O convite para o nascimento do Salvador no coração do homem não parece ás vezes tão bom, afinal de contas, a sua estalagem (coração) já está muito ocupada.

Se o dono da estalagem tivesse permitido nascer Jesus na sua hospedaria, certamente teria tido bons conselhos com os sábios, teria visto os anjos de Deus e não passaria a noite sem ver o SALVADOR.


E você? Deixou uma reserva pra Jesus no seu coração?

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Perdão


Então aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei. Então o Senhor daquele servo, movido de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida. Mt 18: 26-27

Certa vez ouvi uma mensagem sobre a parábola do credor incompassivo. Confesso que nosso entendimento fica melhor quando sabemos que o credor incompassivo foi perdoado de uma dívida de dez mil talentos. E o que são dez mil talentos? Um talento equivale a 35 kg de ouro. Logo, dez mil talentos equivalem a 350.000 mil kg de ouro.

O salário de um trabalhador naquela época era de um denário por dia. O credor perdoado disse no texto que ele pagaria tudo. Mentira. Ganhando um denário por dia, aquele homem teria que trabalhar 150.000 anos ininterruptamente para pagar sua dívida.

Pois é, ele não pagaria. Nem eu e você. Este é exatamente o perdão que o Senhor concedeu a nós. Impagável. Aqueles que confiam na sua fazenda, e se gloriam na multidão das suas riquezas, nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a Deus o resgate dele. Sl 49: 06-07”.

Logo após, o credor perdoado deixa de perdoar uma dívida de cem denários, ou seja, uma dívida de apenas 100 dias de serviço. Cem denários para proporção de dez mil talentos são 600.000 vezes menor.

Amados, dá pra ter uma noção da proporção do perdão pela matemática. Mas isso só é válido se for aplicado. Se sentirmos o perdão de Deus nas nossas vidas e perdoarmos nossos inimigos, porque perdoar amigo, até os ímpios o fazem.

Interessante que mesmo após a dívida ter sido perdoada pelo credor, ele a “cobrou” do credor incompassivo. É possível provar do perdão do Senhor e perder a benção por deixarmos sentimentos menores subirem ao nosso coração. Quem quer o perdão de Deus, tem que aprender a perdoar.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Uma mensagem de Deus pra nós


E os correios foram passando de cidade em cidade, pela terra de Efraim e Manassés até Zebulom; porém riram-se e zombaram deles. Todavia alguns de Aser, e de Manassés, e de Zebulom, se humilharam, e vieram a Jerusalém. II Cr 30, 10-11.
 
Ezequias restaurou o altar de adoração e enviou cartas para o reino convidando a todos que viessem a Jerusalém comemorar a Páscoa. Tipo de Jesus...

Andávamos perdidos feito a mulher samaritana, sem saber a quem adorar, mas Jesus restaurou o altar de adoração no nosso coração; hoje sabemos que Ele é nosso salvador. Descobrimos isso ao receber uma carta de Deus, uma mensagem, “vinde que há uma festa preparada!”.

Confesso que há algum tempo moro numa mesma residência e não sei quem é o carteiro da minha rua. O que importa é que as correspondências chegam.

Nessa jornada da salvação, não importa o carteiro. Importa é a carta que eu e você recebemos um dia e seu conteúdo. Não importa quem evangelizou, quem foi o pregador, quem estava cantando, enfim, o que menos importa é quem é o carteiro, mesmo porque, um dia podemos ter a “grata” surpresa que o carteiro não era tão confiável assim. Importa a mensagem que recebemos, importa que foi uma mensagem de Deus, um convite, uma carta AR, única, exclusiva pra você e pra mim, com endereçamento direto ao nosso coração.

Como saber se realmente essa mensagem era de Deus? A história e a bíblia dizem que quando os reis enviavam alguma correspondência eles selavam suas cartas com o anel (selo) real. (Vide a história no livro de Ester e Daniel, com os reis Assuero e Nabucodonozor).

A certeza que temos desse convite é porque ele veio selado, veio com o selo do Espírito Santo. Veio com a marca do Rei, O Sangue de Jesus.

Por fim, interessante ressaltar que a páscoa era comemorada no primeiro mês (Nisan), precisamente dia 14. Ezequias nesta história estava a comemorar a segunda páscoa, que era comemorada no segundo mês, para aqueles que estavam impuros ou estavam longes.


Deus enviou uma mensagem, uma carta para Israel. Estes negaram o convite, fizeram como o texto, zombaram, riram, mas houve um povo, gentílico, que aceitou o convite. Esse povo somos nós, e agora, estamos rumos a Jerusalém celestial. O povo que era impuro, que estava longe, mas que agora está perto, cada vez mais perto, levando no coração não o nome do carteiro que entregou a mensagem, mas levando a promessa de participarmos de uma festa eterna com o Rei da Glória.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Seu compromisso é com Léia ou Raquel?


E disse Labão: Não se faz assim no nosso lugar, que a menor se dê antes da primogênita. Cumpre a semana desta; então te daremos também a outra, pelo serviço que ainda outros sete anos comigo servires. Gn 29: 26-27.

Em meio a sua peregrinação, Jacó encontra Raquel, e, como dizem por aí, “foi amor a primeira vista”. Jacó então trabalha sete anos para tê-la, mas no dia da sua “lua de mel”, Labão lhe entrega Léia, irmã mais velha de Raquel. Há quem diga que Jacó foi enganado, mas se olharmos bem, as filhas pertenciam ao pai e este poderia dá-las em casamento a quem quisesse, e assim o fez, conforme o texto. Para ter Raquel, era preciso casar com Léia primeiro.

Para ficar mais interessante, é importante ressaltar que Léia era desprovida de beleza (para não falar feia) e Raquel formosa à vista, traduzindo, bonita como minha esposa (depois desta, espero que minha esposa acesse o blog).

Eu e você somos como Jacó. Apaixonamos de cara pela benção. Um carro novo, um bom emprego... A benção é linda, enche os olhos. É apaixonante... mas antes, é preciso casar com Léia. E Léia num é bom aos olhos não...

Léia é a figura do compromisso com a madrugada, com os jejuns, com as orações. A carne não se agrada disso. Léia não serve para a carne, mas faz parte do projeto do Pai. Você quer a benção? Então se comprometa com Léia.

De Léia vieram dois filhos que vale a pena ressaltarmos. Um é Judá e outro Levi. De Judá descendeu o salvador, Jesus. De Levi, foram separados os trabalhadores para a casa de Deus. Ter um bom carro, uma boa casa, um bom emprego, tipo de Raquel, é muito bom, mas o que gera Jesus no nosso coração são as experiências de Léia. É com ela que temos que manter um compromisso. Nos jejuns, orações, madrugadas, o Senhor é revelado nas nossas vidas e é nessa fidelidade que somos separados para sermos instrumentos nas mãos do Senhor.

Só para ressalvar; Labão, depois de Jacó ter mantido seu compromisso com Léia, entregou a ele Raquel. Deus derrama sua benção pelo seu grande amor. Não pense no casamento de Léia como uma troca com Deus, mas veja que Deus é fiel para cumprir sua Palavra.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Sugestão de mensagem para o culto dos colegas de trabalho


E quando o iam levando, tomaram um certo Simeão, cireneu, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz às costas, para que a levasse após Jesus. Lc 23:26

A Cruz do Senhor, segundo avaliações atuais, pesava cerca de setenta quilos (...). Era Simeão natural de Cirene, uma cidade de cultura grega, ao norte da África, hoje localizada na Líbia. Os cireneus tem pele escura (…). Ao viajar 1300 km para morar em Jerusalém, Simeão nem imaginava que seria escolhido para carregar tão importante cruz e cooperar na mais poderosa obra de Redenção da Humanidade (…). O Evangelho Reunido de Juanribe Pagliarin, pág 409.

Poderia ser só mais um dia de trabalho na vida daquele homem. Mas não foi. Voltando do campo, se depara com a Cruz de Cristo. Há alguns interessantes motivos para Simeão ficar registrado nos evangelhos.

Simeão era um trabalhador e pai de família, não era um ladrão ou assassino como Barrabás. Porém, a Cruz também era pra ele. Jesus veio para morrer no lugar de todos, bons, ruins. A cruz pertence a todos nós, independente de classe social, cor, cultura. Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me. Mt 16:24;
Mas veja bem, eu e você não precisamos andar com uma cruz pendurada no pescoço, nem mesmo pregá-la em qualquer lugar. Isso porque...

A morte de Cruz era a maior vergonha e sofrimento que um homem podia ser condenado a época. Simeão, por alguns minutos deve ter sentido muita vergonha de carregar uma cruz. Quem passasse por ali e não tivesse visto a cena inicial poderia até pensar que Simeão é que seria crucificado. Mas assim como há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte, olhar friamente para aquela cena poderia transmitir uma imagem falsa. Alguém que conhecesse a Simeão poderia ter ficado desesperado e até fosse chamar seus parentes com uma notícia: “Simeão vai morrer”. Mas quando retornasse, viria que alguém tomou sua cruz. Esse alguém é Jesus. Era Simeão, eu e você que teríamos que carregar aquele fardo, mas Jesus o fez por nós.


Simeão sentiu só um pouco do peso da Cruz. Talvez alguns de nós estejamos sentindo o peso da cruz. Uma luta, uma enfermidade, etc. Mas lembre-se, o peso da cruz para nós é momentâneo, porque Ele venceu a cruz por nós. Não deixe que as lutas deste mundo pesem sobre seus ombros trazendo ansiedade, dor, sofrimento. Isso é momentâneo. Muito em breve o nosso Salvador, Aquele que não está pregado numa cruz porque está vivo, virá e nos levará para morar na eternidade.

Simeão teve um encontro com o Salvador voltando do trabalho. Tenha também um encontro com Jesus todos os dias depois do trabalho.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Pão Sagrado



Então o sacerdote lhe deu o pão sagrado, porquanto não havia ali outro pão senão os pães da proposição, que se tiraram de diante do Senhor. I Sm 21:06

Vemos que entre a unção de Davi e a posse do reino, se passou um grande intervalo de tempo. Nesse lapso, o filho de Jessé viveu um período de muitas lutas.

Davi fugia de Saul. Como a fuga foi rápida não teve como levar alimento e nem armas. Com fome, ele vai até o sacerdote e pergunta se lá havia algo para comer e a resposta é imediata: “Aqui não temos pão comum, apenas pão sagrado”.

Grande semelhança há entre Davi e nós, que também fomos eleitos por Deus, chamados e escolhidos para o reino dos céus, mas que ainda aqui, enquanto esse dia não chega, estamos cercados de lutas e fugimos muitas vezes de vários inimigos; tristeza, decepção, angústia, medo, etc.

Mas enquanto fugia, Davi buscou um lugar pra se alimentar e foi recebido pelo sacerdote. Nós também nos momentos de aflição temos um refugio na presença do Senhor. Que bom é quando perguntamos como Davi: “há alguma coisa pra comer”? E a resposta é: “Pão comum não temos, mas pão sagrado temos”. Na casa do Senhor o único e suficiente alimento é o Senhor Jesus. Veja que o texto diz que o pão foi retirado da presença do Senhor para dar a Davi. Isso também aconteceu; para que o pão fosse servido a nós, Ele (o Pão da Vida), estava na Glória e saiu do Pai para vir a este mundo morrer por nós. Por isso mesmo, a Palavra o chama de “o Pão Vivo que desceu do Céu!”

Davi, depois de se alimentar ficou com ânimo pra batalha e fez uma pergunta: “tem alguma espada”? E o sacerdote disse: “aqui não temos espada a não ser a que você matou Golias”. Quando nos alimentos de Jesus o ânimo volta e descobrimos que a arma que nos deu vitória no passado continua a nossa disposição, a Palavra continua sendo revelada, a oração continua a nossa disposição, o jejum, as madrugadas e como “Golias” caiu, outros cairão.


Saul dava um banquete na festa da lua nova e ele esperava por Davi por querer matá-lo na festa, mais a Palavra diz que a cadeira de Davi estava vazia. Há um banquete de morte para o qual fomos chamados, mais nossa cadeira está vazia porque estamos assentados a mesa do nosso Senhor.

Contribuição: Thiago - JF

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Sugestão de mensagem para o culto pelos familiares



E a sogra de Simão estava deitada com febre; e logo lhe falaram dela. Então, chegando-se a ela, tomou-a pela mão, e levantou-a; e imediatamente a febre a deixou, e servia-os. Marcos 1:30-31

Existe uma falácia que sogra é algo ruim. Venho publicamente para dizer; isto é MENTIRA. Minha mãe é uma excelente sogra para minha esposa, embora a mãe da minha esposa, … deixa pra lá...

Simão havia tido uma experiência interessante. Recebeu um chamado de Jesus e o seguiu. Seguiu sem ver ainda as maravilhas, os grandes sinais, sem ver Jesus transfigurado. Seguiu Jesus pelo convite que recebeu.

Mas agora Jesus vai à casa de Simão. Lá, algo não estava bem. Sua sogra. Diz a bíblia que ela estava com febre. O texto narra que Simão intercede junto ao Mestre pelo seu ente.

Em regra, febre não é doença. Ela é a manifestação do corpo para algo que não está bem. De um resfriado a alguma doença muito mais grave.

A experiência de Pedro é notável. Abriu mão de tudo para seguir a Jesus, profissão, parentela. Mas antes de ir, era de bom alvitre que o Mestre desse uma passadinha lá na sua casa.

Essa é a nossa experiência. Um dia, abrimos mão de tudo, de nós mesmos inclusive, para seguir ao Senhor. Mas isso não quer dizer que esquecemos da nossa família. Pelo contrário, passamos a valorizá-los ainda mais, a orar mais por eles, por isso tiramos um mês para jejuar, madrugar, cultuar ao Senhor em favor dos nossos.

Pedimos ao Senhor que também faça uma visita na nossa casa. Às vezes tudo parece bem, mas somente parece. Há algo que não vai bem, que está no interior e é desconhecido.

Hoje, as pessoas usam muitos anti térmicos para controlar a febre. Assim, usam de muitos artifícios para enganar que estão bem. Escondem-se atrás do casamento, da família, da profissão, de deuses, mas existe um problema. A alma do homem. “A minha alma tem sede e sede do Deus vivo”.

Depois que a sogra de Pedro foi curada a bíblia diz que ela servia a Jesus, ou seja, antes ela não O servia.


Nós oramos para isso. Para que Jesus vá no nosso lar e faça com que os nossos entes também possam servi-Lo. Ainda que Ele tenha que curar a sogra...srrs...

A foto foge do contexto do texto, mas era a última que estava catalogada...rsrs

Um poucochinho de luz


Jo 05:35 Ele era a candeia que ardia e alumiava, e vós quisestes alegrar-vos por um pouco de tempo com a sua luz.

Imagine-se andando durante a noite. Na...

Lua minguante: a luz vai diminuindo com o passar dos dias.
Lua nova: maior ausência de luz. Seu caminhar estará certamente prejudicado.
Lua crescente: há um pouco mais de luz. A medida que os dias passam, a claridade aumenta.
Lua cheia: é a fase em que há mais luminosidade.

Assim são os servos do Senhor. Um dia andávamos na total escuridão do pecado. Aprouve a Deus, na sua infinita misericórdia, colocar na nossa noite, uma lua. Um servo que, por si só, não tem luz própria, mas que reflete a luz de Jesus. Você encontrará todos os tipos de servos, alguns cheios da graça do Senhor, com mais luz, outros com menos, outros com bem menos e até alguns ausentes de luz.

Mas fato é, que independente da lua que Deus usou para você enxergar um pouquinho na escuridão da noite, ainda é noite e sua visão continua prejudicada. Importa para nós, atendermos o conselho do apóstolo Paulo que dizia: “andamos por fé e não por vista”. Na noite, vemos somente a lua, mas temos a certeza que existe algo bem maior e mais luminoso. Essa é nossa fé. Aguardamos ansiosamente o raiar de um novo dia, chamado de dia Perfeito, onde nós poderemos desfrutar do Sol da Justiça.

Maná - Conjectura e possibilidades.


Nm 11:06 Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos.


Senhor, maná de novo?
Sim.
Mas ontem também foi maná.
Pois é, e amanhã será maná também.
Oh Senhor, no começo até que foi legal, diferente, diria, novidade, mas agora já deu, tem aí um filé com fritas não? Ou quem sabe uma picanha feita com aquele holocausto, com uma leve camada de gordurinha e uma coca-cola bem gelada? (informo que não estou ganhando pelo merchandising).
Tem não. Na verdade o maná pode não agradar mais a carne, mas agradaria muito se olhasse com os olhos do Espírito. Qual o povo tem um alimento diferenciado como este e que vem do céu por milagre?

Acho que com Jesus foi mais ou menos assim...

Seguir a Jesus era muito fácil. Se estivesse doente Ele curava, se faltasse comida Ele multiplicava, se morresse Ele ressuscitava, ora, assim todo mundo quer seguir a Jesus.

Mas acredito que assim como o povo acostumou-se com o maná, o povo “acostumou” com a benção do Pão vivo que Desceu do céu...

olha lá rapaz, estão trazendo mais um cego para Jesus. Já “to” até vendo que o cego vai ver...

Assim é hoje. Tem muitas pessoas que tem tudo e nunca estão satisfeitas. Isso ocorre porque não se satisfazem com o maná, o Pão vivo que desceu do céu. São aqueles que estão vivendo carnalmente. Precisam de uma novidade todo dia. Não espiritual, mas sim para esta vida.

Mas vai pregar sobre Jesus de novo? Já pregou sobre salvação esta semana!

Talvez aqui esteja um dos maiores segredos das vitórias de Davi na presença do Senhor...

Salmos - Capítulo 8

1: Ó SENHOR, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra, pois puseste a tua glória sobre os céus!
3: Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste;

Davi tinha a capacidade de ver Deus na natureza, na obra criadora, em tudo que fazia. Acordar e levantar não era uma rotina, mas um privilégio concedido por Deus.

Em tempo: antes de Deus enviar o maná pela manhã, Ele deu ao povo a carne na parte da tarde. Figura da obra perfeita de Deus. A carne de Jesus foi entregue por sacrifício ao homem a tarde (3 hs), para que pela manhã (domingo de manhã), o maná fosse entregue a todo mundo.

Uma história que se parece com a minha...


2 Sm, 09,13: Morava, pois, Mefibosete em Jerusalém, porquanto sempre comia à mesa do rei, e era coxo de ambos os pés.

Um amigo contou-me uma história e vou recontá-la como se fosse eu...

A tradição mostrava dois caminhos ao novo rei que assumia o reino. O primeiro era “treinar e escravizar” a família da antiga realeza de forma a enviá-los a outras províncias dominadas. (Nabucodonosor procedia assim). A segunda forma era extirpar toda parentela do antigo rei.

Davi não fez isso. Agiu com benevolência. Mefibosete era neto do antigo rei Saul, era deficiente, não tinha qualquer proveito para o novo reino, mas mesmo assim, agindo de forma diferente dos outros reis, traz Mefibosete para morar em seu palácio.

Essa história se parece com a minha. O pecado me fazia parente do antigo rei (que era mau)...
Mas veio um novo Rei (Jesus) e usou de benevolência comigo. Levou-me para seu palácio (a igreja), me alimentou, cuidou de mim. Achava estranho, me sentia um deficiente, não sabia cantar, louvar, pregar, mas estava cercado dos serventes do Palácio. Sempre tinha alguém para me abraçar, me desejar a paz do Senhor, um monte de gente orando por mim, gente que nem conheço, servos indo me visitar...tudo aquilo era muito novo...

Mas é assim que o Senhor me fez entender o quanto sou devedor. Quando parei para ver, percebi que tudo esta pronto quando cheguei. Hoje, diante de tão grande proteção que desfruto no palácio, acabo ficando sem graça de não fazer nada, de levantar, comer, ir embora e esperar a próxima refeição... mesmo sendo muito limitado, ás vezes tento ajudar na limpeza, águo as plantas do jardim... estou com tanta intimidade com o Rei que Ele tem deixado até ajudar no preparo do alimento (Palavra) e me disse que posso chamar mais gente para vir comigo. Tem muita gente que me ignora na porta, quase ninguém percebe o cuidado da flor e do palácio. Veem que esta tudo limpo e bem cuidado, mas não procuram saber quem fez aquilo. Na verdade, isso é bom. Melhor que as pessoas continuem indo ali por causa do Rei e que eu continue passando desapercebido...”importa que eu diminua para que ELE Se enalteça...”

O palácio é grande e há muito trabalho para ser feito. A cada dia que passa, mais gente como eu vai se achegando. Inveja? Inveja não. Tem lugar para todo mundo e quanto mais gente para trabalhar melhor...

Sabe, melhor eu ir parando por aqui porque quando o texto começa a ficar muito grande, as pessoas costumam não ler até o final...(risos)...mas deixa eu falar um segredo: o Rei me disse que nós sairemos deste palácio e haverá uma morada muito melhor do que esta. Ele disse que já está preparando tudo e que em breve, muito em breve, aqueles que estão servindo a Ele vão morar neste novo lugar...se aqui no Palácio sou um mero devedor despercebido, lá, neste novo lugar (Eternidade)...reinarei com Ele.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

O leão na cova...


...e também desceu, e feriu um leão dentro duma cova, no tempo da neve.” I Cr 11, 22c

Era inverno. Ali estava o leão. Sua aparência frágil devido ao rigoroso inverno o fazia parecer quase morto...

Um homem desceu ali na cova, no frio, e matou o leão. Para que se arriscar? Naquela situação o leão parecia inofensivo e digno de ajuda, não uma ameaça. Mero engano...O leão sempre é uma ameaça.

O leão na cova é a carne do homem. Acontece que alguns sentimentos, pensamentos, hábitos, mesmo depois de convertidos no Senhor, insistem em ficar vivos. Escondem-se em alguma “cova” do coração. As vezes o Senhor nos mostra que o leão ainda está vivo, parece frágil e inofensivo, mas está no aguardo do primeiro deslize, da primeira brecha para devorar o homem.

Quer um conselho? Aproveite e não dê alimento ao leão (jejum). O animal armazena energia dormindo, não deixe-o dormir (madrugada) e de acordo que os leões forem surgindo, mate-os com a espada (Palavra).

terça-feira, 25 de junho de 2013

Achados de Deus


Achei a Davi, filho de Jessé, homem conforme o meu coração, que executará toda a minha vontade. At 13:22b

É certo que muitos de nós já ouvimos algumas mensagens que tenham como base o texto em referência.

É muito interessante que alguém tenha um coração conforme o coração de Deus. Que bom é sabermos que podemos viver a mesma experiência, ou pelo menos, lutamos para alcançarmos o coração de Deus e a mente de Cristo.

Mas queremos dar uma outra ênfase ao versículo. “Achei a Davi.”

Davi foi achado. Poderia estar em um bom lugar, confortável, em uma situação de bonança e abastado, contudo, a forma que Deus expressa a vinda dele para sua presença é com o verbo “achar”.

Pouco importa se escondíamos atrás de uma boa família, de um bom casamento, bens. Ou se estávamos no vale da sombra da morte (apesar que é nessa condição que todos antes de conhecer ao Senhor estavam).O Senhor nos achou.

É maravilhoso, é motivo de darmos honras e glórias ao Rei dos Reis, Senhor dos Senhores, Aquele que é digno, porque Ele nos achou. Quando estávamos perdidos nas trevas deste mundo, assentados, esperando a morte que nos restava, Ele nos resgatou para sua Luz, nos achou em momentos que estávamos perdidos para nós mesmos. Glorifique ao Senhor, louve a Deus, as provas ao seu redor não tira de você e de mim a benção de sermos achados do Senhor.


Mensagem sugerida pelo irmão Thiago – JF.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

A unção de Saul


A unção de Saul.

Preocupado com as jumentas extraviadas, Saul sai a procura delas e é pego de surpresa com a notícia que seria rei em Israel. A confirmação que o reino seria de Saul carecia de alguns importantes acontecimentos. Vejamos:

Primeiramente foi informado ao futuro rei que as jumentas já haviam sido encontradas e que seu pai estava à sua procura. Posteriormente, seria lhe dado pães. Por fim, Saul profetizaria.

Nesta história podemos ver a sombra da salvação no antigo testamento.

Um dia também nós estávamos preocupados com as nossas jumentas. Queríamos um bom emprego, um bom casamento, saúde, enfim, uns jumentinhos para sobrevivermos a esta vida. Mas no momento em que procurávamos pelo material, descobrimos que o Pai estava a nossa procura. Descobrimos mais, descobrimos que as jumentas já haviam sido encontradas.

O Pai sempre esteve a nossa procura. Quando o homem pecou, se escondeu de Deus, mas o Senhor sempre procurou o homem para restabelecê-lo no reino. No dia que descobrimos que o Pai nos procurava, descobrimos também que Ele tem cuidado de todas as coisas e nada tem nos faltado.

A caminhada da salvação é dinâmica e precisamos nos alimentar. Foi aí que nos foi dado o Pão Vivo que desceu do céu, nosso Maná, Jesus. É ele que tem alimentado a alma do homem.

Por fim, Saul foi cheio do Espírito Santo. Após descobrirmos o grande Amor do Pai, de alimentarmos da Palavra Viva, o homem tem a experiência do Batismo com o Espírito Santo.

Estes três “acontecimentos” confirmaram que o reino era de Saul. O Pai, o Filho e o Espírito Santo confirmam em nós a benção da salvação, o reino celestial.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

E vós, quem dizeis que Eu Sou?


Mt 16:15 Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou?

Não discernir quem era Jesus não foi um equívoco específico do povo naquela época. Muitos somente veem uma face do Senhor.

Alguns achavam que Ele (Jesus) era João Batista, que por sua vez veio para preparar o caminho do Senhor. Outros pensavam que Ele era Elias, o profeta que restaurou o altar. Ainda outros Jeremias, o que chorava pelo povo. Por fim, algum dos profetas, aqueles que profetizavam a respeito de Jesus.

Se João veio preparar o caminho, Jesus se apresenta como O CAMINHO; se Elias restaurou o altar, Jesus restaurou o CORAÇÃO do homem; se Jeremias chorou pelo povo, Jesus não somente chorou, como também DEU A VIDA por nós; se os profetas profetizaram, Jesus é a própria PROFECIA de Deus que se cumpre no nosso meio. Se juntarmos todos os personagens bíblicos que foram uma sombra de Jesus, não conseguiremos reunir todas as características e qualidades Daquele que é PERFEITO.

Alguns hoje veem Jesus como um curandeiro, outros como aquele que faz prosperar, outros como um bom conselheiro (filósofo), etc.

Este talvez seja o grande erro que muitos cometem. Querem ver somente uma característica, uma face de Jesus. Não querem vê-Lo por completo. Não existe meia salvação, a salvação é um “pacote” completo para a vida do homem. Jesus não é só Aquele que pode curar, prosperar, restaurar, Jesus é Aquele que pode todas as coisas. Ele pode salvar, livrar o homem da morte eterna.

O evangelho de hoje está fatiado. Muitos querem um Jesus que multiplique o vinho, o pão, o peixe, mas nem todos querem um Jesus que jejuou (quarenta dias no deserto), que orou pelas longas e frias noites. Querem ser imitadores de Cristo na multiplicação, no milagre, mas não querem na santificação, na busca.

E vós, quem dizeis que EU SOU?

Mensagem sugerida pelo irmão Anderson - Ubá/MG.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Manga com leite faz mal?


No tempo da escravidão os fazendeiros lançaram a falácia que manga com leite faz mal. Diziam isto visto que os negros consumiam fartamente as mangas que sobejavam nos pés, tendo em vista que a época, a manga não tinha valor comercial. Lado outro, o leite era um produto caro. Para que os negros não bebessem o leite, diziam que misturar manga com leite levava a morte.

Apesar de ter trabalhado bastante quando pequeno, eu não cresci numa fazenda dessas. Apesar que, em maior ou menor intensidade, a maioria dos brasileiros tem parentesco com os afrodescendentes, meus pais também não enfrentaram essa situação, seja como fazendeiro ou como escravizado.

Pergunto eu: por que minha mãe me ensinou que manga com leite faz mal?

Assim é a religiosidade. Passada de pai para filho sem se preocupar com a verdade. É dogma. Mas se não for verdade? Não importa, meus pais me ensinaram assim.

A religiosidade escraviza, o Espírito Santo liberta.

"Conheceis a Verdade e a Verdade vos libertará"

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Vaidade


Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo. E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E na mesma hora saiu. Atos 16:17-18

Spurgeon, um grande pregador da Palavra de Deus, conta em um de seus livros que certa vez, após o término do culto, alguém aproximou-se e disse que aquele tinha sido um belo sermão. O pregador, sem pestanejar, respondeu: “o diabo já me disse isso”!

Quantos começaram na glória de Deus e terminaram na vaidade dos homens?

O segundo maior sábio de todos escreveu inspirado pelo Espírito Santo: “vaidade, vaidade, tudo é vaidade” (Ec 01:02).

E é.

Deus não dá sua glória a homens. Assim como é proibido seguir no trânsito um carro oficial que com sua sirene ligada vai abrindo caminho, não podemos pegar carona na glória Dele e tentar passar nosso velho carrinho na frente, afinal de contas, a obra é do Senhor.

O espírito maligno que por muitos dias seguiu a Paulo não estava dizendo nenhuma mentira. Realmente aqueles homens que anunciavam o caminho da salvação eram servos de Deus. Onde morava o perigo então?

O discurso do adversário ás vezes vem transvestido de algo inofensivo. A ênfase daquela mensagem maligna era os homens. “Vem aí, com vocês, os servos de Deus, aqueles que anunciam a salvação, homens poderosos que até suas sombras curam, homens que jejuam dia e noite, homens da prece poderosa, homens...”.

Nossa fé não é firmada em homens. Não entramos numa cidade utilizando de uma operação maligna, de uma mensagem do adversário para que anunciem que vem chegando alguém. Entramos pelas cidades hoje e dizemos: Maranata, o Senhor Jesus Vem!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

O grão de mostarda.


Mateus 13:31-32a Propôs-lhes outra parábola, dizendo:"O Reino dos Céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo. Embora seja a menor de todas as sementes, quando cresce é a maior das hortaliças...
(…)
A parábola alcança maior profundidade quando ficamos sabendo que: Em botânica, a mostardeira é da família das plantas superiores, chamadas crucíferas. Tal nome lembra imediatamente a Cruz de Cristo e a superioridade do Reino. As plantas crucíferas dão flores em forma de cacho, o que lembra o fruto da vide, e possuem quatro sépalas e pétalas. As sépalas são as peças que formam o cálice da flor e, aí, temos a lembrança do cálice de Cristo. E elas ainda possuem quatro estames que são os fios da vida. Os quatro estames trazem à nossa memória as quatro porções do evangelho, fios tênues que nos ligam à Vida Eterna.

A semente de mostarda é utilizada em condimentos que realçam o sabor dos alimentos. Assim, o Reino de Deus dá sabor incomparável à vida.

O nome científico Sinapis alba se deve à massa medicamentosa que é feita com a farinha da mostarda, e, quando aplicada em cataplasma sobre o doente, tem efeito revulsivo, isto é, faz uma inflamação passar de um ponto para outro. Tal e qual o maior sacrifício do Reino que, quando aplicado sobre nós, permite que os nossos pecados, doenças e tormentos passem do nosso corpo para o Dele. Alba quer dizer “alva”, que tanto se refere a primeira luz do dia como também a veste talar, comprida e branca. Jesus é a primeira Luz e está vestido de uma veste talar, comprida e branca como nunca se viu. Quando em nós, Jesus nos transforma em luz do mundo e ainda nos transfere a Sua alvura. Ele disse: “O que vencer será assim vestido de brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do Livro da Vida; antes confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus Anjos” (Ap 3:4).

Para se ter uma ideia da grandeza do mistério que o Senhor Jesus está revelando nesta parábola, é preciso saber que a semente de mostarda é do tamanho de uma cabeça de um alfinete. É admirável que tão pequena semente produza algo tão grande. Daí a propositada comparação do Senhor Jesus, mostrando o começo humilde do Reino de Deus, o maior do Universo.
(...)
Fonte: O Evangelho Reunido, por Juanribe Pagliarin.
Agradeço ao irmão Waldir pela indicação da leitura.